No último domingo, o programa
Fantástico estreou a série de dramaturgia “Eu Que Amo Tanto” – baseada em fatos
reais -, que conta a história de mulheres que se apaixonaram de forma obsessiva
e se prestaram a tomar iniciativas questionáveis.
A produção da TV Globo mostrou
no primeiro episódio, a história de Leididai, “uma moça tímida que se apaixona
pelo presidiário Zé Osmarino” e que “nas visitas ao amado, na prisão, ela
encontra sua liberdade”.
No entanto, o que o resumo da
emissora não mostrava eram as cenas picantes, nudez, sexo e violência doméstica
levadas ao ar antes das 22h, em um programa de classificação livre.
Nas redes sociais, internautas
indignados com a postura da emissora criticaram tanto o horário quanto o
conteúdo da série de dramaturgia. “Qual o objetivo do Fantástico de fazer uma
série dessa meu Deus? Ficar humilhando mulher?”, questionou uma usuária do
Twitter.
A identificação do Fantástico
como “programa de família” ao longo das últimas décadas foi questionada por
outra internauta: “Meu Deus gente, que isso no Fantástico, isso não é programa
de família não?”.
O episódio de estreia, com a
atriz Mariana Ximenes no papel da protagonista, foi considerado por uma
internauta como pior que baixaria: “Meu Deus que p#####a é essa no Fantástico?
O fim dos tempos está próximo”, resumiu. Alguns usuários do microblog usaram as
publicações do próprio Fantástico no Twitter para protestar: “Bem forte para o
horário, né Globo? Mas o que vocês entendem de família né? Nada!”, disparou um
rapaz, que foi acompanhado por outro no teor das críticas à série veiculada pela emissora no programa dominical: “Tirem
as crianças da sala quando começar o Fantástico”, sugeriu.
Comentário:
meu deus gente, que isso no
fantástico, isso não é programa de família não?
Publicado por Tiago Chagas em
11 de novembro de 2014
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