domingo, 9 de agosto de 2020

Chico César lança música contra Bolsonaro e ataca evangélicos na letra

Chico César ataca evangélicos na letra de sua nova música

Chico César, cantor que se tornou nacionalmente conhecido nos anos 1990 com o hit Mama África, lançou uma nova música com críticas ao presidente Jair Bolsonaro e ao segmento evangélico da sociedade brasileira.

O artista paraibano compôs e lançou a música Bolsominions são Demônios, em que se refere aos evangélicos como aqueles que “vão ao culto para brincar de amigo oculto com satã”. A reação foi imediata e muitos fiéis passaram a apontar a “intolerância religiosa” de Chico César.

Um dos que protestaram contra a música foi o pastor Estevam Fernandes, da Primeira Igreja Batista de João Pessoa, que lembrou que Chico César é um artista que tem enorme contribuição à cultura paraibana, porém disse que sua nova composição vai no limiar da liberdade de expressão, pois desrespeita aqueles que discordam de sua visão de mundo.

“Tenho muito respeito a Chico César. Ele é excepcional, representa a Paraíba, mas eu acho que, mesmo em nome da liberdade de expressão, não podemos desrespeitar os outros. Lamento que de alguma forma ele ofende espiritualmente a grande parte da população brasileira”, afirmou Fernandes, de acordo com informações do portal Paraíba Online.

Outra formadora de opinião que protestou foi a vereadora Eliza Virgínia (PP). Evangélica, a parlamentar de João Pessoa considera que o cantor ofendeu não só os eleitores do presidente Jair Bolsonaro, mas também os cristãos evangélicos.

“Ele envergonha a Paraíba. Quem está endemoniado é você e se você quiser, a gente faz uma oração e Deus tira o demônio de você”, disse a vereadora, valendo-se da já tradicional espontaneidade nordestina. Eliza Virgínia acrescentou que a postura de Chico César incita a “cristofobia” e irá fazer um voto de repúdio ao artista na Câmara Municipal da capital paraibana.

Confira a letra da nova música de Chico César:

Bolsominions são demônios
Que saíram do inferninho
Direto pro culto para brincar de amigo oculto com satã num condomínio

Bolsominions são vergonhas
Que pastavam distraídos
Whisky modesto, horror a festa
E a risada instruída

A bolsa de valores sem valores
Os corpos molhados sem alma
O sangue de barata e a raiva por toda humanidade que não quer ser salva

A bolsa de valores sem valores

Os corpos molhados sem alma

O sangue de barata e a raiva por toda humanidade que não quer ser salva

Fonte: Gospel+

quarta-feira, 5 de agosto de 2020

Polônia: primeiro-ministro ora em frente a estátua de Jesus vandalizada por LGBTs

Polônia: premiê ora em frente estátua de Jesus vandalizada
Ativistas LGBT profanaram uma estátua que representa o calvário de Jesus carregando sua cruz. O monumento, localizado na Basílica da Santa Cruz na cidade de Varsóvia, capital da Polônia, foi visitado pelo primeiro-ministro Mateusz Morawiecki, que se referiu ao incidente como escandaloso.

O político conservador repudiou o desrespeito da militância LGBT contra um símbolo do catolicismo: “A condição básica de qualquer debate civilizado sobre tolerância é definir os limites dessa tolerância. Você pode justificar qualquer comportamento, mesmo o mais iconoclasta, lutando pela sua visão do mundo? O fim justifica os meios? Definitivamente não!”, afirmou o chefe de governo.

De acordo com informações do portal Poland In, o primeiro-ministro lembrou que a figura de Cristo de Krakowskie Przedmieście não é apenas um símbolo religioso, mas também uma testemunha da dramática história de Varsóvia: “A mesma Varsóvia que sofreu nas mãos de pessoas que não toleravam uma visão do mundo além da sua”, relembrou, fazendo referência ao comunismo.

“Cada lado da grande disputa ideológica de nossos tempos, que está crescendo em todo o mundo e cujos efeitos também são sentidos na Polônia, deve entender que existem certos limites ao nível de agressão que não podem ser excedidos. E não estamos falando apenas de agressão física, mas, acima de tudo, da mídia e da agressão verbal – na esfera da cultura, símbolos e ideologia, porque hoje esse tipo de agressão tem um impacto muito maior na sociedade”, pontuou.

Mateusz Morawiecki destacou que a população polonesa deseja “viver em um país tolerante que respeite diferentes pontos de vista” e esse postulado tem sem apoio: “Como primeiro-ministro do governo polaco, estarei sempre em guarda da liberdade de expressão e pensamento. Esses valores estavam e estão intrinsecamente ligados à Polônia”.

A Polônia é um dos países onde o movimento conservador tem maior força, e uma das premissas defendidas é que as pautas progressistas tendem a dividir a sociedade. Sobre isso, Mateusz Morawiecki se posicionou claramente: “Eu não vou permitir! Na Polônia, não cometeremos os erros do Ocidente. Todos nós vemos ao que a tolerância em relação à barbárie leva. Tolerância também significa reciprocidade. Sem respeitar os ideais da maioria, todas as minorias vencem apenas inimigos, em vez de ganharem simpatizantes”, teorizou.Iconoclastia praticada por militantes LGBT em monumento que representa Jesus e sua cruz; Foto: reprodução/Twitter ‘Ultradireita’

Majoritariamente católica, a Polônia foi um dos países onde a repercussão negativa causada pelo filme A Primeira Tentação de Cristo, do Porta dos Fundos, teve maior ressonância. Por conta de um posicionamento do vice-premiê, que usou as redes sociais para pedir a remoção do Especial de Natal do catálogo da Netflix, parte da imprensa refere-se ao país como um epicentro da “ultradireita”.

Recentemente os poloneses reelegeram seu presidente, Andrzej Duda, que tem posicionamento contundente contra o progressismo. Durante sua campanha, ele afirmou que a militância LGBT promove um ponto de vista mais prejudicial que o comunismo e acrescentou que concorda com alas do movimento conservador no país que afirmam que “LGBT não é [sobre] gente, é uma ideologia”
Fonte: Gospel+

Impedir cultos pode custar caro a prefeitos nas próximas eleições, diz cientista político

Impedir cultos pode custar caro nas urnas, diz especialista
As próximas eleições podem ser marcadas por uma resposta de evangélicos e seguidores de outras religiões a prefeitos que vêm dificultando a reabertura de templos. Um cientista político acredita que as urnas poderão evidenciar aos candidatos como o comportamento ao longo da pandemia foi percebido pela população.

A suspensão dos cultos presenciais durante os primeiros meses da pandemia do novo coronavírus foi compreendida pelos fiéis e líderes evangélicos como uma contribuição necessária, mas agora, diante do processo de retomada das atividades econômicas, alguns prefeitos ainda resistem a liberar a reabertura dos templos.

O Jornal da Record ouviu o cientista político Pedro Costa, sobre o tema: “Nessas eleições, 2020, o recado vai ser dado nas urnas. Os prefeitos que se colocam contra à reabertura desses templos, e que eventualmente se colocaram a favor à reabertura de outros espaços, análogos, semelhantes, certamente vão ser punidos por essas comunidades de fiéis nas urnas”.

A reportagem da Record TV fez um levantamento apontando que aproximadamente 400 cidades no país ainda mantém restrições ao funcionamento dos templos, e citou, dentre outros, o exemplo do prefeito de Porto Alegre (RS), Nelson Marchezan Junior (PSDB).ANÚNCIO

Do ponto de vista social, a contribuição das igrejas e demais templos é vista pela psicanalista Valéria Amódio como essencial para a manutenção da saúde mental: “Essa experiência emocional é muito importante”, disse ela, sobre a participação nos cultos. “E nela vem, sim, a fé, porque aí a gente consegue detectar e conversar com nossos sentimentos, acolher o sentimento, seja ele ruim ou bom, e conseguir transformar”, acrescentou.

O aumento dos casos de violência doméstica durante o período de confinamento é outro aspecto abordado pela reportagem. A especialista no assunto Patrícia Alonso observa que as igrejas e demais templos têm um papel importante para evitar que a agressão se intensifique e se torne algo mais grave: “Essa pessoa não tem para onde ir, e aí ela vai para a igreja, é o único lugar que ainda está aberto para as missas, para os cultos. E nesse contexto de violência doméstica eu vejo que é o único lugar que ela ainda pode chegar, se abrir, e ter socorro”, comentou.

“Hoje, nesse período de pandemia, a igreja está fazendo colaboração de interesse público”, reiterou Patrícia Alonso.

O bispo Cristiano Guimarães, da Igreja Sara Nossa Terra, destacou a necessidade intrínseca ao ser humano de buscar o transcendente ao enfrentar adversidades: “A fé é um instrumento de crescimento, de fortalecimento na vida das pessoas. Então, no momento de crise a fé é muito importante, a fé sustenta as pessoas nesse momento”, disse ele.

A mesma visão é compartilhada pelo bispo Vladimir Romera, da Igreja Renascer em Cristo: “Principalmente agora, nessa época de pandemia, é muito satisfatório, porque nós descobrimos o sentido da nossa vida em poder ajudar o próximo”, comentou.

Fonte: Gospel+

Ariovaldo Ramos diz ter sido incumbido por Deus para retirar Bolsonaro da presidência


Apelidado de “pastor lulista” pelo maior jornal do país, Ariovaldo Ramos está em plena militância contra o governo do presidente Bolsonaro, e usou as redes sociais para dizer que recebeu a incumbência divina de retirar o mandatário do cargo. A afirmação gerou manifestações de reprovação de seguidores do pastor no Twitter, e um comentário de um colega de ministério.

“Falei com Deus sobre o Bolsonaro na presidência, e Deus disse, pode tirar ele da presidência! Bora fazer a vontade de Deus!”, escreveu Ariovaldo Ramos na última terça-feira, 28 de julho.

Um dos seguidores de Ariovaldo no Twitter, o usuário Milton Junior comentou a publicação em tom de frustração: “Nota-se que não há mais temor do Senhor. Por cegueira ideológica, num só tuíte o sr. quebrou o 1º, 3º, 5º e 9º mandamentos, no mínimo. Usou o nome de Deus em vão, mentiu, desrespeitou à autoridade, tudo em nome do deus Estado. Lamentável”.

Outro internauta a reprovar a manifestação do pastor foi Thiago Kneipp: “Certa feita eu ouvi um homem de Deus que falava e nosso coração se enchia de alegria e temor a Deus, hoje só ouço mais um desses que pregam o bom e velho ‘evangeliquês’. Ariovaldo, uma dica irmão, ‘mais de Deus, menos de você’. (Ps. uma palavra que ouvi da sua boca)”.

“A sua bandeira passou ser mais à esquerda que Cristo nos últimos anos. Tenho saudades do Ari de alguns anos atrás. Que você volte a combater o bom combate. Foi Cristo que morreu por nós e não uma ideologia seja esquerda, direita ou centro”, escreveu Thiago Guedes, que recebeu de resposta do pastor uma provocação: “Eu orei, Deus respondeu. Se você não gosta, fale com Ele”.
“Ariovaldo e o deus Estado”

O pastor Renato Vargens usou sua página no Facebook para repercutir a declaração do colega de ministério, e fez ponderações a respeito da polarização que se formou em torno do debate público sobre política no Brasil.

“Antes de qualquer coisa é preciso deixar claro que eu discordo daqueles que quebram o terceiro mandamento usando o nome de Deus para eleger políticos. Discordo daqueles que fazem do presidente da república um tipo de Messias, salvador da pátria, coisa que ele não é. Discordo da beligerância sebastianista feita em favor do presidente, bem como da apologia defendida por alguns quanto a sua inerrância”, afirmou Vargens, indicando que sua discordância não se dá pela figura de Jair Bolsonaro, mas de princípios de fé.

“Apesar disso, é preciso afirmar que o que Ariovaldo Ramos fez e faz em nome do ‘deus Estado’ é assustador. Lamentavelmente para justificar sua ideologia, seu esquerdismo e marxismo, Ariovaldo tomou o nome do Deus da Bíblia em vão, advogando ter recebido a missão de tirar o presidente da República da sua função”, lamentou o pastor da Igreja Cristã da Aliança. “Para piorar a situação, o pastor supracitado, usa do messianismo que tanto combate, tomando para si a prerrogativa de profeta, cuja missão é derrubar um presidente eleito democraticamente, o que não coaduna com os valores de um Estado democrático de direito”, acrescentou.
Fonte: Gospel+

Cristãos cantam e oram em ônibus a céu aberto para levar esperança na pandemia

Cristãos cantam e oram em ônibus a céu aberto para levar esperança ...
Um grupo de cristãos teve uma iniciativa muito bem vinda ao resolver levar uma mensagem de esperança, amor e fé para a população de Londres, na Inglaterra, durante a pandemia do novo coronavírus.

Eles utilizaram um ônibus semiaberto percorrer as ruas da cidade, cantando muitos louvores, proferindo mensagens de amor e salvação, falando da bondade e cuidado de Deus durante esse momento difícil.

O evento foi chamado de turnê Worship the King. Todos no ônibus com microfones e o veículo equipado com alto-falantes, eles passaram por trechos de referência em Londres, como no Picadilly Circus, Casas do Parlamento, Abadia de Westminster, Downing Street e o Palácio de Buckingham.

Os cristãos cantaram músicas como “How Great Is Our God” (Quão grande é o meu Deus). Enquanto o ônibus se deslocava, o grupo chamava atenção da população que reagiu bem à iniciativa, aplaudindo e fazendo sinais de aprovação.

Iniciativas como essa são muito gratificantes e ajudam a fortalecer os mais abatidos por causa da pandemia. Ele também faz a conscientização da necessidade de busca incessante a Deus.

“Meu coração é que, primeiro, precisa acontecer um despertar nas pessoas que já estão salvas. Especialmente com esse bloqueio [na pandemia], percebemos que Deus está nos atraindo para cada vez mais perto”, disse Beatrice Gboyega, líder da organização do evento.

“Eu acredito que isso despertará o corpo de Cristo, porque precisa haver essa unidade, e é disso que fazemos parte quando oramos pela unidade, como um corpo”, destacou.

Segundo Beatrice, além de levar uma mensagem de esperança e superação, a intenção da iniciativa também foi alcançar “pessoas que não conhecem a Cristo, desejamos que as almas sejam libertadas, que as pessoas cheguem ao conhecimento de que há alguém que a criou e que a ama tanto”.

O atual contexto fez com que muitos líderes cristãos enxergassem no momento a oportunidade de anunciar a Cristo, visando fortalecer às pessoas através de trabalhos como esse, durante a pandemia.

“Não é preciso passar pelas dificuldades que você passa sozinho, [a pessoa] deve saber que realmente há esperança”, disse Beatrice, segundo informações do Premier

Fonte: Gospel+

3 vítimas do engavetamento estavam indo orar no monte

Jovens tinham saído da igreja e se encaminhavam para grupo de oração
Grupo estava a caminho de de vigília no momento do acidente Foto: Reprodução

Três jovens que morreram no engavetamento deste domingo (2), em São José dos Pinhais, em Curitiba, estavam a caminho de um grupo de oração na hora do acidente. As irmãs Jéssica Oliveira, de 22 anos, e Ester Nunes, de 20, além de Fernando Jaroz, também de 20, estavam no acostamento da BR-277 quando foram atropelados por um caminhão.

O veículo foi o último envolvido no engavetamento entre 22 carros.




Ester e Fernando eram casados e haviam acabado de deixar a filha deles, uma bebê, na casa da avó materna.

– Eles tinham acabado de sair da igreja, fica no Boqueirão, e estavam indo para um monte orar, seguiam sentido pedágio, quando o acidente aconteceu. Todo mundo sem chão – disse Diego Daniel Gomes, primo das irmãs, ao site Banda B.

Diego também confirmou que o grupo estava no acostamento quando foi surpreendido.

– Eles desceram do carro e estavam no acostamento, foram atropelados fora. O pai não foi atingido. A minha prima deixou o bebê dela em casa, com a mãe, antes de ir para a vigília. Fazia tempo que eles queriam ir, ontem saíram da igreja, deixaram a bebê e foram. Ficamos sabendo do acidente e depois soubemos que eram da família – disse.

Além dos três jovens, outras cinco pessoas também morreram no engavetamento.

Fonte: Pleno News

Bispo sai em defesa de Felipe Neto e diz que youtuber é “voz profética”


Bispo sai em defesa de Felipe Neto: "Voz profética"
O bispo Hermes C. Fernandes, um dos mais ativos defensores do progressismo entre os evangélicos que se opõem aos principais líderes religiosos do segmento, saiu em defesa do youtuber Felipe Neto, a quem referiu como “voz profética”.

Fernandes, que dirige a Igreja Reina, é opositor do governo de Jair Bolsonaro e associou o repúdio abrangente que se percebe contra Felipe Neto a uma suposta ação coordenada dos apoiadores do presidente.

“Bastou que ele [Felipe Neto] usasse suas redes sociais para criticar o atual governo brasileiro, e que aparecesse no The New York Times referindo-se a Bolsonaro como ‘o pior presidente do mundo’ no trato da pandemia da COVID-19, para que o gabinete do ódio apontasse sua metralhadora de fake news em sua direção. Felipe Neto tem tido o seu nome associado à pedofilia, fato que já foi amplamente desmentido. A mesma metralhadora tem sido apontada na direção de artistas como a Xuxa, Chico Buarque, Caetano Veloso, e tantos outros, e até de políticos que abandonaram o barco bolsonarista depois de se desiludirem”, comentou o pastor.

Em seguida, Hermes C. Fernandes ecoa acusações, dizendo que as manifestações contrárias aos ideais progressistas partem de “robôs sempre prontos a disparar hashtags e notícias falsas”, e acrescenta que essa suposta estrutura organizada conta com “artilharia pesada de pastores que não se constrangem em usar suas próprias redes sociais para espalhar boatos e destruir reputações”.

Após acusar, o bispo diz que quem acusa cumpre o papel do diabo: “Alguns demonstram maior lealdade ao governo do que ao seu próprio chamado ministerial. Com isso, a igreja evangélica perde não apenas fiéis, mas também credibilidade e relevância. Qualquer um que se atreva a atravessar seu caminho, desafiando sua agenda moralista hipócrita e se opondo aos seus interesses políticos, deve ser massacrado sem misericórdia. Nem que para isso, tenham que vasculhar o passado de seus desafetos, fazendo o papel do diabo, o acusador”.

Em outro trecho, o pastor volta a acusar dizendo que a campanha que elegeu o presidente Jair Bolsonaro foi baseada em mentiras: “Bem fariam se recordassem das célebres palavras de Jesus: ‘Quem com ferro fere, com ferro será ferido’. Desafio-os a desertar das fileiras bolsonaristas para ver o que lhes acontece. Se não pouparam alguns dos pilares de sua funesta campanha eleitoral baseada em mentiras, o que não farão a pastores que se arrependerem de negociar o evangelho transformando-o em discurso de ódio?”, questionou o pastor.

Em março de 2019, segundo informações do portal G1, o ministro Luiz Edson Fachin, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou que o candidato derrotado do PT à Presidência, Fernando Haddad, e sua coligação pagassem multa no valor de R$ 176,5 mil por impulsionamento irregular de conteúdo contra seu adversário, Jair Bolsonaro [à época no PSL], que venceu a disputa.

Esse fato, omitido na mensagem que o bispo compartilhou em sua página no Facebook, é seguido pela definição que o líder religioso faz dos opositores do movimento conservador que conta com muitos evangélicos em suas fileiras: “Enquanto pastores se associam ao desgoverno, vozes proféticas ecoam nas redes sociais através dos lábios e dos posts de pessoas como Felipe Neto, Gregorio Duvivier, Emicida e tantas outras”.

“O que me traz algum alento é saber que nem todo joelho se dobrou a este ídolo de carne e osso. Entre os pastores, há muitos comprometidos com o evangelho a ponto de arriscarem suas reputações. Poderia citar alguns nomes aqui, mas não o farei com receio de cometer alguma injustiça. Minha esperança é de que a igreja evangélica brasileira sobreviva a estes tempos odiosos, fazendo coro com os que clamam por justiça e não com os que alimentam o ódio e o preconceito”, finalizou

Fonte: Gospel+