segunda-feira, 10 de agosto de 2026

Pequeno na Idade, Grande no Testemunho!


1. Uma cena que chamou a atenção

Durante um torneio interclasses, em meio à movimentação, à expectativa e à emoção de uma competição, uma cena simples chamou minha atenção.

Um menino muito jovem, vestido como goleiro, ajoelhou-se na quadra, abaixou a cabeça e dedicou aquele momento a Deus.

Não havia púlpito. Não havia templo. Não havia microfone. Havia apenas uma criança, uma quadra e uma atitude de fé.

E isso foi suficiente para transmitir uma grande mensagem.

2. Ele não se envergonhou de sua fé

Talvez uma das coisas mais marcantes nessa imagem seja a naturalidade com que ele fez sua oração.

Havia pessoas ao redor. Colegas, professores, familiares e outros participantes poderiam vê-lo. Mesmo assim, naquele momento, a preocupação dele não parece ter sido com aquilo que os outros pensariam.

Ele simplesmente se ajoelhou e orou.

Em uma época em que tantas pessoas sentem dificuldade de demonstrar publicamente sua fé, uma criança nos oferece uma lição silenciosa: não devemos nos envergonhar de reconhecer Deus diante das pessoas.

3. Um testemunho não precisa de palavras

Testemunhar de Deus nem sempre significa fazer um discurso.

Às vezes, uma atitude fala muito mais.

Aquela criança provavelmente não imaginava que alguém observaria sua oração e seria tocado por ela. Não precisou explicar o que estava fazendo nem chamar a atenção para si.

Seu gesto falou por ele.

Uma criança de joelhos diante de Deus tornou-se, naquele instante, uma mensagem para todos que estavam de pé ao seu redor.

4. “Ensina a criança no caminho em que deve andar”

Essa cena também nos faz lembrar das palavras de Provérbios:

“Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele.”
Provérbios 22:6

A fé de uma criança não nasce apenas das palavras que ela escuta. Ela também é construída pelos exemplos que encontra dentro de casa, na igreja e na convivência com aqueles que participam de sua formação.

Quando ensinamos uma criança a orar, agradecer, buscar a Deus e não ter vergonha de sua fé, estamos plantando sementes que poderão acompanhá-la por toda a vida.

5. A responsabilidade dos pais e dos adultos

Essa fotografia também traz uma pergunta para nós:

O que estamos ensinando às nossas crianças?

Elas observam muito mais do que imaginamos. Observam como oramos, como tratamos as pessoas, como reagimos às dificuldades e qual lugar Deus realmente ocupa em nossa vida.

Não basta dizer a uma criança que Deus é importante. Precisamos demonstrar, através da nossa própria vida, que Ele é importante.

Crianças aprendem com aquilo que ensinamos, mas também — e muitas vezes principalmente — com aquilo que vivemos.

6. Uma pequena atitude, uma grande lição

Talvez aquele menino estivesse apenas fazendo sua oração antes ou durante uma partida.

Mas sua atitude ultrapassou os limites daquela quadra.

Ela nos lembra que nunca somos jovens demais para buscar a Deus, nunca estamos ocupados demais para orar e nunca devemos ter vergonha de demonstrar nossa fé.

Que Deus abençoe nossas crianças e dê sabedoria aos pais, familiares, professores e líderes para ensiná-las não apenas sobre o caminho, mas a andar no caminho.

Pequeno na idade. Grande no testemunho.
De joelhos diante de Deus, de pé diante dos desafios.

Pastor Wanderlei Vieira
Uberlãndia 10 de Agosto de 2026

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Estudo da Sociedade Bíblica aponta que ler a Bíblia traz mais benefícios a Saúde mental do que execícios físicos


Um estudo da Sociedade Bíblica Americana (ABS) concluiu que a leitura da Bíblia gera melhores resultados de autocuidado do que exercícios físicos, meditação ou até mesmo passar tempo com amigos, segundo a CBN. A pesquisa, divulgada no relatório State of the Bible, analisou o impacto de atividades comuns de autocuidado sobre estresse, ansiedade, solidão e esperança.
Os pesquisadores compararam os efeitos de práticas como exercícios, voluntariado, meditação e oração com os resultados da leitura das Escrituras. Apesar de os leitores da Bíblia participarem de forma semelhante na maioria das atividades de autocuidado, a leitura da Palavra de Deus mostrou impacto positivo superior em todos os quatro indicadores analisados.
"Nossa pesquisa confirma que todas as coisas que as pessoas fazem para melhorar seu bem-estar geral — exercícios, ver amigos e assim por diante — estão estatisticamente associadas a vidas mais plenas. A leitura da Bíblia também está", afirmou John Plake, diretor de inovação da ABS e editor-chefe da série State of the Bible. "Na verdade, a conexão da Bíblia com menores níveis de estresse, ansiedade e solidão é mais forte do que a da meditação, passar tempo com um amigo ou até mesmo exercícios."
Os resultados foram baseados em uma escala que mediu estresse de 0 a 40, ansiedade de 0 a 20 e solidão de 5 a 20, com números menores indicando melhores resultados. A esperança foi medida de 3 a 24, com números maiores sendo melhores.
Pessoas que leem a Bíblia semanalmente ou com mais frequência apresentaram níveis de estresse de 8, contra 9,6 daqueles que não leem as Escrituras. A ansiedade ficou em 4,3 entre os leitores, contra 4,8 entre os não leitores. A solidão registrou média de 11,1, contra 11,8, e a esperança marcou 18,6, contra 16,8.
"Aqueles que continuam voltando às Escrituras encontram segurança em tempos de estresse, esperança para o futuro e um relacionamento crescente com o Deus que os conhece intimamente e os ama profundamente", declarou Plake.
Desde 2020, a ABS analisa especificamente como a Palavra de Deus beneficia indivíduos e comunidades. Os pesquisadores constataram consistentemente que a Bíblia "faz uma diferença significativa no bem-estar" no Índice de Florescimento Humano. O estudo definiu florescimento como "um estado de prosperidade e bem-estar onde todos os aspectos da vida de uma pessoa são bons".
Em média, os americanos se avaliaram como 7,1 em uma escala de 10, mas os engajados com as Escrituras ficaram ligeiramente acima, com 8,1. A pesquisa foi realizada pela NORC da Universidade de Chicago, com painel nacionalmente representativo, e produziu 2.656 respostas de adultos americanos em todos os 50 estados e no Distrito de Columbia em 2025.
"Como elemento âncora do cuidado da alma, a Bíblia nos abre para uma interação transformadora — um relacionamento com Deus", escreveram os pesquisadores no relatório.

Nota: Não somos contra execícios Físicos!
Fonte: CBN Foto: Reprodução

segunda-feira, 30 de março de 2026

Tema: Seis Fatores que Impedem uma Igreja de ser Missionária

Texto: Mt 28: 19 e 20

I. Missões como evento, não como estilo de vida
A. Muitas igrejas focam em campanhas, conferências ou viagens específicas
B. Não vivem a missão no dia a dia.
C Missões não é algo que acontece só “lá fora”, mas começa dentro da própria comunidade.

II. Conforto acima do propósito
Muitas igrejas evitam missões porque:
A. Dá trabalho
B. Exige recursos
C. Tira da zona de conforto
Mas o evangelho nunca foi sobre conforto — é sobre propósito.

III. Falta de visão missionária – Duas coisas
A. Quando a igreja perde de vista o propósito de levar o evangelho além das suas paredes, ela passa a focar apenas em si mesma (programação interna, manutenção, eventos).
B. Sem visão, não há movimento.

IV. Comodismo espiritual
O comodismo espiritual é um estado de negligência da fé caracterizado por uma falsa sensação de bem-estar, onde a pessoa reduz orações, leitura bíblica e vai menos à igreja, acomodando-se espiritualmente.

Esse é um dos maiores obstáculos: a igreja se acostuma com o que já tem e perde o senso de urgência pelas almas.

V. Prioridades erradas
Muitas igrejas até falam de missões, mas na prática investem tempo e recursos quase totalmente em outras áreas. Missões vira algo “extra”, e não essencial.

Pastor Wanderlei Vieira
29 de Março de 2026
Igreja Batista Farol de Uberlãndia