quinta-feira, 2 de maio de 2019

Principais estatísticas brasileiras de morte por “homofobia” são falsas, conclui pesquisa

De 347 mortes divulgadas, somente 31 casos foram mortes motivadas por ódio.
A Liga Humanista Secular do Brasil (LIHS) realizou um estudo e provou que a maior parte dos dados apresentados sobre os crimes de homofobia no Brasil são falsos.

Para chegar nesta conclusão, o grupo de pesquisadores analisou as pesquisas do Grupo Gay da Bahia (GGB) de 2016, que afirmava ter 347 mortes violentas por “homofobia” no país. Segundo a LIHS, foram na verdade 258 mortes de homossexuais, mas nem todos os casos tiveram o ódio como motivação.

No total, apenas 12% dos números apresentados foram realmente morte por homofobia; 49,2% dos casos foram inconclusivos e 38,8% não tinham ligação com crime de ódio. Para chegar nesses números, os pesquisadores checaram todas as 347 mortes divulgadas pelo GGB.

“Dos 347 casos de 2016, excluímos 30 da análise por serem mortes no exterior, casos duplicados ou casos em que foi impossível recuperar as fontes. Dos que sobraram, 20 casos são suicídios”, diz o a pesquisa independente.

Além de suicídios, os pesquisadores também excluíram os casos de acidentes, afogamento do diretor de teatro Glauber Teixeira, e uma morte por incêndio sem suspeita de crime. Casos como overdose e outros também foram descartados.

Sobram 258 casos dos 347 originalmente relatados, sendo esses homicídios confirmados (dolosos, culposos e latrocínios). “Dos casos colhidos na imprensa pelo GGB, foi possível concordar somente que 31 casos foram mortes motivadas pela homofobia no Brasil. Isso significa que o relatório errou em 88% dos casos de homicídio, e que somente 9% dos dados totais para o ano de 2016 servem para fazer as conclusões que o grupo e a imprensa que o cita fazem”, conclui.

Vale lembrar que quase toda a grande mídia utilizou os dados dessa pesquisa sem nunca levantar quaisquer dúvidas sobre as informações apresentadas.

Fonte: Gospel Prime


Bruxas estão se infiltrando nas igrejas para influenciar fiéis, alertam líderes evangélicos

As bruxas estão se infiltrando na igreja nos últimos tempos em um nível que os cristãos nunca viram antes. Essa avaliação foi feita por Andy Sanders, um escritor cristão e palestrante norte-americano.

Em uma entrevista concedida à revista pentecostal Charisma News, Sanders diz que isso acontece porque o diabo perdeu algum terreno na igreja e no governo dos EUA.

“Eu tive vários sonhos e tempos quando Deus veio a mim, dizendo: ‘Você precisa começar a preparar e avisar o corpo de Cristo que as bruxas estão à solta'”, diz ele. “Eles não estão mais dormindo e apenas acampando mais”, acrescentou Sanders.

O escritor relatou o caso de uma bruxa se infiltrou em uma igreja que ele estava pastoreando. Um dos membros havia sido colocado na equipe contra a vontade do pastor que o antecedeu, e ao longo dos anos, essa pessoa se tornou mais e mais rebelde.

“Um dia, quando eu estava sozinho com essa pessoa conversando com ela, um demônio se manifestou realmente”, disse Sanders. “E essa pessoa esteve na minha equipe da igreja por um longo tempo. Essa pessoa manifestou um demônio no meu escritório”, relembrou. Rebelião, Sanders diz, é uma evidência de que há bruxaria envolvida.

A infiltração vem ocorrendo nos últimos tempos, e em alguns casos, não é mais discreta ou sutil. De tempos em tempos, o cristianismo vê surgir movimentos oriundos do sincretismo religioso que alegam ser uma releitura das Escrituras que goza de maior inspiração do que toda a história do ajuntamento iniciado pela Igreja Primitiva. A nova moda agora é a bruxaria cristã.

Apesar das advertências bíblicas contra a prática da feitiçaria, Valerie Love, uma líder religiosa que se descreve como uma bruxa cristã praticante e ministra ordenada de consciência espiritual, insiste que não há nada errado com cristãos sendo bruxos e recentemente lançou uma escola para ensinar cristãos a praticarem magia.

“Pare de pensar que você pode dizer às pessoas como adorar. Pare de pensar que você pode dizer às pessoas como se conectar com o divino. Eu poderia lhe dizer quantas pessoas me disseram: ‘Você não pode ser uma bruxa cristã’, mas aqui estou. Veja, você não pode me dizer como adorar. Você não pode me dizer como se conectar com o divino. Isso é entre mim e Deus. Você não pode me dizer como orar”, declarou Valerie recentemente no Facebook.

Na publicação, ela explicou que “nasceu uma bruxa”, mas foi forçada a sufocar sua identidade como Testemunha de Jeová dos 4 aos 30 anos, quando finalmente deixou a “seita”: “Eu nasci uma bruxa e eu amo isso. Estou muito agradecida. As pessoas têm medo da palavra [bruxa] por causa do medo e da ignorância e eu estou aqui como ministra do Deus vivo para dissipar o medo e a ignorância”, acrescentou.

Jennifer LeClaire, fundadora da Jennifer LeClaire Ministries e diretora da Casa de Oração do Despertar na Flórida, concorda com a avaliação de Sanders sobre o crescimento da influência da bruxaria nas igrejas norte-americanas.

Ela acompanha o movimento da bruxaria cristão há vários anos e advertiu que a mistura de bruxaria e cristianismo é “perigosa”, principalmente porque o movimento está crescendo nos Estados Unidos: “Nesta temporada, eu vi uma ascensão de cristãos praticando feitiçaria. Ou talvez eles não sejam cristãos de forma alguma. Eu não vou julgar a salvação de alguém, mas quando as pessoas na igreja liberam maldições, oram contra você, e conduzem jejuns profanos para destruí-lo, o fruto do Espírito está claramente ausente”, escreveu ela.

Fonte: Gospel+

quarta-feira, 1 de maio de 2019

Suicídios de adolescentes aumentaram depois de “13 Reasons Why” da Netflix

Um mês após o lançamento da série 190 adolescentes entre 10 e 17 anos se suicidaram nos EUA
Katherine Langford interpreta Hannah Baker, em 13 Reasons Why. (Foto: Divulgação)

Em março de 2017 a Netflix lançou o seriado “13 Reasons Why” que conta a história de uma adolescente que se suicidou e deixou uma fita gravada contando as 13 razões que a levaram a tirar sua própria vida.

Uma pesquisa divulgada esta semana pelo Nationwide Children’s Hospital, da Columbus, Ohio (EUA), mostra que nove meses após este lançamento foram registrados 195 suicídios entre jovens a mais da média registrada nos anos anteriores.

Só em abril de 2017, 190 pré-adolescentes e adolescentes americanos tiraram suas próprias vidas. A taxa de suicídio de abril de 2017 foi de 0,57 por 100.000 pessoas, quase 30% maior do que nos cinco anos anteriores incluídos no estudo.

A pesquisa se refere a jovens entre 10 e 17 anos, grupo onde a quantidade de suicídios aumentou consideravelmente nos últimos anos e os pesquisadores deixam claro que não é possível apontar que a causa tenha sido realmente a influência do seriado.

Ainda assim, o autor do estudo, Jeff Bridge, diz que a taxa de suicídio do mês de abril de 2017 foi a maior em 19 anos. “Os criadores da série retrataram intencionalmente o suicídio do personagem principal. Foi uma representação muito gráfica da morte por suicídio, o que pode desencadear um comportamento suicida”, disse Bridge ao The New York Times.

Mas por não saber quantos daqueles adolescentes que se mataram tiveram acesso à série, o pesquisador não pode afirmar se há ou não relação entre a produção da Netflix e a morte de 190 adolescentes.

Para chegar a esses números, os pesquisadores analisaram dados dos Centros Federais de Controle e Prevenção de Doenças sobre mortes em americanos entre 10 e 64 anos de janeiro de 2013 a dezembro de 2017.

Seus resultados foram publicados no Journal of the American Academy of Child and Adolescent Psychiatry. Os pesquisadores não encontraram nenhuma mudança nas taxas de suicídio nos maiores de 18 anos após o lançamento do programa.

O suicídio é a segunda maior causa de morte entre adolescentes dos Estados Unidos. Para Lisa Horowitz, coautora e pesquisadora do Instituto Nacional de Saúde Mental, esses números mostram “uma grande crise de saúde pública” para o país.

Já para a socióloga Anna Mueller, da Universidade de Chicago, que não participou da pesquisa, os dados deste estudo mostram que as representações de suicidas na mídia podem influenciar negativamente os jovens.

Além das representações de suicídio na mídia, o aumento do bullying e o uso excessivo das redes sociais também aparecem como possíveis causas para o risco de um adolescente tirar a própria vida.
Netflix diz que vai analisar os dados

Em resposta a esta pesquisa, a Netflix apresentou um estudo feito pela Universidade da Pensilvânia onde diz que os jovens adultos que assistiram a segunda temporada da série “13 Reasons Why” tiveram menos pensamentos suicidas que os não-espectadores.

Sobre esta pesquisa sobre adolescentes de 10 a 17 anos, a empresa de streaming disse que irá analisar os dados.

“Este é um tópico criticamente importante e temos trabalhado duro para garantir que lidamos com essa questão tão sensível de forma responsável.”

Fonte: Gospel Prime

Ariovaldo Ramos diz que Lula é sinal da ressurreição de Cristo

O pastor Ariovaldo Ramos escreveu uma carta aberta ao ex-presidente Lula (PT) afirmando que o enxerga como um sinal de que Cristo ressuscitou.

Ariovaldo mergulhou no ativismo político de esquerda nos últimos anos, enviesando projetos como o Missão Integral para retratar sua visão política. Recentemente passou a ser descrito pela imprensa como “pastor lulista”, devido às suas constantes manifestações de apoio ao ex-presidente e ao PT.

Na carta, Ariovaldo Ramos diz a Lula que ele o enxerga como um sinal de esperança: “Querido presidente, nós o vemos como um agente dessa ressurreição em nossa história. Que o Cristo continue a cumulá-lo de força e fé”, escreveu o líder da Igreja Comunidade Cristã Renovada e um dos fundadores da Frente de Evangélicos Pelo Estado de Direito.

“Com que força nos levantamos contra o poder das trevas? Com a certeza da ressurreição, com a certeza de que a morte foi vencida, com a certeza de que Jesus não está mais aqui, ele ressuscitou como havia dito”, acrescentou Ariovaldo Ramos, de acordo com informações do portal Brasil 247.

Lula está preso há pouco mais de um ano por sua condenação em terceira instância no caso do triplex no Guarujá (SP), em que se envolveu com lavagem de dinheiro e corrupção. No processo, ele foi condenado pelo então juiz Sérgio Moro, na 13ª Vara Federal de Curitiba, e sua sentença foi confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) e, mais recentemente, pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Além de ser réu em outras sete ações penais, Lula foi também condenado no caso do sítio de Atibaia (SP), pela juíza Gabriela Hardt – substituta de Moro – a mais de 12 anos de prisão. Em breve o caso será analisado pelo TRF-4, que pode confirmar a condenação ou anular a sentença.

Confira a integra da carta de Ariovaldo Ramos a Lula:

Dileto companheiro, quero partilhar consigo uma reflexão sobre a Páscoa.
“No findar do sábado, ao entrar no primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro. E eis que houve um grande terremoto, porque um anjo do Senhor desceu do céu, chegou-se, removeu a pedra e assentou-se sobre ela. O seu aspecto era como um relâmpago, e sua veste, alva como a neve. E os guardas tremeram espavoridos e ficaram como se estivessem mortos. Mas o anjo, dirigindo-se as mulheres, disse: Não temais; porque sei que buscais Jesus, que foi crucificado. Ele não esta aqui; ressuscitou, como tinha dito. Vinde ver onde ele jazia. Ide, pois, depressa e dizei aos seus discípulos que ele ressuscitou dos mortos e vai adiante de vós para a Galiléia; ali o vereis. É como vos digo! E, retirando-se elas apressadamente do sepulcro, tomadas de medo e grande alegria, correram a anunciá-lo aos discípulos. E eis que Jesus veio ao encontro delas e disse: Salve! E elas, aproximando-se, abraçaram-lhe os pés e o adoraram. Então, Jesus lhes disse: Não temais! Ide avisar a meus irmãos que se dirijam à Galiléia e lá me verão” (Mateus 28:1-10)
Páscoa, Aleluia, o Senhor ressuscitou! Essa é a data, como disse alguém, mais profunda da fé cristã, a ressurreição de Jesus. E ela é profunda não só porque ela é inusitada, mas porque ela inaugura uma nova fase na historia do universo. Até essa data, todo o universo viveu sob a sombra da morte, sob a sombra da cruz, sob a realidade da morte. Mas, no domingo, primeiro dia da semana, depois da crucificação, Jesus ressuscitou, Jesus venceu a morte! Jesus ressuscitou, como tinha dito!
A fala do anjo é perfeita: “Não temais, porque sei que buscais Jesus , que foi crucificado. Ele não está aqui. Ressuscitou, como tinha dito”. A ressurreição não é um acidente, a ressurreição é uma determinação e intervenção divinas, e é a inauguração de uma nova fase da história do Universo. A partir da ressurreição o Universo respira sob a luz da vitória sobre a morte, sob a luz da vida, como diria John Owen “a morte morreu porque Jesus ressuscitou”, Jesus venceu a morte, e isso inaugura uma nova fase na vida do Universo.
A historia da redenção está dividida em duas etapas, a primeira etapa, pode ser chamada de: o Universo, a vida, a existência sob a sombra da cruz, sob a realidade da morte. A segunda etapa é a existência sob a luz da ressurreição, que é exatamente aonde estamos vivendo, e a Igreja é a primeira manifestação dessa nova realidade. A Igreja é o resultado da mudança na historia da redenção. A morte de Cristo cumpre um ciclo na história da redenção, a sua ressurreição inaugura um novo ciclo na história da redenção, que terminará com a sua volta triunfal e visível, visível e triunfal.
Esse texto nos ensina algumas coisas interessantes: As nossas irmãs foram buscar Jesus onde ele Não estava! As nossas irmãs foram buscar Jesus onde ele não estava, porque elas não tinham crido na ressurreição. Essa talvez seja a primeira lição que temos de aprender para a vida, não se pode buscar seja lá o que for de Jesus num lugar onde Jesus não está. E Jesus não está mais na morte, Jesus não está no desespero, Jesus não está na agonia, Jesus não está na dor. Jesus ressuscitou, Ele não está aqui! Temos que buscar Jesus sempre sob esse prisma, o prisma da ressurreição, porque isso é fé. Fé é ver tudo sob o prisma da ressurreição. Então, essa é a primeira lição que se tira desse texto, não adianta buscar Jesus onde Ele não está. Ele não está mais em um túmulo, ele não está mais na morte.
Às vezes, experimentando a dor, a proximidade da morte, a angústia, a dificuldade, a enfermidade, pedimos a Jesus que venha para o lugar da nossa dor, mas Jesus está sempre nos pedindo para ir ao lugar da ressurreição, para sempre olharmos a vida sob uma nova perspectiva, para não permitirmos que os resquícios da morte empanem a glória da ressurreição.
E isso é a lição que aprendemos com as nossas irmãs. É como se o anjo dissesse: Eu sei que buscais Jesus, que foi crucificado, que morreu, que adoeceu, que teve um enfarto, que sentiu muita dor, que foi torturado e que baixou a sepultura… ele não está aqui. Ressuscitou como tinha dito. Então, às vezes, nós, porque ainda sentimos os resquícios da morte, pedimos ao Senhor que venha ao lugar da morte, pedimos ao Senhor que venha ao lugar da dor, pedimos ao Senhor que venha ao lugar da angústia, pedimos ao Senhor que venha ao lugar da tortura, mas o Senhor está sempre dizendo para irmos ao lugar da ressurreição.
O anjo disse “ Ide, pois, depressa e dizei aos seus discípulos, que Ele ressuscitou dos mortos, e vai adiante de vós”. Por exemplo, Paulo e Silas foram presos, foram torturados e marcados pela dor, foram colocados no calabouço. Quando foram colocados no calabouço, foram presos a um tronco e aí eles começaram a cantar e a orar. O que foi que Paulo e Silas fizeram? Ao invés de convidar Jesus para o lugar da morte, eles foram a Jesus no lugar da ressurreição.
Quando as Escrituras nos ensinam a, em tudo, dar graças, as Escrituras estão dizendo: ao invés de chamar Jesus para o lugar da sua morte, vá a Jesus no lugar da sua ressurreição! Acredite na ressurreição de Jesus, acredite que a ressurreição de Jesus vai afetar a sua vida, é só uma questão de tempo. Acredite que os resquícios da morte não significam que Jesus ficou aprisionado no túmulo, não vá buscar Jesus no túmulo, não vá buscar Jesus no sepulcro, Ele não está lá.
É interessante a frase de Jesus “Salve, e elas aproximando se abraçaram a seus pés e o adoraram. Então Jesus disse, não temais, ide avisar a meus irmãos que se dirijam a Galiléia, e lá me verão”. Entrar, nessa nova fase da história do universo, é fazer uma escolha, é trocar o túmulo pela radiante luz da ressurreição, é trocar a dor pela confiança , é trocar o murmúrio pelo louvor, é trocar o medo pela fé. Para que possamos encontrar Jesus no lugar da ressurreição, porque Ele foi adiante de nós! “Não temais! Ide avisar aos meus irmãos que se dirijam a Galileia e lá me verão”, então nós temos de aprender a ir no lugar onde podemos ver a Jesus.
É um passo adiante na história, é uma retomada da vida, é uma retomada do significado da ressurreição de Jesus.
A ressurreição de Jesus marca uma nova fase na história do Universo. Até a morte de Jesus, o universo e toda a existência estava sob a sombra da cruz, sob a realidade da morte. Mas após a ressurreição de Jesus, a nossa perspectiva mudou, porque a história do Universo agora está marcada pela presença da vida, Jesus ressuscitou! Agora a existência está sob a luz da ressurreição. É isso, inclusive, que promove a esperança. Por que homens e mulheres foram inspirados a resistir ao mal? Por causa da luz da ressurreição. Por que homens e mulheres foram inspirados a buscar a libertação do próximo? Por causa da luz da ressurreição. Todas as vezes que alguém se levanta contra a maldade, contra o mau uso do poder, contra o poder maligno, contra o poder das trevas, não importa onde ele se manifeste, se levanta por causa da realidade da ressurreição. O aparente poder das trevas pode se manifestar de várias maneiras: pode se manifestar politicamente, socialmente… Não importa por onde ele se manifeste, nosso adversário é sempre o mesmo, e foi derrotado pelo Cristo, como demonstra a sua ressurreição.
Com que força nos levantamos contra o poder das trevas? Com a certeza da ressurreição, com a certeza de que a morte foi vencida, com a certeza de que Jesus não está mais aqui, ele ressuscitou como havia dito. E nós precisamos ir onde nós o veremos, e nós o veremos na gratidão, na fé, no amor ao próximo , na dedicação ao bem, na luta pela vida, na luta pela liberdade; na consciência da vitória em Cristo Jesus, nas nossas orações de gratidão, nos nossos louvores, na nossa certeza da ressurreição.
Muitas vezes, gostaríamos que Jesus viesse no lugar da nossa morte, para nos consolar na nossa mortalidade, na nossa dor, no nosso sofrimento, na nossa angústia… Mas nós não precisamos do consolo que diz: Estou com você enquanto você inexoravelmente morre, estou com você enquanto você inexoravelmente chora, estou com você enquanto você inexoravelmente sofre, estou com você enquanto você inexoravelmente geme, estou com você enquanto você inexoravelmente murmura. Não!
Precisamos ouvir: Estou com você enquanto você reage ao sofrimento, estou com você enquanto você reage à morte, estou com você enquanto você reage ao mal, estou com você enquanto você reage à dor , estou com você enquanto você decide que a morte, a dor, a angústia não darão a última palavra na sua vida. Nós temos de ir onde nós o podemos ver, “e lá me verão”. O que nos conduz a esse lugar é o louvor, o que nos conduz a esse lugar é a gratidão, o que nos conduz a esse lugar é a fé, a certeza da ressurreição de Jesus e da nossa ressurreição.O que nos conduz a esse lugar é a certeza de que a vitória de Cristo é a vitória da humanidade, de que a morte foi tragada pela vitória, como foi o grito de Paulo “ onde está ó morte o seu aguilhão? Tragada foi a morte pela vitória!” .
É muito rica essa lição desse encontro das irmãs com o anjo e com Jesus. Jesus não estava mais lá, Jesus ressuscitou e nós ressuscitamos com Ele. A realidade da nossa vida não está na angústia, não está no sofrimento, não está na dor, não está na enfermidade. A nossa realidade está na nossa fé, na nossa capacidade de continuar a louvar a Jesus e de crer na sua ressurreição; está na nossa capacidade de continuar dizendo a Jesus, “Bendito o que vem em nome do Senhor!” A nossa fé em que Jesus Cristo está olhando para nós e nos saudando “salve, dirijam-se a Galileia e lá me verão!” Aqui, a Galileia não é mais a terra dos gentios, a Galileia é a terra do vitorioso Jesus de Nazaré.
Aqui, a Galiléia não é mais a terra maldita, a Galiléia é onde o profeta de Nazaré revelou-se Filho de Deus e de onde Ele saiu para vencer a morte, para colocar a ridículo todo o inferno e todas as obras da maldade, das trevas, assim como aos agentes do mal. A Galiléia não é mais o lugar de onde não pode vir nada que preste, a Galiléia é o lugar da onde saiu a Luz que ilumina o mundo e que triunfa sob as trevas.
A Páscoa é a inauguração de uma nova realidade no universo. A partir daquele dia, quando Jesus rompeu a morte, saiu do túmulo, sem precisar mexer em nada – o anjo chegou um pouco depois dele só para mover a pedra para dar o testemunho que o túmulo estava vazio, mas ele não estava mais lá. Ele ressuscitou, como havia dito. Jesus cumpre as suas promessas! Ele ressuscitou, como havia dito! E por isso nós sabemos que Ele está conosco até os confins da terra , porque Ele ressuscitou, como havia dito! Por isso nós sabemos que quem o invocar será salvo, porque Ele ressuscitou, como havia dito! Por isso nós sabemos que Ele nos deixa paz , porque Ele ressuscitou como havia dito! Por isso nós sabemos que nós vamos ressuscitar porque Ele ressuscitou como havia dito! O que precisamos, nessa nova fase do universo, é ir buscar Jesus onde é possível vê-lo. E agora só é possível vê-lo na ressurreição.
Ao invés de pedirmos a Jesus que venha até a nossa morte, nós precisamos começar a aprender a dizer a Jesus “Leve-nos para a tua ressurreição“, ao invés de dizermos ao Senhor para vir para a nossa tristeza, nós precisamos pedir a Jesus que nos leve para a sua alegria “Salve!” Ao invés de pedir a Jesus que venha a nossa doença, nós temos de aprender a dizer para Jesus “leve-nos para a tua ressurreição”.
E esse é o clamor da fé, que é feito pela oração da fé, que é feito pelo louvor, que é feito pela certeza da ressurreição. Nós temos de ir onde é possível ver Jesus, e Jesus só pode ser visto na ressurreição. Ele não está mais aqui. E se ele não está mais na morte, nós também não podemos ficar aqui. Se ele não está mais na tortura, nós não podemos ficar aqui. Se ele não está mais na angústia, nós não podemos ficar aqui. Foi isso que Paulo e Silas ensinaram de forma extraordinária, eles decidiram que não iam ficar ali. O carcereiro na verdade, fez de tudo para que eles ficassem na morte, fez de tudo para que eles ficassem na dor, fez de tudo para que eles ficassem ali sob a tortura, sob a enfermidade. Mas eles se recusaram a ficar onde Jesus não estava! Eles foram buscar Jesus no único lugar onde Jesus pode ser visto, na ressurreição. Essa é a nossa fé, é a fé na ressurreição, essa é a grande promessa das boas noticias que Jesus nos trouxe. “Eu os ressuscitarei no último dia”. Essa é a nossa fé, é lá que Jesus está, Jesus está na ressurreição!
E extraordinário como a ressurreição de Jesus re-significou tudo, inclusive a própria Galiléia, que era tida como uma terra maldita, sem esperança , sem perspectiva. Agora a Galiléia não é mais dos gentios, é de Jesus. Um profeta da Galiléia se revelou Filho de Deus, o Messias de Israel, o Salvador do mundo, Ele ressuscitou, e voltou para a Galiléia, para re-significar tudo.
Que nós aprendamos isso, irmãos, porque se nós aprendermos isso, nós veremos a vida sob outra perspectiva, e nós nos recusaremos a ficar onde Jesus não está. Isso é fé. É a gratidão pela certeza de que a ressurreição de Jesus vai atuar na minha vida, e já está atuando, e vamos perceber isso mais cedo ou mais tarde, porque, depois que Jesus ressuscitou, tudo passou a ser apenas uma questão de tempo. Jesus ressuscitou, ele venceu a morte! O Universo mudou de estágio, antes o Universo estava sob a sombra da cruz, sob a realidade da morte, agora o Universo está sob a luz da ressurreição, na realidade da vida.
Que o Senhor nos abençoe com essa consciência, que o Senhor nos faça olhar tudo com os olhos da ressurreição. Que o Senhor nos faça encarar a vida a partir da ressurreição que torna possível a gente se levantar onde todos se permitiriam ser abatidos, que torna possível resistir onde todos capitulariam, e que torna possível continuar de onde todos parariam… Porque Jesus ressuscitou! As forças das trevas não tem mais poder, vencida foi a morte, e isso é o que levou a humanidade para a frente, a consciência ou mesmo só a intuição de que o poder maligno estava destituído, Jesus ressuscitou, levou cativo o cativeiro e deu dons aos homens. É Páscoa, salve!
Aleluia, Bendito seja o nome do Senhor, Ele ressuscitou e nós estamos caminhando para a ressurreição também! Os que não são movidos pela ressurreição, correm o risco de ser tragados por um sistema egoísta, individualista e absolutamente mortal, e aí resta a apenas a angústia, que é o lugar onde Jesus não está. Pela fé na ressurreição enfrentamos o mal, em todas as suas manifestações, e mudamos a face da sociedade! A ressurreição do Cristo é o triunfo da redenção na história, e a possibilidade de, desde já, provocar mudanças na história em favor da justiça.
Querido presidente, nós o vemos como um agente dessa ressurreição em nossa história. Que o Cristo continue a cumulá-lo de força e fé.
São Paulo, 20 de abril de 2019.
Ariovaldo Ramos

Fonte: Gospel+

quarta-feira, 24 de abril de 2019

Resiliência é recolher os pedaços quebrados e se reconstruir novamente


Ninguém nunca saberá quantas vezes você conseguiu se manter de pé mesmo sabendo que estava caindo aos pedaços. Só você sabe onde estão as marcas das suas feridas, essas que você foi reconstruindo muito lentamente, com um fio muito fino e a agulha das decepções. Porque a coragem nunca é ausência de sofrimento ou dor, mas sim a força de continuar em frente apesar do medo…

Com frequência, os neurologistas e os biólogos nos lembram que o cérebro está preparado evolutivamente para sobreviver a todo tipo de adversidade. Mas cada vez que a amargura e o sofrimento batem à porta, nos perguntamos “por que eu”. Quando isto acontecer, procure substituir essa pergunta por outra melhor: “para quê”.

Dizem que é de corajosos sorrir enquanto se está em frangalhos, mas coragem é, acima de tudo, ser capaz de recolher cada pedaço desses sonhos quebrados e reconstruí-los novamente, para serem mais fortes, mais dignos, mais belos.
Poucos instantes vitais irão demandar tantos recursos interiores como esses nos quais de repente sentimos como se todo o nosso ser tivesse desmoronado por dentro e só restassem tristes escombros. As depressões, os traumas ou as perdas são momentos de grande dificuldade. Momentos nos quais a coragem pessoal é posta à prova.

Convidamos você a refletir sobre isto.
A Coragem de renascer com força a partir das fraquezas
No Japão existe uma técnica ancestral chamada “Kintsugi” com as qual se consertam os objetos de cerâmica quebrados. Isto se faz usando um adesivo forte, sobre o qual depois é aplicado pó de ouro. O Kintsukuroi é uma arte delicada e excepcional onde não se quer que a peça quebrada ou fragmentada recupere a sua forma original.

Ao contrário, para a cultura nipônica unir estes pedaços quebrados com ouro ou prata lhe dá uma vitalidade e uma história única. Além disso, um fato notável a considerar é que estas peças de cerâmica, antes tão frágeis, agora, além de belas, são incrivelmente resistentes. A laqueadura das suas feridas com ouro as torna inquebráveis.

Assim como disse Ernest Hemingway, “a vida nos quebra a todos em algum momento, mas apenas poucos conseguem tornar suas partes quebradas mais fortes”. Portanto, vale a pena incorporar esta simples mas maravilhosa metáfora: quando alguma coisa valiosa se quebra, se rompe ou se perde, uma forma de superar o problema é não escondendo nunca a própria fraqueza, a própria fragilidade.

Porque esses vínculos machucados podem ser reparados graças à resiliência, a essa habilidade de superar toda dificuldade para selar com ouro cada ferida, cada buraco, cada sonho quebrado, e reerguer-nos então como criaturas ainda mais fortes.

Estratégias para unir nossos “pedaços quebrados”
Segundo explica a psiquiatra Rafaela Santos no seu livro “Levantar-se e lutar”, apesar da neurociência dizer que todos podemos ser resilientes, essa capacidade não parece tão simples de colocar em prática. De fato, segundo seus próprios dados citados no livro, apenas 30% da população consegue, por exemplo, superar um trauma.

Recolher nossos “pedaços quebrados” não é fácil, mas também não é impossível. O cérebro humano tem milhões e milhões de neurônios que criam por sua vez bilhões de conexões neurológicas. Isto é algo maravilhoso.

Se aceitarmos que todos, de alguma forma, somos arquitetos dos nossos próprios cérebros, também aceitaremos que somos totalmente capazes de aumentar nossa coragem pessoal, nossa força e otimismo para favorecer a mudança. Sendo assim, acontecerá a cura que reflete a arte de Kintsukuroi, através da qual nos transformamos em pessoas muito mais fortes graças aos fios dourados da resiliência.

Reparar o trauma nos nossos próprios mecanismos psíquicos e cerebrais
Antes de mais nada, é preciso entender que o cérebro, além de ser um organismo regido pelas emoções, também é um afinadíssimo e complexo órgão que se comunica graças a impulsos elétricos. Quando existe um trauma ou uma depressão, ele funciona com outra intensidade. Por isso é tão difícil se “equilibrar” e por isso o mundo parece de repente ganhar uma velocidade que não somos capazes de acompanhar.

Compreenda que você precisará de tempo. 
De certa forma, a ideia dos “pedaços quebrados” se parece um pouco ao que acontece com o cérebro quando nos encontramos em momentos de crise. Mais do que quebrado, está “desconectado”.

Pouco a pouco iremos nos reconectando a nós mesmos e com a realidade que nos rodeia. 
Este é o momento mais difícil porque vão aparecer todas as emoções juntas: a ira, a tristeza, o choro… Não tente contê-los, facilite o desabafo emocional.

A terceira parte requer proceder à ação construtiva. É a hora de aplicar essa “cola” do Kintsukuroi para assumir o controle, aceitar ajuda, apoio e se mostrar novamente para a vida no seu próprio ritmo.

A última fase e a mais decisiva é a reintegração. 
Nessa hora precisamos ser capazes de reconhecer a nossa própria mudança. As experiências traumáticas são sempre como ossos quebrados da alma, feridas que devemos curar para voltar a caminhar, a nos reintegrarmos plenamente ao movimento da vida. É hora, nessa fase, de recobrir as marcas das nossas próprias feridas com pó de ouro.

Porque já não seremos os mesmos de outrora. Acredite se quiser, se tivermos feito todo este processo direito, seremos incrivelmente mais fortes.

Fonte: Resiliência Mag

Alexandre Pato e Rebeca Abravanel são batizados nas águas: “Seguindo a vontade de Deus”

O atacante Alexandre Pato e sua namorada, a apresentadora Rebeca Abravanel, professaram publicamente sua fé em Jesus Cristo e foram batizados nas águas na filial da Hillsong Church em São Paulo, no último domingo, 21 de abril.

Pato, que em 2019 acertou seu retorno ao futebol brasileiro para jogar no São Paulo, usou sua conta no Instagram para compartilhar a alegria pelo momento vivido. Rebeca, filha de Silvio Santos, é mais uma herdeira do empresário judeu que seguiu a fé cristã, assim como a mãe, Irís.

“O Batismo é quando nascemos para uma vida nova em Cristo, quando as portas do céu se abre (sic) para nós. Ele que nos leva para a salvação, seguindo a vontade de Deus em nossas vidas. A Deus confio minha vida e a Ele me entrego através da abençoada celebração do batismo. Eu quero por um ‘ponto final’ na minha vida velha e começar tudo de novo. Quero, com Cristo, ressurgir para uma vida nova. Eu acolho essa vida nova, Senhor. Amém”, escreveu o atleta.

“Ontem foi realmente um dia muito especial!! Vivas e mais vivas para essa nova vida junto com Deus!”, comentou Rebeca na publicação de Alexandre Pato. O culto de batismo foi dirigido pelo pastor Chris Mendez, responsável pelas filiais da Hillsong em São Paulo e Buenos Aires.

Outras figuras públicas também comemoraram a decisão do jogador de descer às águas: “Glória a Deus, irmão! Que Deus continue te abençoando”, escreveu o zagueiro David Braz, que atualmente joga pelo Sivasspor, da Turquia.

O cantor André Valadão resumiu a alegria pelo momento com uma mensagem simples: “Yeahhhh yeahhh”. O cunhado de André, Felippe, também aproveitou para deixar uma mensagem de aprovacão: “Boraaaaaaa meu craque mando (sic) muito”.

“Que lindo”, escreveu a atriz e jornalista Pérola Faria, assim como milhares de outros internautas que seguem o jogador.

Em uma publicação anterior às fotos e vídeos do batismo, Alexandre Pato compartilhou um versículo em uma foto de seu treino físico: “Mas, sejam fortes e não desanimem, pois o trabalho de vocês será recompensado’2 Crônicas 15:7”.

Fonte: Gospel+





segunda-feira, 8 de abril de 2019

Jejum e oração são ferramentas que canalizam bênçãos, ensina experiente pastor

A oração é uma parte primária da vida cristã, mas segundo o pastor e escritor Ronnie Floyd, líder de uma megaigreja nos Estados Unidos, não tem apenas a função de aprofundar o relacionamento do cristão com Deus, mas também funciona como um canal de bênçãos.

Em seu livro The Power of Prayer and Fasting (“O poder da oração e do jejum”, em tradução livre) o pastor Ronnie Floyd, da Cross Church no Arkansas (EUA), fala sobre algumas promessas de Deus declaradas na Bíblia em relação às bênçãos decorrentes da oração e do jejum.

Floyd afirma que ele próprio tem visto “estas promessas se tornarem realidade na caminhada com Deus”, de acordo com informações de um artigo publicado no portal Faith Wire. “Quando oramos e jejuamos, Deus promete que Ele nos libertará. Ele quebrará as correntes da injustiça, desatará os cordões do jugo e dará aos oprimidos sua tão esperada liberdade”, explica.

Há, segundo o pastor, a necessidade de nos tornarmos conscientes a respeito do poder da oração e do jejum, e entender que a prática nos torna sensíveis às necessidades dos outros: “Quando nos encontramos silenciosamente orando por pessoas, eventos e situações com o conhecimento de que nossas orações não apenas serão ouvidas, mas também que o Pai as atenderá, damos mais atenção a elas”, conceitua.

“Ao considerar o chamado de Deus para o jejum, você pode começar devagar, jejuando e orando por um período do dia e uma vez por semana até chegar, quem sabe, a 24 horas de dedicação do seu tempo para ficar sozinho na presença íntima de Deus”, sugere o pastor, enfatizando que trata-se de um processo de aperfeiçoamento pessoal, que ocorre em ritmos diferentes para cada pessoa.


Os fiéis com limitações por questões médicas têm outras opções, aponta Floyd: “Escolha outra coisa para se abster, como televisão, internet, redes sociais, etc. Ao fazer isso, Deus lhe dará graça, conforto e uma nova direção em sua caminhada cristã. No final, você será libertado”.

No livro, o pastor diz ainda que uma importante promessa na realização de oração e jejum é o aprendizado sobre doação, de nosso escasso tempo, a terceiros: “Quando jejuamos e oramos, Deus nos ensina a compartilhar com aqueles que têm necessidades físicas e espirituais”.

“A oração e o jejum podem construir dentro de você o caráter para dar. Dar é uma alegria que experimentamos quando aprendemos a entregar como Deus faz. Precisamos estar dispostos a nos entregar àqueles que não podem fazer nada por nós em troca, o que significa que estamos prontos para dar a qualquer um, a qualquer hora, em qualquer lugar. Este é o coração de Jesus e precisa ser nosso coração. Oração e jejum constroem dentro de você o poder de dar”, contextualiza.

Floyd, que é um respeitado líder evangélico nos Estados Unidos (já foi presidente da Convenção Batista do Sul, a maior denominação do país e talvez do mundo) enfatiza que a “oração e o jejum” nos levam à oração respondida: “Ao orar e jejuar, você invocará a Deus e Ele lhe responderá. A oração respondida é a quintessência da oração e do jejum. Se eu fosse compartilhar com você as cinco ou seis páginas do diário de oração que preparei antes do meu primeiro jejum de 40 dias e, em seguida, acompanhasse meu diário desde então, você veria uma coisa: minhas orações foram respondidas. Elas ainda estão sendo respondidas”, compartilha.

Em suma, o pastor Ronnie Floyd observa que a construção de uma disciplina de oração e jejum é acompanhada de peculiaridades: “Eu poderia mostrar-lhe todas as experiências de jejum a longo prazo em que Deus respondeu aos meus pedidos feitos diante d’Ele. Isso não significa que eles foram respondidos como eu preferia, mas isso não importa. Ele trabalhou em meu coração e eu fui liberado, totalmente confiante de que Deus estava aplainando o meu caminho”.

Ao final, ele explica que dedicar-se ao jejum e oração demonstra compromisso e postura de humilhação diante do Eterno: “Quando Deus vê que estamos falando sério sobre entregar a Ele nosso espírito quebrantado, Ele começa a fazer coisas que nunca vimos antes. É poderoso”.

Fonte: Gospel+