quarta-feira, 29 de dezembro de 2021

Esquerda brasileira participa de fórum do Partido Comunista Chinês

Partidos representando o Foro de São Paulo estiveram participando da videoconferência.
Cristo Redentor vestido com a bandeira da China. (Foto: Reprodução / Youtube)

O Partido Comunista da China (PCCh) organizou no início de dezembro um fórum com diversos partidos políticos da América Latina e do Caribe, evento que contou com a presença de siglas de esquerda brasileiras, segundo informou a Revista Oeste.

Participaram do 3º Fórum entre o Partido Comunista da China e os Partidos Políticos da América Latina e do Caribe, realizado entre 30 de novembro e 1º de dezembro, os partidos PT, PSB, PDT e PCdoB, todos de viés comunista.

Ainda de acordo com a revista, o evento foi realizado por meio de videoconferência e contou com representantes de 100 partidos e ainda organizações de 30 países da região, incluindo representantes do Foro de São Paulo na América Latina.

O deputado federal Alessandro Molon (PSB-RJ) teria sido um dos que discursou no evento e elogiou a ditadura imposta pelo Partido Comunista Chinês.

“As centenas de milhões de vidas humanas tiradas da miséria nas últimas décadas talvez representem a maior contribuição da civilização chinesa à humanidade”, afirmou.

Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 22 de dezembro de 2021

Ativista compara orgia na festa ‘Farofa da GKay’ ao reino de Deus

A festa de aniversário da humorista paraibana Gessica Kayane, chamada “Farofa da GKay”, foi comparada pelo ativista Anderson França ao reino de Deus, que viu na orgia anunciada pela aniversariante uma espécie de confraternização espiritual.

A festa “Farofa da GKay” foi um dos assuntos mais comentados nas redes sociais ao longo da última semana, por conta dos anúncios feitos pela aniversariante: custo de R$ 2,8 milhões, “dark room” (um quarto escuro para prática sexual), bebidas e aglomeração.

Com entrada permitida apenas para convidados, a festa ocorreu no Marina Park Hotel, em Fortaleza (CE), com a presença de “celebridades” como Kefera, Whindersson Nunes, Viih Tube, Boca Rosa, Matheus Mazzafera, Valesca Popozuda, João Guilherme, Belo, Gracyanne Barbosa, MC Kevinho, Leo Santana e até Wesley Safadão, que se apresenta como evangélico.

Comentários nas redes sociais indicam que houve uso de drogas ilícitas e prática de orgias durante os três dias da “Farofa da GKay”, e a própria humorista concedeu entrevista afirmando que havia convidado 20 homens com quem ela queria praticar sexo.

Diante de toda a promiscuidade anunciada, o ativista Anderson França, colunista da Folha de S. Paulo e youtuber, usou sua página no Facebook para comparar a “Farofa da GKay” ao reino de Deus.

Provocação e deboche
França adota um tom provocador em seus textos e em setembro de 2020 chegou a dizer que evangélicos seriam cúmplices da ex-deputada Flordelis na morte do pastor Anderson do Carmo: “Todo castigo pra crente é pouco”, afirmou na ocasião.

Na última quinta-feira, 09 de dezembro, o ativista de esquerda demonstrou sua vontade de ser convidado para uma eventual futura edição, e de quebra, expressou toda sua infelicidade comparando a orgia ao reino de Deus:

“Não sei quem é GKay. O que ela faz, seja o que for, não aparece pra mim. O que não significa que não seja importante pra muita gente, por que aposto que ela nunca ouvir falar de mim, nem por isso deixo de existir. A questão não é essa”, escreveu.
E continua: “A questão é que, da próxima vez que vocês fizerem uma festa chamada FAROFA, onde hétero, gay, trans, preto, branco, míope, crespo, coque samurai, gordo, magro e pessoas com deficiência estejam presentes na festa botando pra f** com felicidade like Baile da Nova Holanda, por favor, me convidem, por que se isso não é o Reino de Deus, nada mais é”, escreveu França.

No dia seguinte, diante da repercussão negativa, voltou a atacar os evangélicos: “Teve muito crente que ficou p***. Sinto dizer, que eu sou crente, a terceira geração de crente na minha família, e eu acredito que o Reino de Deus é pra todos, principalmente aqueles que são chamados de vadios. Porque Jesus andava com prostitutas e pecadores”.

Como a intensidade das críticas aumentou, o ativista subiu ainda mais o tom: “No Reino de Deus as bebidas chegam em galão de água da torneira, que Jesus transforma em Royal Salut, garrafa de porcelana. E na Dark Room vai estar o Rei Salomão, filho de Davi. Salomão, que tinha mais de mil esposas. Um cabra grande, todo bem dividido, baiano, cheio de sustança, alisando na sua cântara subian tchecôva náia”, debochou.

“Quem tá escandalizado, é safado. Não aconteceu nada na Farofa que não aconteça dentro da igreja. E mais: historicamente, a igreja é lugar de pedofilia, estupro, abuso e violência e pode entrar sem máscara. Na Farofa não teve nada disso, e tinha que apresentar carteirinha de vacinação. Acho que, no fundo, esses crente tão é com recalque de não ter sido convidado. Faz assim: inventa um Farofa Gospel. No monte, 3 dias. Daciollo sem camisa. Juro que eu vou. Nasci em igreja, amada. Não vem me ensinar como esse esgoto funciona não”, concluiu.

Fonte: Gospel+


Risco de novo lockdown no Natal faz igrejas temerem pela saúde mental de fiéis

A variante ômicron do novo coronavírus tem levado governos ao redor do mundo a considerarem retomar medidas polêmicas, como o confinamento, para tentar impedir o avanço da covid-19. Enquanto isso, igrejas veem o risco de que as celebrações de Natal sejam canceladas.

A Sociedade Bíblica no Reino Unido realizou uma pesquisa com igrejas britânicas e descobriu que mais de um quarto das congregações estão preocupadas com o impacto na saúde mental dos fiéis que as eventuais medidas de confinamento que estão sendo planejadas pelo governo possam causar.

No Reino Unido, o governo fala em uma “onda gigante” de casos de covid-19 por conta da variante ômicron, e por conta disso, o lockdown previsto impedirá, pelo segundo ano consecutivo, as celebrações natalinas nas igrejas e também as ceias de Natal em família.

Nesta segunda-feira, 13 de dezembro, o primeiro-ministro Boris Johnson confirmou a primeira morte no país pela variante ômicron, de acordo com informações do G1.

Na pesquisa da Sociedade Bíblica, um terço das igrejas manifestaram preocupação especificamente sobre a possível perda de mais um Natal, e o que isso significará em novos casos de depressão, ansiedade e outros distúrbios.

Como a pesquisa adotou um escopo mais amplo para entender a atuação das igrejas ao longo de toda a crise causada pela pandemia, o relatório apontou que um quarto das congregações intensificaram cuidados com membros mais vulneráveis financeiramente.

Essas iniciativas incluíram coleta e doação de alimentos, realizada por 10% das igrejas pesquisadas; ajuda financeira direta, oferecida por 10,5% das congregações; e acolhimento a desabrigados, feito por 6%.

Apesar de aumentar o apoio da comunidade, mais da metade das igrejas (52%) disseram ter visto uma queda acentuada no número de pessoas se voluntariando este ano. Isso levou a mais pressão sobre os voluntários existentes e ao cancelamento de alguns eventos.

A pesquisa ouviu mil igrejas no Reino Unido e foi realizada nas últimas duas semanas de novembro. Outro dado é que 87% das congregações estava se preparando para abrir suas portas para o Natal com um culto de louvor, contra 59% no ano passado, quando as medidas de restrição eram mais rígidas em todo o mundo.

Helen Richards, diretora da entidade Ecclesiastical Insurance, comentou as descobertas da pesquisa: “O ano passado foi diferente de qualquer outro para muitos de nós e muitos passaram o Natal sozinhos com restrições que os impediam de visitar a família e amigos. Estou muito feliz em ver que as igrejas se sentem capazes de aumentar suas atividades festivas este ano, proporcionando às comunidades de todo o país uma sensação de normalidade quando há tanta incerteza em torno de novas variantes e restrições sendo impostas”.

“Mais uma vez, mostra como as igrejas locais são importantes para suas comunidades e sei que será um alívio bem-vindo para muitos de nós podermos desfrutar de tudo que a igreja tem a oferecer neste Natal”, finalizou Helen Richards, segundo informações do portal Christian Today.

Fonte: Gospel+

Netflix: série animada insulta cristianismo e minimiza pornografia infantil


A nova e última temporada de F is for Family, uma série animada da Netflix, traz diálogos carregados de insultos e provocações ao cristianismo, ao mesmo tempo em que minimiza a exposição de crianças a temas sexuais.

O desenho animado criado por Bill Burr e Michael Price pode ser classificado como uma comédia obscena, em que os personagens passam grande parte do tempo insultando a fé criança.

De acordo com informações do portal Faith Wire, “as crianças do programa também são submetidas a uma grande dose de sexualização de revirar o estômago”.

No episódio “Screw Ups”, o sexto da nova temporada, um dos personagens, Sue, leva sua filha Maureen ao padre Pat para abordar sua “perigosa obsessão com fantasmas e ocultismo”. O encontro desemboca num diálogo sobre a comunhão e sua representação como o corpo e sangue de Jesus Cristo.

A menina diz que todo o assunto é confuso, e um coroinha, Jimmy, faz a provocação: “Não deveria fazer sentido. É religião”.

Durante o mesmo episódio, o coroinha e o padre zombam da Trindade, descrevendo-a com linguagem explícita e associando-a a uma orgia compulsiva.

Sexualização infantil

No episódio do Dia de Ação de Graças, chamado “Thank You So Much” (“muito obrigado”, em tradução do inglês), o desenho mostra famílias alinhadas na calçada enquanto um desfile de Natal acontece.

Um dos carros alegóricos faz referência a um burro, que projeta uma sombra obscena no rosto das crianças enquanto o mestre de cerimônias chama a atenção para o tamanho da genitália do animal.

Em outro episódio da nova temporada, “The Searchers”, os personagens Bill e Philip convidam seus amigos para assistir a um vídeo pornográfico que conseguiram em uma caixa de evidências na delegacia de Polícia.

Porém, o arquivo do vídeo tinha sido trocado por outro com um desenho animado, enquanto a pornografia acaba sendo exibida por engano para um grupo de crianças que fazem comentários obscenos sobre o conteúdo.

O Parents Television Council (PTC), uma entidade de monitoramento dos casos de sexualização infantil em programas de televisão e streaming, recentemente pediu uma investigação sobre outra série igualmente explícita, Big Mouth (também da Netflix) por considerar de que a animação infringe leis de pornografia infantil dos Estados Unidos (EUA).

Tim Winter, presidente do PTC, afirmou na ocasião que estava empolgado com “a chance de ir a um tribunal com a Netflix como ré e os criadores deste programa para produzi-lo e distribuí-lo como corréus”.

“Mas quando você olha para a maioria das definições contemporâneas do que é pornografia – material sexualmente orientado com a intenção de agradar e excitar – acho que [a série animada Big Mouth] chega a isso. O fato de serem crianças envolvidas em conteúdo pornográfico, eu acho, torna-o pornografia infantil”, protestou Winter.

Fonte: Gospel+

Idolatria às máquinas: pastor diz que Inteligência Artificial tenta substituir Deus

Teólogo alerta sobre robôs que superam a capacidade humana cerebral e como eles podem se tornar “deuses” para as pessoas.
Mãos de robô e ser humano se encontram. (Foto: Piqsels)

À medida que a tecnologia continua avançando num ritmo acelerado, ela ameaça o relacionamento das pessoas com Deus, no aspecto coletivo. O teólogo e autor de best-sellers, Wallace Henley, fez alguns alertas sobre isso.

“Somos todos feitos para a transcendência, para ver a glória abrangente de Deus. Como disse Salomão em Eclesiastes: Deus colocou a eternidade em nossos corações”, disse em entrevista ao Christian Post.

“Agostinho também disse: ‘O coração humano foi feito por Deus e para Deus e só Ele pode preenchê-lo’. E se não o enchermos com Deus, o encheremos com tudo o que pudermos encontrar. É disso que se trata toda idolatria”, relacionou.

Idolatria do futuro: adoração às máquinas
Hanley disse que esse tipo de adoração às máquinas, na verdade, já começou. “Ironicamente, vivemos no tempo em que algumas pessoas estão adorando as obras de suas mãos”, disse.

O pastor da Grace Church, em Woodlands, no Texas, aborda a crescente dependência tecnológica da sociedade, através da inteligência artificial. Em seu novo livro “Who Will Rule the Coming 'Gods'?” (Quem governará os deuses vindouros? em tradução livre), ele menciona as escolhas morais e éticas que os cristãos podem ser forçados a fazer.

“O ex-assessor do presidente Nixon, de 79 anos, foi compelido a escrever um livro, logo após saber que um ex-funcionário do Google registrou uma igreja de Inteligência Artificial, na Califórnia”, lembrou.

“Os engenheiros de computação tendem a ser um pouco engraçados, às vezes, e têm um senso de humor sombrio, mas, mesmo assim, ele estava levando isso muito a sério, aparentemente, porque foi até o fim”, disse.
Ex-engenheiro do Google, Anthony Levandowski e fundador da Igreja de Inteligência Artificial. (Foto: Captura de tela/YouTube/TechCrunch)

Igreja de Inteligência Artificial
Henley se referiu ao multibilionário Anthony Levandowski, que há alguns anos ganhou notoriedade por ser o “criador de uma nova religião”. O engenheiro que se envolveu com projetos de carros autônomos e com a criação do Uber, diz ser adepto da “Singularidade” — nome que deu à sua crença.

Segundo Levandowski, a Inteligência Artificial (IA) vai superar a capacidade humana em algum momento. Pensando nisso, ele abriu uma Igreja de IA, em 2017, logo após ser demitido e processado por espionagem industrial.

A “Igreja Caminho do Futuro” tentou promover uma divindade baseada em inteligência artificial. Os documentos da tal igreja foram submetidos pela liderança do Estado da Califórnia, nos EUA, com o seguinte argumento: “Por meio da compreensão e adoração da Divindade, contribuir para o melhoramento da sociedade”.

Um de seus amigos, que preferiu não ser identificado, chegou a comentar na época: “Ele tinha essa motivação estranha sobre robôs tomando o mundo, num sentido militar", declarou.

De acordo com informações da Techcrunch, o ex-engenheiro da Google foi obrigado a fechar a igreja judicialmente. Ele recebeu o “perdão presidencial”, o que o livrou de uma sentença de 18 meses de prisão.

Crise espiritual
Sobre as ideias de Levandowski, Henley observa que a humanidade criou uma máquina que pode ir um bilhão de vezes mais rápido do que o cérebro humano “por isso pensam em chamá-la de Deus”.

“Precisamos entender a crise espiritual que está chegando, e que ela será o caminho para a idolatria final, que é a adoração à máquina. E já vimos muitos sinais disso”, frisou.

Os robôs, disse ele, estão cada vez mais assumindo tarefas tradicionalmente humanas, como aspirar, dirigir e entregar comida, só para citar alguns.

“E, à medida que esses robôs continuam a progredir e a dependência dos humanos em relação a eles aumenta, há implicações preocupantes”, apontou o pastor Henley.

“Por exemplo, quem vai trabalhar a ética nessas máquinas? Eles vão conectar uma visão de mundo a essas máquinas; qual é a natureza dessa pessoa? É uma preocupação muito séria”, disse ainda.

Humanidade em perigo
O que pode ocorrer, segundo Henley, é não haver nenhuma diretiva dentro da máquina dizendo: ‘Não matarás’. “Como as máquinas vão resolver problemas da raça humana?”, preocupou-se.

“As máquinas têm tudo a ver com utilidade e rapidez, mas quando você olha para algo que é puramente utilitário, está olhando para a seguinte questão: 'O que precisa ser retirado do caminho para que o objetivo utilitário seja alcançado?' Se eles disserem que é a raça humana, isso será um problema”, mencionou.

“É ingênuo descartar tais preocupações e dizer que estamos sendo alarmistas, quando a história já provou que a humanidade tenta substituir Deus por seus ídolos”, disparou.

Para o pastor, a idolatria às máquinas foi impulsionada pelo avanço da ciência e da tecnologia na sociedade. “Embora os mais antigos compreendam a importância de reconhecer a transcendência de Deus, não podemos nos esquecer que, na era da escravidão, os humanos eram tratados como objetos. Essa mesma mentalidade está se repetindo hoje”, concluiu.

Fonte: Guiame

Denzel Washington alerta jornalista ao questionar oração em línguas: “Não brinque com Deus”

O ator Denzel Washington falou sobre sua fé cristã e encorajou uma colunista do jornal The New York Times a ler a Bíblia.
Denzel Washington no Concerto do Prêmio Nobel da Paz em 2010, na Noruega. (Foto: Ole Haug)

O ator Denzel Washington falou sobre sua fé cristã em entrevista ao jornal The New York Times, enquanto divulga seu próximo filme “A Tragédia de Macbeth”, no qual é protagonista.

Ele foi tão enfático que chegou a encorajar a colunista Maureen Dowd a ler a Bíblia e fazer um devocional diário. Ele também advertiu a jornalista a não “brincar com Deus”, quando ela fez uma pergunta sobre falar em línguas.

O artigo intitulado “Denzel Washington: Homem de Fogo” mergulha profundamente na fé do ator, que se descreve como “um homem temente a Deus”.

Em uma série de perguntas rápidas, Maureen Dowd perguntou a Denzel, que cresceu na Igreja Pentecostal de Deus em Cristo, se ele havia experimentado a glossolalia (isto é, falar em línguas). O ator simplesmente respondeu: “Não brinque com Deus. Não brinque com Deus. Você ouviu o que eu disse? Não brinque com Deus. Você ouviu o que eu disse? Não brinque com Deus.”

O ator revelou que fez uma promessa à sua falecida mãe que tentaria viver de uma forma que “honrasse a ela e a Deus”. “Então é isso que estou tentando fazer”, ele observa. Lennis, mãe de Denzel, faleceu em junho de 2021.

Ele lembra que seu esforço para “deixá-la orgulhosa” depende da sua disposição em ajudar o próximo. “O que eu faço e o que fiz — tudo isso — vai me ajudar no último dia da minha vida? É tudo sobre: quem você levantou? Quem nós ajudamos a ser melhor?”, questionou.

“Esta é uma guerra espiritual”, Washington acrescenta. “Então, não estou olhando para isso de uma perspectiva terrena. Se você não tiver uma âncora espiritual, será facilmente levado pelo vento e será levado à depressão”.

O ator, que é filho de um pregador pentecostal, perguntou à jornalista: “Você leu a Bíblia?” Ele ainda a aconselhou: “Comece com o Novo Testamento, porque o Antigo Testamento é mais difícil. Você é pego na coisa de quem-gerou-quem”.

Washington também incentivou a colunista do New York Times a ler The Daily Word (“A Palavra Diária”), um aplicativo devocional que oferece mensagens inspiradoras todos os dias.

“Você tem que encher o balde todas as manhãs. É difícil lá fora”, disse Washington à jornalista. “Você sai de casa pela manhã. Lá vêm eles, nos desgastando. No final do dia, você precisa reabastecer aquele balde. Nós discernimos o certo do errado”.

Amantes de nós mesmos
Washington também reconhece que sua maior batalha é contra si mesmo.

“O inimigo é meu eu interior”, afirma. “A Bíblia diz que nos últimos dias — não sei se estamos nos últimos dias, não cabe a mim saber — mas diz que seremos amantes de nós mesmos. A fotografia nº 1 de hoje é uma selfie: 'Eu no protesto.' 'Eu com o fogo.' 'Me siga.' 'Me escute.'”

“Estamos vivendo em uma época em que as pessoas estão dispostas a fazer qualquer coisa para serem seguidas. Qual é o efeito em longo ou curto prazo de ter muitas informações? Está indo rápido e pode ser manipulador em uma infinidade de maneiras. E as pessoas são levadas como ovelhas ao matadouro”, continuou Washington.

O ator disse ainda que no céu “haverá duas filas: a fila longa e a fila curta. E estou interessado em estar na fila curta”.

Por fim, falando sobre o lançamento de “A Tragédia de Macbeth”, Denzel lembra que o diretor do filme, Joel Cohen, brincou dizendo que não tinha medo da “maldição de Macbeth” até que o mundo fechasse devido à pandemia em março de 2020.

Washington, por outro lado, nunca deu uma indicação de que estava preocupado. “Sou um homem temente a Deus. Tento não me preocupar. O medo é a fé contaminada”, ele.

Fonte: Guiame

Sardes: A igreja que se encheu de orgulho

A igreja de Sardes estava praticamente morta espiritualmente, mesmo mantendo sua aparência de riqueza, fama, poder para a cidade.
Fachada de igreja antiga (Foto: Reprodução/Unsplash)

A história da cidade de Sardes sempre foi de muita glória, fama e prosperidade. Ela era uma das cidades mais magníficas do mundo e viveu por muitos anos em uma posição de destaque e sucesso perante as outras nações da época.

Sardes vem do grego “sárdeis”, do antigo Persa “sparda”; há quem diga que signifique “aquele que fica”.

Existe uma forte ligação entre a história da igreja de Sardes e a história da própria cidade, já que a glória de Sardes estava no seu passado. A cidade foi capital da Lídia, no século VII a.C., quando viveu um tempo áureo nos dias do rei Creso.

Pesquisadores afirmam que aquela era uma das cidades mais magníficas do mundo nesse tempo, sendo situada no alto de uma colina, amuralhada e fortificada, sentia-se imbatível e inexpugnável.

Os moradores daquela cidade tinham a plena convicção de que jamais cairiam nas mãos dos inimigos, visto que a cidade era bem protegida, o que fez de seus habitantes pessoas orgulhosas, arrogantes e autoconfiantes.

No entanto, a cidade orgulhosa caiu nas mãos do rei Ciro da Pérsia em 529 a.C., quando este cercou a cidade por 14 dias, esperando os soldados caírem no sono para penetrar com um buraco na muralha, o único lugar vulnerável e desprotegido.

Em 218 a.C., Antíoco Epifânico dominou novamente a cidade da mesma forma, se aproveitando da autoconfiança e falta de vigilância dos seus habitantes. Por isso, os membros dessa igreja entenderam claramente o que Jesus dizia ao afirmar: “Sede vigilantes” […] senão virei como ladrão de noite”.


Construída no período de Alexandre Magno e dedicada à deusa cibele, a cidade acreditava na proteção da padroeira, que teria poderes especiais de restaurar vida aos mortos.

Somente no ano 17 d.C. que Sardes foi parcialmente destruída, isso devido a um terremoto, sendo reconstruída pelo imperador Tibério. Essa cidade acabaria ganhando fama por seu alto grau de imoralidade e decadência.

Quando João escreveu esta carta, a cidade era rica, mas totalmente degenerada, tendo sua glória no passado.

Situada na Ásia Menor, nos tempos bíblicos do Novo Testamento a cidade passou a pertencer ao Império Romano, sendo situada aproximadamente oitenta quilômetros da cidade de Esmirna, no atual território da Turquia.

A Igreja de Sardes provavelmente também tenha sido plantada pelo apóstolo Paulo em sua terceira viagem missionária, ou plantada pelo próprio apóstolo João. De qualquer forma, era João que estava como responsável pela igreja e um de seus discípulos, chamado Melitão, mais conhecido como Melitão de Sardes era o pastor de tal comunidade.

Pouco sabemos da história desse pastor, mas foi descoberto alguns escritos espetaculares e muito coerentes em relação a como ele via as Escrituras do Antigo Testamento e como ele pôde ver facilmente todos os ensinos de Moisés e dos profetas se cumprindo na pessoa e missão de Jesus Cristo.

Em um de seus famosos escritos, Melitão de Sardes explanou:

“As figuras do Antigo Testamento, suplantadas pela realidade do Novo.
A salvação do Senhor e a realidade
foram prefiguradas no povo ( judeu),
as prescrições do Evangelho prenunciadas pela Lei. O povo era como o esboço de um plano, a Lei como a letra de uma parábola;
mas o Evangelho é a explicação da Lei e seu cumprimento, e a Igreja o lugar onde isso se realiza. O que existia como figura era valioso
antes que ocorresse a realidade,
maravilhosa a parábola antes que viesse a explicação. O povo tinha seu valor antes que se estabelecesse a Igreja! A Lei era admirável antes que refulgisse o Evangelho.
Mas quando surgiu a Igreja e se apresentou o Evangelho, esvaziou-se a figura, sua força passou para a realidade, a Lei se cumpriu, transfundiu-se no Evangelho…
O povo perdeu razão de ser quando veio a Igreja, a imagem se fez abolida quando apareceu o Senhor. O que antes era valioso perdeu seu valor, frente à manifestação do que era realmente valioso por natureza.”

Percebe-se claramente que Melitão possuía uma sabedoria e uma devoção enorme pela Palavra e por Jesus Cristo, porém, a maioria dos cristãos em Sardes acabaram por se assemelhar a história da cidade, que teve glória por muitos anos, mas foi arruinada por terem se orgulhado e não terem vigiado suas fortalezas.

A igreja de Sardes, liderada por esse forte pastor Melitão, se tornou uma igreja forte espiritualmente, próspera, famosa e muito respeitada por todos da cidade e região. Conhecida por ser uma igreja com forte poder de influência e forte conhecimento bíblico, arrastava muitas pessoas para a conversão em Cristo, porém, o tempo foi passando e a maioria dos cristãos dessa comunidade se orgulharam de sua posição e destaque alcançados e começaram a deixar de buscar a Deus como faziam no início.

Suas reuniões não eram mais voltadas para edificar e amar uns aos outros, mas sim mostrar quem conhecia mais das histórias bíblicas e quem tinha mais conhecimento teológico. A postura da Igreja começou a ser de pessoas que estavam mais interessadas na prosperidade financeira, destaque social e profissional e foram aos poucos abandonando a importância da oração, do devocional, do jejum, da espera pela volta de Jesus e começaram a aceitar práticas pecaminosas que antes não toleravam.

A igreja de Sardes estava praticamente morta espiritualmente, mesmo mantendo sua aparência de riqueza, fama, poder para a cidade. Tal aparência não poderia mais agregar em diferença na vida dos habitantes, pois o que transforma vidas não são templos, nem riquezas, mas a presença de Jesus que se manifesta através de cristãos avivados e apaixonados por Ele.

Tal igreja vivia de glórias e experiências do passado, mas já não tinham mais nenhuma glória no presente e não almejavam ter no futuro! Se tornaram uma igreja museu, pois só sabiam viver e se alegrar com seu passado. Era uma igreja semelhante ao sal que perdeu seu sabor e como a luz que deixou de brilhar e estava praticamente chegando ao ponto de se tornar totalmente inútil, tanto para Jesus, como para a sociedade. O maior problema dessa igreja, era que, mesmo eles estando vivendo em decadência espiritual, não se enxergavam assim, pois ainda acreditavam ser eles uma igreja viva e relevante.

Jesus diz a eles para caírem na real e pararem de ser ver como cristãos vivos, mas mortos, pois sua postura diante dEle, deles mesmos e da sociedade era de uma igreja sonolenta e fraca, que já estava praticamente morta, faltando muito pouco para sua morte total. Jesus estava dando uma última oportunidade para que fizessem o que a própria cidade não fez e por isso foi destruída: não tapou as brechas impedindo inimigos de entrar.

Assim como esse soldado de forças inimigas, ficou vigiando e esperando o momento de atacar Sardes através do buraco na muralha, assim Jesus permitiria o diabo atacar essa igreja caso não se arrependessem.

Os cristãos dessa comunidade estavam sendo chamados por Jesus para reconhecerem seus pecados e se arrependerem, semelhante ao orgulhoso Naamã, que mesmo sendo um forte líder, precisou se banhar sete vezes no rio Jordão diante de todos para finalmente ser curado.

Porém, nessa igreja, ainda tinha os fiéis, que semelhante ao apóstolo João e ao pastor Melitão, seguiam vivendo em pureza e santidade e esses seriam os salvos depois da morte física, vestindo no céu uma roupa de imortalidade e perfeição total, onde eternamente viverão ao lado de Deus no céu e serão elogiados por Ele aos anjos que lá habitam.

Fonte: Gospel Prime