terça-feira, 3 de agosto de 2021

Neurologista diz que ser grato a Deus faz bem ao cérebro: “Provoca mudanças no corpo”

Segundo o neurologista David Perlmutter, ser grato a Deus pode fortalecer o cérebro e diminuir o estresse.
A gratidão é agradável não somente a Deus, mas também à saúde do corpo. (Foto: Reprodução)

Especialistas garantem: a gratidão é agradável não somente a Deus, mas também à saúde do corpo. Segundo o neurologista David Perlmutter, ser grato a Deus pode fortalecer o cérebro.

“Estou falando da gratidão em termos de ação”, disse ele em entrevista à CBN News. “A expressão de gratidão ultrapassa os nossos pensamentos. Ela se estende para nossas ações do dia a dia”.

“Nós sabemos que quando participamos de ações que estão em torno da gratidão, o que é certamente nossa nobre obrigação, há mudanças químicas no corpo e no cérebro que são boas para nós”, afirmou o Dr. Perlmutter.

O médico prosseguiu explicando: “Temos redução em vários produtos químicos de estresse que são prejudiciais, como o cortisol, e fomentamos o crescimento de certas áreas do cérebro que aumentam a percepção do mundo como um bom lugar”.

Perlmutter explica que quanto menos enxergamos o mundo de forma positiva, mais o cérebro o encara de maneira negativa. “Portanto, é a prática da oração, da expressão de gratidão e do amor no dia a dia que nos envolve e, por fim, tem uma positividade muito autossuficiente. É bom para o nosso cérebro e para a saúde”.

O especialista ainda enfatizou que ser grato pode provocar um impacto positivo nos relacionamentos. “Ao expressarmos gratidão, mudamos a maneira como vemos o mundo. O mundo parece menos ameaçador. Nos tornamos mais propensos a engajar esses relacionamentos com outras pessoas e sentimos que outras pessoas estão sendo abençoadas”, observa.

Fonte: Guiame

Coluna de nuvem protege fronteira de Israel e chama atenção nas redes sociais; assista

A coluna de nuvem se formou na parte síria da fronteira, se limitando aos muros de Israel. O fenômeno se tornou uma espécie de barreira da nação judaica.

Em meio a intensificação das atividades terroristas na região das Colinas de Golã, localizadas entre o território de Israel e Síria, uma espécie de barreira formada por uma nuvem foi registrada por soldados israelenses na manhã da última quinta-feira (1).

A coluna de nuvem se formou completamente na parte síria da fronteira, se limitando aos muros de Israel. O fenômeno se tornou uma espécie de barreira da nação judaica e tem chamado atenção nas redes sociais.

O vídeo registrado por um dos soldados das Forças de Defesa de Israel mostra o fenômeno cercando a fronteira do país e alguns militares filmando o momento. As imagens tiveram mais de 6,3 milhões de visualizações no Facebook e foi compartilhada por mais de 169 mil pessoas até o momento.

Muitos internautas têm classificado a tempestade de nuvem como uma "intervenção divina". "Este é um grande milagre! Observe como Deus parou esta enorme tempestade exatamente na fronteira. Obrigado pai!", escreveu Yifat Romano.

"O que mais você precisa para acreditar em Deus?", questionou Netanel Tanaami. "O Criador do mundo está nos protegendo", afirmou Nissim Nahoum.

Dias antes do surgimento da barreira de nuvem, quatro militantes do Estado Islâmico dispararam contra uma patrulha das Forças de Defesa de Israel no lado sírio da fronteira, registrando o primeiro ataque direto do grupo terrorista à tropa israelense.

Os soldados israelenses responderam imediatamente ao ataque, deixando mortos os quatro terroristas. Nenhum militar ficou ferido.

Assista aqui!

Fonte: Guiame

Três episódios em que o STF impediu o governo federal de agir na pandemia

Corte nega que tenha proibido o governo federal de agir na pandemia.
Ministros do STF (Foto: Nelson Junior / STF)

“Uma mentira repetida mil vezes, vira verdade?”, questionou o Supremo Tribunal Federal (STF) em uma publicação polêmica em suas redes sociais, onde afirma que a Corte “não proibiu o governo federal de agir na pandemia”, apesar de ter tomado decisões que justamente impediram a ação do governo durante a crise.

Apesar da negativa, decisões dos ministros do Supremo prejudicaram sim a atuação do governo federal, ainda que ações de Bolsonaro tenham sido colocadas em prática, como a distribuição do auxílio emergencial, que salvou muitas famílias de passarem necessidades enquanto governadores e prefeitos impuseram o fechamento das atividades econômicas

Durante a pandemia do novo coronavírus, Bolsonaro viu o STF impedir a veiculação de campanha publicitária do governo federal contra o isolamento social e a imposição de medidas restritivas nos estados.

O Gospel Prime foi buscar cinco episódios em que o STF impediu o governo federal de agir na pandemia, enquanto Bolsonaro chamava a atenção para a necessidade de manter atividades econômicas, pois isso poderia resultar em desemprego e miséria.

Autonomia a governadores e prefeitos na pandemia
Em abril de 2020, o plenário do STF decidiu por unanimidade que governadores e prefeitos poderiam baixar medidas restritivas, supostamente para conter o avanço do coronavírus, incluindo o fechamento do comércio, barreiras dentro das cidades (impedindo a livre circulação) e escolha de serviços essenciais.

O presidente havia sinalizado a possibilidade de garantir, através de decreto, que algumas atividades pudessem ser retomadas, afirmando que só esperava “o povo pedir mais” para assinar a medida.

No entanto, de acordo com a decisão do STF, o governo federal só poderia editar medidas em situações de abrangência nacional, como o funcionamento de rodovias, impedindo que o governo garantisse a retomada econômica.

Veto a campanha publicitária sobre isolamento
Após a Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom) divulgar, no fim de março, peças com o slogan “O Brasil Não Pode Parar”, o ministro do STF, Luís Roberto Barroso, proibiu que o governo contratasse campanha publicitária que conscientizasse sobre o isolamento responsável, garantindo a proteção da Economia.

De acordo com Barroso, a campanha seria “desinformativa” por contrariar orientações de órgãos internacionais, como a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Antes mesmo da veiculação das peças, uma decisão da Justiça Federal do Rio também no sentido de proibir a veiculação do slogan pelo governo federal levou a Secom a apagar as postagens. A secretaria também negou que a campanha era contra o isolamento, o que o próprio presidente da República já havia dito, defendendo responsabilidade com as atividades econômicas.

Proibindo igrejas de reabrirem
O presidente Jair Bolsonaro decidiu, em março de 2020, que as igrejas e atividades religiosas deveriam ser classificadas como essenciais, principalmente pelo serviço de apoio humanitário, emocional e espiritual que oferecem para a sociedade.

No entanto, estados e municípios decidiram estabelecer medidas contra essas atividades, restringindo a participação ou até mesmo fechando as igrejas. Houve vários episódios de abuso contra igrejas, principalmente evangélicas, inclusive com detenções de pastores.

Em abril de 2021, quando a crise causada pela pandemia começava a ser controlada, ministros do Supremo decidiram que estados e municípios poderiam manter as igrejas fechadas, contrariando o desejo do governo federal.

Fonte: Gospel Prime

Desertor do judô iraniano dedica medalha de prata à Israel nos Jogos Olímpicos

Saeid Mollaei é um apoiador de Israel desde 2019, quando denunciou o antissemitismo da equipe iraniana com os competidores israelenses no Campeonato Mundial de Judô
Saeid Mollaei, da Mongólia, nos Jogos Olímpicos em Tóquio. (AP Photo / Vincent Thian).

Saeid Mollaei, um ex-judoca iraniano que agora representa a Mongólia, conquistou a medalha de prata no Judô, na categoria masculina de até 81 kg, e dedicou a vitória a Israel.

Em entrevista ao Canal de Esportes de Israel, Mollaei agradeceu o apoio que recebeu da nação israelense ao longo dos anos:

“Obrigado a Israel pela boa energia. Essa medalha é dedicada também a Israel. Espero que os israelenses estejam felizes com esta vitória”. O atleta ainda acrescentou em hebraico: “Todah” (obrigado).

A prata nos Jogos de Tóquio foi a primeira medalha do judoca, dois anos depois de ele ter desertado dojudô do Irã por não concordar com a atitude antissemita da equipe com os competidores israelenses.

Em 2019, Mollaei revelou que os treinadores da seleção iraniana ordenaram que ele perdesse as semifinais do Campeonato Mundial, de 2019, para evitar o confronto com o israelense Sagi Muki na final. Após a deserção, Mollaei se mudou para a Alemanha e adquiriu a cidadania mongol.

O judoca israelense da mesma categoria que o ex-irariano, Sagi Muki, parabenizou o amigo pela conquista olímpica.

“Estou muito feliz por Saeid. Eu sei o que ele passou, e o quanto ele queria. Ele é um amigo muito próximo e estou muito feliz por ele ter conseguido realizar seu sonho. Ele merece. Sua jornada é incrivelmente inspiradora”, disse Muki em uma entrevista coletiva a repórteres israelenses na terça-feira (27).

Saeid Mollaei e o israelense Sagi Muki se tornaram amigos após o incidente do Mundial de 2019 e os judocas têm se apoiado desde então. Em fevereiro deste ano, Mollaei competiu no campeonato internacional de judô Grand Slam, realizada em Israel, e afirmou à CNN que a nação israelense tem sido "muito bom para mim desde que cheguei", e que a equipe israelense de judô "têm sido muito gentil. Isso é algo que nunca esquecerei”.

A história da improvável história entre os judocas israelense e irariano vai ser contada para a televisão pela Tadmor Entertainment de Israel.

Os campeões de judô Saeid Mollaei, à esquerda, e Sagi Muki são amigos desde o incidente de 2019. (Foto: PR).

Antissemismo em Tóquio
A homenagem à nação de Israel feita pelo ex-judoca irariano Saeid Mollaei acontece depois de dois episódios de antissemismo no judô nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Dois judocas foram suspensos das Olimpíadas depois de se recusarem a competir com o israelense Tohar Butbul.

Mohamed Abdalrasool, do Sudão, não compareceu à competição marcada contra Butbul na categoria de 73 kg na segunda-feira (26), sem justificar sua ausência. E no sábado (24), Fethi Nourine, da Argélia, desistiu das Olimpíadas para evitar o confronto com Butbul, declarando seu apoio à causa palestina.

O Comitê Olímpico Internacional (COI) prometeu investigar os casos de discriminação racial contra o israelense Tohar Butbul.

“Obviamente, o COI está sempre preocupado com esses casos e os está monitorando de perto. Claramente, se houver abusos flagrantes da Carta Olímpica, o COI tomará todas as medidas necessárias a esse respeito”, afirmou o diretor de solidariedade do Comitê Olímpico Internacional, James Macleod, em coletiva de imprensa em Tóquio, na terça-feira (27).

James acrescentou que a organização olímpica “deixou muito claro que a não discriminação, a autonomia — todos esses princípios que estão na Carta Olímpica — são coisas das quais não vamos recuar e adotaremos uma posição rígida em relação a todas elas”.

O comitê executivo da Federação Internacional de Judô (IJF) anunciou que suspendeu temporariamente o judoca Nourine e seu técnico Benikhlef. A Federação condenou a postura discriminatória de Nourine.

“A IJF tem uma política rígida de não discriminação, promovendo a solidariedade como princípio fundamental, reforçada pelos valores do judô. O judô é baseado em um forte código moral, incluindo respeito e amizade, para promover a solidariedade e não toleraremos qualquer discriminação, pois vai contra os valores e princípios fundamentais do nosso esporte”, afirmou.

Fonte: Guiame

Atleta que conquistou 3ª medalha de ouro nas Olimpíadas credita sua vitória a Deus

“No início da minha carreira, eu confiava apenas em mim e estava focado em ganhar uma medalha de ouro. Mas agora eu confio em Deus”.
Vincent Hancock credita todas as suas vitórias a Deus. (Foto: AP/Alex Brandon)

O atleta olímpico dos EUA, Vincent Hancock, conquistou a terceira medalha de ouro e estabeleceu recorde no tiro ao alvo em Tóquio, na segunda-feira (26). O morador da Geórgia, de 32 anos, teve um desempenho quase perfeito na final, acertando 59 skeets e errando apenas um.

Mas, nem sempre foi assim. O atleta conta que teve altos e baixos. Ele testemunha que, durante o pior momento de sua vida, tanto na carreira quanto no casamento, ele se rendeu a Deus e agora vive pela fé, ganhando ou perdendo.

O medalhista de ouro olímpico e tricampeão mundial sabia aos 10 anos que a modalidade do skeet alimentava uma paixão dentro dele. O atleta comenta que já competiu até em tempos de chuva e nevasca e que, independente das condições climáticas, “você tem que ter um desempenho perfeito todas as vezes. Então, para mim, não há maior desafio de tentar vencer a si mesmo todas as vezes”, compartilhou.

Força e determinação humana
Ele venceu seu primeiro campeonato mundial aos 16 anos e reconheceu que a autossuficiência e a determinação foram a chave para seu sucesso. “Trabalhei muito durante ‘anos e anos e anos’ para chegar a esse ponto”, disse.

Em 2008, enquanto treinava para as Olimpíadas de Pequim, ele se casou com Rebekah. Foi ela quem, silenciosamente, começou a mantê-lo fundamentado em Cristo. “Eu o encorajei a saber que Deus está no controle, em qualquer momento de preocupação ou necessidade. Deus está com a gente e nos protege”, ela disse.

“Eu sempre me achei um cristão, mas olhando para trás agora, eu era tudo menos cristão”, reconheceu Vincent. “Eu estava focado no ouro e esse era meu único pensamento. [Na época], eu queria que ela pensasse igual”, contou.

Vincent foi o campeão mundial e favorito para ganhar o ouro. Na verdade, ele ganhou sua primeira medalha de ouro nas Olimpíadas de 2008 e ficou em alta por algum tempo.

“Esse era o meu sonho. Esse era o meu objetivo. Então cheguei tão alto e venci o campeonato mundial em 2009 pela segunda vez”, disse Vincent. Mas, em 2010, Vincent só conquistou uma medalha e começou a ficar irritado e exigente em casa. “Foi o meu pior ano e também um dos nossos piores anos do nosso relacionamento, em 2011”, ele destacou.

“Eu estava competindo da pior forma, não estava mais me divertindo com aquilo e não sabia o que fazer”, continuou. Rebekah disse que tentou encorajá-lo. “Eu disse para que ele orasse para saber onde Deus desejava que ele estivesse e, dessa forma, Deus iria conduzi-lo”, lembrou. O marido aceitou seu conselho

Vontade de Deus
“Eu estava frustrado com ela, frustrado comigo mesmo, frustrado com Deus, E, naquela noite, eu orei e chorei por horas. Não sei exatamente por quanto tempo, mas sei que foi muito e também foi suficiente”, enfatizou.

O atleta contou que, naquela noite, Deus abriu seus olhos e mostrou tudo o que ele havia feito, os erros cometidos, mas também os acertos e coisas do passado que ele não fazia mais.

“Eu pude consertar as coisas, dizer que Deus estava certo e que eu sentia muito por ter chegado ao ponto de desejar apenas o sucesso nos esportes. Entendi que precisava me concentrar primeiro em Deus e na minha família”, ponderou.

“Nosso relacionamento floresceu como nunca antes e agora tudo está muito melhor”, disse Rebekah. Um ano depois, nas Olimpíadas de Londres, Vincent se tornou o primeiro atirador de “tiro ao alvo” a se tornar bicampeão olímpico.

Agora, ele credita suas vitórias a Deus e também a mudança de seu coração. “Ele mostrou a pessoa que eu realmente deveria ser, mesmo fazendo a mesma coisa. A diferença é que agora eu sou quem Ele quer que eu seja”, disse.

Em 2016, para surpresa de muitos, Vincent não conseguiu chegar à final olímpica carioca. Mas sua fé em Deus não foi abalada. “No início da minha carreira, eu confiava apenas em mim e estava focado em ganhar uma medalha de ouro. Mas agora sei o que realmente é a fé. É ter confiança no que Deus colocou em minha vida. Eu confio e acredito Nele, eu o amo e sou fiel a Ele. Ele é o meu Deus”, concluiu.

Fonte: Guiame

“Todo dia orei às 3h, pedi a Deus que realizasse esse sonho”, diz Ítalo

Sua manifestação de fé se deu após ele bater o japonês Kanoa Igarashi.
Ítalo Ferreira (Foto: Reprodução/YouTube)

O brasileiro Ítalo Ferreira, vencedor da primeira medalha de ouro olímpico do surfe, que estreou como modalidade nos Jogos de Tóquio, disse que orou todos os dias às 3h00 da madrugada para que Deus realizasse o seu sonho de colocar seu nome na história do esporte.

“Eu vim com uma frase pro Japão: diz amém que o ouro vem”, confessou. “Essa frase está do lado da minha cama, todo dia orei às 3h da manhã, pedi a Deus que realizasse esse sonho e tá aí, meu nome na história do surfe”, comemorou.

Sua manifestação de fé se deu após ele bater o japonês Kanoa Igarashi na grande final, que conseguiu avançar na competição ao enfrentar outro brasileiro, Gabriel Medina, sob suspeita de ter sido beneficiado pelos juízes.

“Eu treinei muito nos últimos meses, e Deus realizou meu sonho, só tenho que agradecer a Deus por me dar a oportunidade de fazer o que amo. Isso sou eu, fui pra dentro d’água, sem pressão, fazendo o que amo”, disse em meio às lágrimas.

O ouro de Ítalo é a quinta medalha conquistada pelo Brasil nos Jogos de Tóquio. Até o momento, o país já conquistou duas pratas no skate street, e dois bronzes, um no judô e outro na natação.

Fonte: Guiame

"A oração tem o poder de regenerar o cérebro", afirma médico cristão

"A oração tem o poder de regenerar o cérebro", afirma médico cristão
Dr. Don Colbert tem se especializado em investigar cientificamente os efeitos da fé e da oração sobre a saúde humana e os resultados são surpreendentes.
Dr. Don Colbert. (Imagem: CBN News)

Se você tem o hábito de orar, saiba que os benefícios desta prática abrangem as áreas espiritual, psicológica e também fisiológica. É o que tem afirmado o Dr. Don Colbert, um médico cristão, especialista em tratamentos naturais para retardar o envelhecimento e grande pesquisador de assuntos relacionados à cura pela fé.

Segundo o médico escreveu em um de seus artigos, mesmo que os benefícios da oração estejam sendo comprovados por meio de diversas pesquisas recentes, a complexidade do efeito desta prática ainda sendo compreendida pela Ciência.

"Muitas pessoas fazem uso desta prática [oração] aprensentam benefícios psicológicos e espirituais, como uma sensação de maior clareza, propósito, gratidão, senso de conexão, e bem-estar geral", explicou.

"No entanto", acrescentou, "os tipos de tese de benefícios subjetivos podem ser difíceis de medir cientificamente".

Falando sobre as pesquisas já concluídas sobre o assunto, Dr. Colbert citou um estudo, destacando que a oração acaba sendo a esperança para muitas pessoas que enfrentam doenças graves.

"Um estudo da Universidade de Rochester descobriu que 85% das pessoas que lidam com uma doença grave buscam ajuda na oração", explicou.

"Isso mostra que uma oração não é apenas um fenômeno cultural, mas um aspecto fundamental da experiência humana. No entanto, muitas pessoas ainda lutam para conciliar o poder da oração a uma visão de mundo científica", reconheceu o médico.

Orar faz bem à saúde
Continuando seu raciocínio, Dr. Colbert apontou outro médico, pesquisador e escritor que também reforça a tese da influência da oração sobre a saúde humana.

"Dr. Harold G. Koenig, da Universidade de 'Duke', autor de vários livros sobre fé e cura, diz que 'os estudos têm mostrado uma oração pode impedir que as pessoas adoeçam - e quando adoecem, a oração pode acelerar o seu processo de cura", citou.

Então, como é que isso acontece? Para explicar melhor este efeito da oração sobre a enfermidade ou até mesmo como uma prevenção, Colbert citou resultados de estudos do Dr. Herbert Benson, epecialista cardiovascular de Harvard, que explica a reação do corpo durante uma oração.

"Dr. Herbert Benson descobriu o que é chamado de 'resposta de relaxamento'. Este é o estado fisiológico que ocorre durante uma oração, envolvendo o sistema nervoso autônomo (automático), que muda ao longo de um o estado dominante parassimpático (responsável por descansar), ao contrário do estado do sistema nervoso simpático (responsável por sensações de luta, tensão), o qual maioria de nós passa a maior parte do dia", explicou.

"O ato da oração tem aumentado a produção de muitos neurotransmissores bem úteis, como a dopamina, que ajuda a promover um estado de relaxamento, foco, motivação e bem-estar", acrescentou Colbert.

Mas para quem pensa que os efeitos da oração sobre o corpo humano se limitam ao relaxamento, ainda há mais a aprender sobre isso.

"A oração pode ter um efeito a longo prazo positivo, chegando realmente a reprogramar e reconstruir o cérebro", afirmou o médico cristão.

Colbert explicou que estes efeitos já estão sendo comprovados por pesquisadores ao fazerem buscas mais minuciosas no cérebro humano.

"Podendo fazer uma varredura do cérebro, usando ressonância magnética (MRI), os pesquisadores têm conseguido observar mudanças fisiológicas que ocorrem nos cérebros daqueles que oram regularmente", explicou.

Colbert citou uma pesquisa desenvolvida por Lisa Miller, professora e diretora da Clínica de Psicologia e diretora do 'Instituto de Espiritualidade para o Corpo e a Mente', na Universidade de Columbia. Ela conduziu um estudo com 103 pessoas que estavam em um alto risco de depressão.

"Usando ressonância magnética, ela descobriu que os que têm o hábito de orar, tendem a ter um córtex cerebral mais espesso, o que é associado a um menor risco de depressão e ansiedade", explicou o médico.

Em seu artigo, Colbert ainda destacou um estudo de uma revista norte-americana, que destacou que a oração também é um forte "antídoto" contra as desordens psíquicas

"De acordo com um estudo publicado na revista 'Sociology of Religion' ('Sociologia da Religião') intitulado 'Oração, apego a Deus e sintomas de desordens entre os americanos', descobriu-se que aqueles (entre os 1,714 pacientes estudados) que tinham uma concepção sobre Deus como alguém associado ao amor e proteção, passaram por uma redução mais notável nos sintomas de ansiedade, comparados com os outros pacientes", explicou o médico.

Uma oração por dia mantém o médico longe
Dr. Colbert finalizou seu artigo, afirmando que se antes havia desconfianças com relação à oração (por parecer algo místico demais para os céticos), agora não há mais motivos para deixar de orar diariamente.

"Com tantos benefícios nos níveis físicos, psicológicos e espirituais, não há razão para deixar orar e/ou meditar todos os dias", afirmou Colbert.

O médico também explicou que o momento do dia separado para a oração faz a diferença na eficácia de todos estes benefícios. Porém reconheceu que a oração, sempre será benéfica de alguma forma.

"Os melhores momentos do dia são o começo da manhã e logo antes de dormir. No entanto, isto não quer dizer que você não possa orar no caminho para o trabalho, na fila do supermercado, sentado na sala de espera do consultório do médico ou antes das refeições", acrescentou.

"Que sejam 30 segundos De oração, reconhecendo o amor Deus e dando graças por todas como bênçãos em sua vida... Isso pode ter um efeito poderoso sobre o seu corpo, sua mente e seu espírito. Então, o que você acha? Se sente inspirado para revigorar o hábito da oração em sua vida?", finalizou o médico convidando a todos para desenvolver o hábito da oração.

Fonte: Guiame