sábado, 21 de outubro de 2017

Vivemos um tempo em que a "Palavra" não vale nada!

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Compromissos 
Devemos sempre cumprir a nossa palavra? 
Todos nós sabemos que é errado mentir. Mesmo cercados por falsas promessas de políticos e vendedores desonestos, ainda sabemos que devemos falar a verdade. Paulo disse: “Não mintais uns aos outros, uma vez que vos despistes do velho homem com os seus feitos” (Colossenses 3:9). Jesus disse: “... a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte” (Apocalipse 21:8). Tiago repetiu uma instrução do Mestre quando disse: “...seja o vosso sim sim, e o vosso não não...” (Tiago 5:12).

Todos devem refletir nas conseqüências das mentiras. Faz sentido sofrer a punição eterna para ganhar alguns anos de poder político? Para economizar alguns reais na declaração de imposto de renda? Para vender mais um carro ou mais uma geladeira? A desonestidade não compensa.
Se é pecado mentir, torna-se óbvio que devemos cumprir a nossa palavra. Vamos examinar o que as Escrituras ensinam sobre o cumprimento dos nossos compromissos.
Devemos cumprir a nossa palavra
“As palavras não têm peso. Só são cheques assinados quando são acompanhadas dos atos. As palavras que falam e não agem de acordo com o que dizem são cheques sem fundos” (Marisa Raja Gabaglia).
É comum exigir que os outros falem a verdade, ou pelo menos esperamos tal atitude das pessoas ao nosso redor. A mentira trai a confiança e destrói relacionamentos com amigos, parentes, etc.

Como tratar diversos compromissos
É importante sermos pessoas honestas, conhecidas pela seriedade e determinação de cumprir a nossa palavra. Quase todos os compromissos podem e devem ser cumpridos.
Há, porém, algumas situações especiais. Às vezes, somos impedidos de cumprir a nossa palavra. Em alguns raros casos, temos motivos certos para mudar e não fazer o que pretendíamos. Vamos examinar vários tipos de compromissos e ver como o servo de Deus deve encarar cada um.

Compromissos normais devem ser cumpridos
Antes de considerar algumas circunstâncias especiais, precisamos entender o princípio básico que governa os servos de Deus: Devemos cumprir os nossos compromissos. Sempre foi assim. Moisés ensinou: “O que proferiram os teus lábios, isso guardarás e o farás” (Deuteronômio 23:23). O diabo é “pai da mentira”, e as pessoas que vivem mentindo são filhos dele, não servos de Deus.
Na sociedade atual, em que o relativismo moral e as noções da “ética de situação” dominam o pensamento de muitas pessoas, a idéia de ser verdadeiro em relação aos compromissos parece coisa do passado. Tais atitudes destroem a fibra da família e da sociedade.
Quando assumimos uma dívida ou assinamos um cheque, devemos pagar o valor devido. Quando assinamos um contrato, devemos cumpri-lo. Quando marcamos um compromisso, devemos aparecer na hora marcada. A nossa palavra deve ser confiável.
Um exemplo importante é o compromisso do casamento. Desde o princípio, Deus ensinou que o casamento é um compromisso absoluto que deve terminar somente na morte de um dos cônjuges. Jesus reafirmou a permanência do casamento: “Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem” (Mateus 19:6). Seja por traição ou por “incompatibilidade de gênios”, o divórcio sempre envolve pecado por parte de um ou ambos os parceiros. Quando falamos “sim” para entrar num casamento lícito, assumimos um compromisso que deve ser cumprido. O divórcio não é opção.

Compromissos errados não devem ser cumpridos
Ananias e Safira fizeram um acordo – um compromisso entre si – e cumpriram seu plano. A conseqüência foi grave e imediata – os dois foram mortos (Atos 5:1-11). Neste caso, pecaram em cumprir sua palavra por terem feito um compromisso errado. Nunca devemos dar a nossa palavra para fazer algo de errado. Se tivermos assumido compromissos deste tipo, não devemos cumpri-los.
Assim um bandido que promete matar ou roubar deve voltar atrás e se arrepender do seu plano errado. Um funcionário que concorda em mentir pela empresa deve quebrar este “compromisso” errado. E uma pessoa que dá a sua palavra de ficar com um parceiro num casamento ou outro relacionamento ilícito deve sair deste pecado.
Quando falamos de compromissos errados, devemos entender que a palavra de Deus é o padrão que distingue entre o certo e o errado. Um compromisso prejudicial a nós, mas que não fere nenhum princípio da palavra de Deus, deve ser cumprido. Veremos mais sobre compromissos desse tipo no próximo ponto.

Compromissos desvantajosos devem ser cumpridos
O mundo egoísta valoriza a felicidade própria acima do dever aos outros, e assim considera normal não cumprir compromissos prejudiciais. às vezes, comerciantes fecham contratos e depois percebem que sairão no prejuízo. Muitos acham normal voltar atrás e não cumprir a sua palavra. “Trabalhar por adquirir tesouro com língua falsa é vaidade e laço mortal” (Provérbios 21:6).
Muitas pessoas casadas se arrependem quando percebem que o parceiro não é tudo que esperavam, e acham normal quebrar o compromisso do casamento. Davi perguntou: “Quem, SENHOR, habitará no teu tabernáculo? Quem há de morar no teu santo monte?” e incluiu na resposta esta característica do homem justo e íntegro: “O que jura com dano próprio e não se retrata” (Salmo 15:1,4).
A nossa palavra falada dever ser honrada. Em casos de litígio, um juiz dará prioridade às evidências escritas – comprovantes de pagamentos, contratos ou cheques assinados, etc. Mesmo quando não colocamos nada no papel, devemos cumprir a nossa palavra. Falou que faria? Então faça!
Em alguns casos de negócios prejudiciais, há uma possível saída. Provérbios 6:1-5 aconselha a pessoa que assumiu um compromisso precipitado, de ser fiador do outro, a se prostrar e implorar que o outro o livrasse do seu compromisso. Às vezes, uma conversa amigável, em que explicamos o nosso erro, pode comover a outra pessoa a nos livrar de um acordo. Caso contrário, ainda devemos cumprir a palavra!
Já deu sua palavra? Foi uma coisa honesta e certa diante de Deus? A outra pessoa não o libertou do seu acordo? Mesmo quando seu compromisso lhe traz sofrimento e tristeza, seja fiel em cumpri-lo!

Compromissos que não cabem a nós podem ser anulados
Nunca devemos agir sem autorização. Ninguém tem direito de vender um terreno que não lhe pertence ou assinar um cheque da conta de uma outra pessoa. Um filho menor de idade deve ter a permissão dos pais para fazer um contrato, e uma mulher casada deve ter a autorização do marido antes de fazer negócios (Colossenses 3:18; Efésios 5:22; cf. o ensinamento de Números 30 sobre votos feitos no Antigo Testamento).

Compromissos impossíveis devem ser explicados
A pesar de todas as boas intenções de pessoas honestas, circunstâncias podem surgir que dificultam ou impossibilitam o cumprimento da nossa palavra. Marcamos compromissos, mas não temos controle de diversos fatores. Um ônibus pode quebrar. Chuvas podem causar alagamentos e fechar ruas. Problemas de saúde podem surgir inesperadamente. Empecilhos fora do nosso controle podem forçar mudanças em nossos planos. De fato, todos os planos devem ser feitos com entendimento das nossas próprias limitações. Por este motivo, devemos dizer: “Se o Senhor quiser, não só viveremos, como também faremos isto ou aquilo” (Tiago 4:15).
Quando não conseguimos cumprir a nossa palavra, devemos explicar o motivo e pedir desculpas à outra pessoa. Se não fizer isso, ela pode perder a confiança em nós. Paulo deu um exemplo quando explicou aos coríntios a mudança nos seus planos de viagem (2 Coríntios 1:15-24).
A maioria dos problemas com os nossos compromissos pode ser evitada por aplicar o princípio ensinado em Provérbios 19:2 – “Não é bom proceder sem refletir, e peca quem é precipitado” (cf. Provérbios 20:25; 29:20).

Deus cumpre suas promessas
Deus sempre cumpre suas promessas. Ele é verdadeiro (João 8:26; 17:3; Romanos 3:4; 1 Tessalonicenses 1:9; Apocalipse 6:10). Ele tem toda a sabedoria, e nunca age de uma maneira irrefletida ou precipitada (Romanos 11:33). Podemos confiar em tudo que Deus fala, “pois quem fez a promessa é fiel” (Hebreus 10:23).
E nós, como servos de Deus, devemos imitar seu exemplo perfeito, refletindo bem, falando a verdade e cumprindo a nossa palavra!

Por Dennis Allan

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Vestida de demônio, drag queen conta histórias para crianças nos EUA

A iniciativa foi parte do 'mês da história LGBT', na Biblioteca do Bairro de Michelle Obama, em Long Beach (EUA).
Apesar da foto ter sido retirada do perfil oficial da Biblioteca no Instagram, um usuário do Facebook denunciou o flagrante. (Imagem: Facebook)

Uma biblioteca pública da Califórnia está sendo amplamente criticada pelos cristãos e elogiada por satanistas por realizar sessão de uma hora de histórias infantis, com uma drag queen vestida como um demônio de cinco chifres.
A iniciativa foi parte do mês da história LGBT, na Biblioteca do Bairro de Michelle Obama, em Long Beach. Durante a sessão, a drag queen Xochi Mochi contou histórias para crianças em um sábado, segundo informou o jornal 'The Blaze'.
A biblioteca publicou uma foto de Mochi contando uma história para as crianças. A foto gerou inúmeros protestos e foi removida do perfil oficial da Biblioteca no Instagram, mas por ter viralizado rapidamente, muitos internautas acabaram fazendo capturas de tela para comentar o caso na internet.
Vários residentes locais e pais ficaram indignados com o fato de que o evento tenha sido permitido.
A afiliada da CBS em Los Angeles informou na última segunda-feira (16), que o deputado republicano Omar Navarro perguntou: "O que estamos ensinando às crianças na escola? Ensinamentos demoníacos vivos em Long Beach. Estou indignado que tenham permitido isso".
O editor conservador norte-americano Rod Dreher, autor de 'The Benedict Option', opinou em seu blog na terça-feira: "Lembre-se, os bibliotecários públicos convidaram esse lunático para ler livros para crianças. E os pais escolheram enviar seus filhos para ouvi-lo".
"Não, não há nada de errado com essa nossa cultura", acrescentou o editor, sarcasticamente.
Mochi, no entanto, ficou feliz pela oportunidade, descrevendo isso no Instagram como "uma das melhores experiências que teve drag queen".
"É tão importante ter representação e normalizar todas as letras em LGBTQIA + no cotidiano. Eu vi tantos rostinhos animados e isso encheu meu coração com tanta alegria. Espero voltar em breve", Mochi escreveu.
Alguns comentaristas elogiaram Mochi, como um dos quais respondeu: "Muito obrigado por ter vindo à biblioteca, ler para crianças e ser MARAVILHOSA!".
Em uma entrevista para o blog 'The Drag Enthusiast', em dezembro de 2015, Xochi Mochi descreveu-se como "um palhaço assassino do espaço", que "encarna diferentes palhaços culturais como o tradicional 'White Face' americano, o 'Pierrot' francês, o japonês 'Harijuku' e as interpretações sexy de alienígenas com combinações entre si para encarnar um certo aspecto ou emoção".
Da mesma forma, o Twitter do Mochi traz em sua descrição um "alerta": "Atenção, terráqueos: Aqui é Xochi Mochi, seu morador morador palhaço do espaço sideral. Sou uma drag queen e amo tacos".
A Biblioteca Pública de Long Beach contou com a colaboração do Centro LGBTQ de Long Beach, a rede GSA e a Corte Imperial de Long Beach, para sediar o evento. A sessão de histórias com Mochi foi seguida pela apresentação de temas LGBT às crianças com temas, como um workshop de histórias LBGTQ.

Fonte: Guiame

Bebê de 2 anos brinca com celular e faz transmissão ao vivo do banho da mãe

Os aparelhos tecnológicos estão cada vez mais presentes no dia-a-dia das pessoas. Hoje em dia é difícil nos imaginar longe dessas tecnologias. O celular, por exemplo, para muitos é uma ferramenta essencial. Quantas pessoas necessitam de um aparelho para trabalhar ou até para manter contato com a família? Muitas. Somente no Brasil, existe cerca de 244 milhões de linhas de celulares. Por esse número, pode-se observar que o aparelho é fundamental no cotidiano das pessoas.

Mas, para aqueles que não dominam bem algumas funções desses aparelhos, é melhor tomar bastante cuidado. As redes sociais, que geralmente estão entre os aplicativos de um celular, podem muitas vezes atrapalhar a privacidade dos usuários.

Mas, para aqueles que não dominam bem algumas funções desses aparelhos, é melhor tomar bastante cuidado. As redes sociais, que geralmente estão entre os aplicativos de um celular, podem muitas vezes atrapalhar a privacidade dos usuários.

Uma situação que ilustra bem o que está sendo dito aconteceu recentemente aqui no Brasil. Viviane Souza deixou seu celular com o filho de apenas 2 anos e foi gravada enquanto tomava banho. Quem relatou a história foi a colunista Marina Caixeta, do site G1.

Os aparelhos tecnológicos estão cada vez mais presentes no dia-a-dia das pessoas. Hoje em dia é difícil nos imaginar longe dessas tecnologias. O celular, por exemplo, para muitos é uma ferramenta essencial. Quantas pessoas necessitam de um aparelho para trabalhar ou até para manter contato com a família? Muitas. Somente no Brasil, existe cerca de 244 milhões de linhas de celulares. Por esse número, pode-se observar que o aparelho é fundamental no cotidiano das pessoas.

Mas, para aqueles que não dominam bem algumas funções desses aparelhos, é melhor tomar bastante cuidado. As redes sociais, que geralmente estão entre os aplicativos de um celular, podem muitas vezes atrapalhar a privacidade dos usuários.

Mas, para aqueles que não dominam bem algumas funções desses aparelhos, é melhor tomar bastante cuidado. As redes sociais, que geralmente estão entre os aplicativos de um celular, podem muitas vezes atrapalhar a privacidade dos usuários.

Uma situação que ilustra bem o que está sendo dito aconteceu recentemente aqui no Brasil. Viviane Souza deixou seu celular com o filho de apenas 2 anos e foi gravada enquanto tomava banho. Quem relatou a história foi a colunista Marina Caixeta, do site G1.

Fonte: G1

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Record critica exposição com homem nu, destaca #GloboLixo e ataca concorrente

O debate sobre as exposições de arte com apologia à pedofilia e outros temas no Brasil marcou um novo capítulo da guerra infindável entre as emissoras Globo e Record TV. Uma semana após o programa Fantástico veicular reportagem classificando os opositores a essas produções como “intolerantes”, a emissora do bispo Edir Macedo veiculou matéria expondo a opinião de especialistas criticando essas iniciativas.

O Domingo Espetacular salientou em sua reportagem que a concorrente foi parcial em sua abordagem, e que isso foi repudiado pela população com a hashtag #GloboLixo no Twitter, uma rede social com mais de 300 milhões de usuários no mundo todo e onde o assunto se tornou um dos mais comentados.

Durante a matéria, o filósofo Joel Pinheiro da Fonseca destacou que há um abismo entre o que a elite cultural do país – grande parte empregada da Globo – entende como pensamento contemporâneo, e o que a maioria da população compreende como adequado e aceitável.

“Você tem no Brasil, faz tempo, uma elite cultural, artística, intelectual. Você tem artistas, jornalistas, professores, o pessoal de [Ciências] Humanas, que sempre teve um pensamento, e valores, muito diferentes do grosso da população brasileira. Valores ultra-progressistas com relação à expressão individual, à sexualidade, e um milhão de temas assim”, contextualizou Fonseca.

A postura arrogante dessa classe artística, que se mobilizou através do movimento 342 Artes para rotular negativamente quem se opôs a essas exposições, demonstra uma postura política e de distorção dos fatos, já que a reprovação popular não pode ser considerada censura: “Se a gente não gostou de uma expressão artística, a gente tem é que criticar mesmo. E isso não significa censurar ou proibir uma expressão de arte”, opinou o escritor Leandro Narloch.

A Record TV frisou ainda que o líder do movimento, o cantor Caetano Veloso, cometeu um crime décadas atrás, ao tirar a virgindade de Paula Lavigne, quando esta tinha apenas 13 anos de idade. A reportagem chamou atenção para o fato de que o crime prescreveu.

Psicólogos e especialistas em Direito também foram ouvidos, e todos destacaram que essas exposições funcionam como apologia à pedofilia porque, na forma infantil de compreender as coisas, a liberdade para interagir com um homem nu, por exemplo, pode funcionar como autorização para que o oposto também aconteça, tornando a situação um cenário de oportunidade para pedófilos.

Assista:

Fonte: Gospel+

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Registrar na pedra e na memória do coração!

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Diz uma lenda árabe que dois amigos viajavam pelo deserto, quando em determinado ponto da viagem, bastante cansados, um agrediu o outro. O ofendido , sem nada dizer, pegou o seu cajado e escreveu na areia: "hoje o meu melhor amigo me derrubou no chão". Passado algum tempo, seguiram viagem pelo deserto, até chegar a um oásis. Lá, se banharam à vontade, até que o amigo que havia sido agredido, começou a se afogar. O outro nadou até ele e o trouxe até a margem, são e salvo. Foi quando o amigo resgatado pegou seu saibro e escreveu em uma pedra, cercada de vegetação: "hoje o meu melhor amigo salvou a minha vida". O primeiro perguntou: "por que quando você foi agredido, você escreveu seu sentimento na areia, e quando foi salvo escreveu na pedra"? O outro respondeu,sorrindo: "quando um grande amigo nos ofende, devemos registrar esse dano na areia, para que o vento do esquecimento e do perdão se encarreguem de apagá-lo. Mas quando um amigo nos faz algo grandioso, devemos registrar esse momento na pedra da memória e do coração, onde vento nenhum do mundo pode apagar!
Amigos de verdade não precisam se falar sempre. Não precisam se visitar sempre. Nossos amigos verdadeiros são aqueles que se alegram com as nossas vitórias são os primeiros a serem solidários em nossos infortúnios. 

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Lula se compara ao demônio e pede “respeito”

Já condenado em primeira instância, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sabe que talvez não poderá concorrer em 2018. Por isso subiu o tom e fez um discurso inflamado contra a Lava Jato, exigindo um pedido de desculpas do juiz Sergio Moro.

O petista é réu em sete ações penais, e sempre negou todas as acusações, embora exista abundância de provas e testemunhos de vários delatores. “Eu sei que tô lascado, todo dia tem um processo. Eu não quero nem que Moro me absolva, eu só quero que ele peça desculpas”, afirmou Lula em um seminário que participou em Brasília.

“Eles [investigadores] chegam a dizer: ‘Ah, se o Lula não for candidato, ele não vai ter força como cabo eleitoral’. Testem”, desafiou.

Lula diz que Moro usou “mentiras contadas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público” para julgá-lo e condená-lo, mas que ele não tem “medo”.

“Eu quero que eles saibam o seguinte: se eles estão acostumados a lidar com deputado que tem medo deles, a mexer com senadores que têm medo deles, quero dizer que tenho respeito profundo por quem me respeita, pelas leis que nós ajudamos a criar, mas não tenho respeito por quem não me respeita e eles não me respeitaram”, bradou diante dos presentes, num tom bem diferente do que usou nas vezes que foi ouvido por Moro em Curitiba.

Afeito a usar a comparações religiosas, acreditando que causará algum tipo de efeito, Lula disse se comparou ao demônio.

“Não tenho cara de demônio, mas quero que eles me respeitem como se eu fosse, porque eles sabem que a economia não vai ficar subordinada ao elitismo da sociedade brasileira”, vociferou, em tom de ameaça.

Em março deste ano, Lula havia se comparado a Deus, dizendo que as pessoas não podiam levar seu nome “em vão”. A afirmativa de agora mostra que ele está mais assertivo nas comparações. 

Com informações Folha de SP

Em apoio a Israel, Estados Unidos saem da Unesco

Governo Trump cumpre promessas de campanha

Os Estados Unidos fizeram um anúncio que pode mudar a relação do país mais poderoso do mundo com as Nações Unidas. Nesta quinta-feira (12), o governo Trump cumpriu uma de suas promessas de campanha e defendeu Israel a ponto de abandonar a Unesco, a agência de educação e cultura das Nações Unidas.
A organização, que possui 190 membros, há anos adota sistematicamente uma postura anti-Israel em suas decisões. Desde 2011 os EUA não contribuíam mais financeiramente com a Unesco como protesto após a agência conceder aos palestinos o status de membros plenos.
Oficialmente, a saída da UNESCO só vale a partir de 31 de dezembro de 2018. Em comunicado, o Departamento de Estado americano disse: “A decisão não foi fácil e reflete as preocupações dos EUA com crescentes contas atrasadas na Unesco, a necessidade de reformas fundamentais na organização e o contínuo viés anti-Israel”.
A intenção dos EUA é de”continuar engajados como Estado observador não membro”.  A diretora-geral da Unesco, Irina Bokova, acredita que a decisão dos EUA representa uma “derrota para o multilateralismo e para a família ONU”.
A decisão americana de abandonar a agência faz parte dos cortes orçamentários no Departamento de Estado. Esta não é a primeira vez que os Estados Unidos deixam a organização. Durante o governo de Ronald Regan, o país rompeu os laços com a Unesco, mas acabaram retomando com George W. Bush.
Dominada por representantes de países islâmicos, a Unesco vem tomando decisões antissemitas, negando a ligação histórica (e bíblica) de Jerusalém com Israel e declarou que lugares históricos como as tumbas de Abraão em Hebron eram patrimônio dos palestinos.
Com informações Reuters e Times of Israel