sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Pastor batista morre enforcado na Bahia

O pastor da 1ª Igreja Batista de Serrinha, na Bahia, foi encontrado morto na noite desta terça-feira (9). Segundo testemunhas, Agnaldo Alonso Ferreira Freitas Junior cometeu suicídio ao se enforcar utilizando uma corda presa ao telhado da área de serviço da casa onde morava.
“O que se comenta aqui é que ele havia retornado do culto com a esposa e, alguns minutos depois, os vizinhos ouviram a mulher dele pedindo socorro. O rapaz que mora ao lado correu, pulou o muro e encontrou o corpo já pendurado”, afirma um policial que atendeu a ocorrência. Após a realização da perícia, o corpo do pastor foi levado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Feira de Santana.
Amigos afirmam que a possível causa do suicídio é que o pastor Guina, como era conhecido, passava por uma grave crise de depressão. Agnaldo comemorou recentemente dez anos de casado. Deixa a esposa e dois filhos.
Formado no Seminário Teológico Palavra Da Vida de Atibaia (SP), Agnaldo recebeu homenagem de vários de seus ex-colegas nas redes sociais.  Uma delas, Sandra Yamashita, lamentou o ocorrido e pediu mais atenção da igreja evangélica aos casos de depressão que atinge a muitos irmãos.
“A depressão tem atingido nossas igrejas, nossas escolas, nossos lares e nossa sociedade. Choro porque ela não é uma doença visível e facilmente detectável, mas age mais cruelmente que o câncer, espalhando-se e destruindo a vida através da desesperança”, escreveu. Com informações Bahia Já


Três pastores se suicidaram nos últimos 30 dias

Teddy Parker Jr, Ed Montgomery e Isaac Hunter puseram termo à sua vida.
O que leva uma pessoa a cometer suicídio? Segundo psicólogos, pensamentos são algo bastante comum. O Centro para Controle e Prevenção de Doenças Mentais dos EUA, afirmam que 3,7% por cento da população acima dos 18 anos, pensou seriamente em suicídio no ano passado.
Embora alguns suicídios sejam resultado de um impulso, a maioria é planejada. Ainda segundo dados do Centro, metade das pessoas que fizeram um plano o levaram adiante.
Nos últimos 30 dias, três suicídios de pastores conhecidos chocou a igreja dos Estados Unidos. Em 10 de novembro, Teddy Parker Jr., 42, pastor da Igreja Batista Bibb Mount Zion, na Geórgia se matou com um tiro na cabeça.
Sua esposa o encontrou caído na entrada da garagem de sua casa num domingo. Ele já havia pregado naquela manhã e a teria de pregar novamente naquele dia. Nenhum bilhete ou explicação foi deixado.
Na semana passada, o pastor Ed Montgomery, que estava de luto pela perda da esposa atirou em si mesmo na frente de sua mãe e filho. Ele e sua falecida esposa, a profetisa Jackie Montgomery, lideravam a igreja Assembleia Internacional do Evangelho Pleno, no Estado de Illinois.
Dia 10 de dezembro, suicidou-se Isaac Hunter, o ex-pastor da igreja Summit em Orlando, Florida. Até o momento, não foi divulgado como ele se matou. O caso chamou atenção da mídia secular porque o pai de Isaac, o pastor Joel Hunter tem sido chamado de “mentor espiritual” do presidente Barack Obama, com quem tem se encontrado com frequência para orações na Casa Branca.
Existem muitas estatísticas sobre como os pastores enfrentam problemas como depressão, esgotamento físico e mental. Nenhuma delas é animadora. Segundo o Instituto Schaeffer, 70% dos pastores lutam constantemente com a depressão, e 71% estão “esgotados”. Além disso, 72% dos pastores dizem que só estudam a Bíblia quando precisam preparar sermões, 80% acredita que o ministério pastoral afeta negativamente as suas famílias, e 70% dizem não ter um “amigo próximo”.
O Instituto Schaeffer também estima que 80% dos estudantes de seminário (incluindo os recém-formados) irão abandonar o ministério dentro de cinco anos. Não há dados consistentes sobre quantos cometem suicídio, mas está claro que os pastores não estão imunes a isso.
Psicólogos apontam várias razões pelas quais as pessoas cometem suicídio, de depressão a psicose, quase sempre em meio às situações estressantes da vida.  A colunista da revista Charisma, Jennifer LeClaire, que escreveu vários livros sobre batalha espiritual, comentou o caso dos três pastores.
Ela conclama as igrejas a orarem mais por seus líderes e, ao mesmo tempo que se mantém alertas sobre sintomas de depressão nos pastores, os membros deveriam estar cientes que o diabo tem preparado muitos ataques às igrejas nesse período em que os sinais da vinda de Jesus parecem estar se intensificando. Com informações Charisma News.


quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Igreja Universal realiza celebração ecumênica com padres no Templo de Salomão: “Num só propósito”

A Igreja Universal do Reino de Deus, crítica ferrenha da Igreja Católica, abriu as portas do Templo de Salomão para padres e outros líderes cristãos, no que chamou de “encontro multidenominacional”.
No encontro, “ministros e dirigentes de outras igrejas [...] de várias cidades brasileiras” foram recepcionados pelo bispo Edir Macedo, que afirmou aos presentes que a reunião era uma “reconvocação para ministrar a Palavra de Deus”.
O site oficial da denominação reproduziu o depoimento de três padres que visitaram o megatemplo de R$ 680 milhões: “Estava curioso por vir aqui, e foi um privilégio receber este convite. Como em Israel o Templo não existe mais fisicamente e só ouvimos falar dele na Bíblia, agora podemos ver com nossos próprios olhos”, comentou o padre Cássio Fernando, da Capela do Espírito Santo, em Vinhedo, interior de São Paulo.
O padre Paulo Correia, que acompanhava Fernando, disse que era “uma honra louvar a Deus na casa de outros irmãos que pregam e vivem a Palavra de Deus”. O mesmo pensamento foi expresso por outro padre, Joelson Rocha: “[É um] maravilhoso momento na presença de Deus”.
Além dos padres, estiveram presentes representantes de outras igrejas evangélicas, como o missionário Josenildo Adelino, pastor e membro do Conselho Federal das Assembleias de Deus: “A Universal faz valer o seu nome com essa reunião, unificando aqui, hoje, todas as igrejas com o foco no serviço a Deus, que olha por todos nós”.
No altar do megatemplo, trajando quipá e talit (elementos ritualísticos do judaísmo) e ostentando a longa barba branca, o bispo Edir Macedo afirmou que falta ênfase na pregação da mensagem da Salvação.
“Muitos hoje descem ao inferno, mas poucos são os preocupados em salvar suas almas, com uma fé comprometida com a justiça, a verdade, a disciplina, a palavra de honra, a vida realmente entregue no altar”, afirmou.
Em sua conclusão, pediu a Deus que promova a união das igrejas em torno do Evangelho: “Peço não apenas pela Universal, mas por toda a nossa Igreja. Se alguém de outra denominação ganha uma alma para o Senhor, é mais um que luta contra o inferno. Temos esse pensamento unânime, que Jesus volte o mais rápido possível. Mas sabemos que ainda há gente que não ouviu falar de Ti, então, use-nos, os que estão aqui e os que não puderam vir”.


Gungor: Cantor gospel diz que “Jesus pode ter mentido” quando falou sobre as narrativas de Gênesis

O cantor Michael Gungor voltou a criar polêmica ao afirmar que Jesus poderia ter mentido sobre a história da Criação para se encaixar na cultura popular de sua época.
Michael é filho do pastor e escritor Ed Gungor, e já havia causado grande polêmica recentemente ao afirmar que não cria na narrativa do livro de Gênesis.
Agora, o premiado cantor norte-americano afirmou que acredita que ou Jesus foi enganado pela cultura e religião de sua época no que diz respeito a Adão, Noé e todas as narrativas do livro do Gênesis, ou mentiu deliberadamente.
“Eu acho que você está fazendo um monte de suposições com base em uma perspectiva que foi entregue a você de nossa cultura e a nossa forma de pensar no mundo moderno é muito diferente de como as pessoas pensavam no mundo pré-moderno”, disse Gungor, antes de acrescentar: “Olhando algumas palavras que alguém disse, o que Jesus disse sobre Noé, e você supor que você pode entrar na mente de Jesus e saber exatamente como ele pensou sobre toda a situação, e como Ele considerou o que era histórico ou mito?”, especulou.
Na sequência, Michael Gungor já assume que o que sua opinião pressupõe seja a verdade dos fatos, e novamente, especula sobre a fala de Jesus a respeito da Criação: “E mesmo que ele estivesse errado, mesmo que ele acreditasse que Noé era uma pessoa histórica, ou seja, Adão era uma pessoa histórica, e acabou sendo errado, eu não entendo mesmo como [é possível] que negar a divindade de Cristo. Toda a idéia da divindade de Cristo é verdadeiro homem e verdadeiro Deus, que Deus se humilhou para se tornar um ser humano com um cérebro humano, em uma cultura humana com a linguagem humana e as necessidades humanas e as limitações humanas”, afirmou, explicando sua teoria de quais seriam os fatores que teriam permitido a Jesus mentir, portanto pecar e negar as Escrituras, ou ser enganado.
Ao final, Gungor se queixa do impacto que propagar uma crença que supostamente é um mito pode causar na fé das pessoas: “Jesus sabia que Noé e Adão eram mitos, mas sabia que ele estava falando com pessoas que pensavam que eram reais, isso é outra possibilidade”.


Mara Maravilha causa polêmica ao comparar cantora Ivete Sangalo a Jesus: “Quanto mais a gente se aproxima, mais quer”

A cantora Mara Maravilha comparou a colega Ivete Sangalo a Jesus Cristo numa entrevista aos repórteres que cobriam um show da artista baiana em São Paulo. A afirmação causou enorme polêmica nas redes sociais.
“Amo a Ivete. Ela é uma pessoa que, além do talento, tem humildade, generosidade. Acabei de sair do camarim e falei que Ivete está parecendo Jesus: quanto mais a gente se aproxima, mais a gente gosta, mais a gente quer”, disse Mara Maravilha aos repórteres que a perguntaram sobre o que tinha achado do show que acabava de assistir.
Evangélica há 18 anos, Mara Maravilha foi ao evento acompanhada do marido e revelou que visitou o camarim de Ivete Sangalo. “É a segunda vez que vejo Ivete. Na verdade, terceira. Porque, na memória dela, ela conta histórias de que ela ia ao meu programa lá na Bahia. Ela me conta detalhes! A boneca que eu dei pra ela, o prêmio que ela ganhou”, narrou a cantora e ex-apresentadora.
A reação às declarações de Mara Maravilha foi bastante enérgica por conta dos internautas que a seguem nas redes sociais, o que irritou a cantora, que terminou por usar a internet para rebater as críticas e também falou do assunto com sites de celebridades.
“Eu me converti, mas não quero ficar rotulada como religiosa alienada. Falaram um monte, aí que começa a baixaria. ‘O que você estava fazendo lá? Crente não tinha de estar em lugar assim’, me falaram. Eu fui e vou onde eu tiver vontade de ir. Deus me dá liberdade e eu decido. Jesus também foi na casa (sic) de Zaqueu, foi na casa do cobrador de impostos. Jesus andava com as pessoas, andava com Maria Madalena. Eu vou andar com as periguetes, como Jesus andou. Estou de saco cheio de hipocrisia”, desabafou a canora em entrevista ao site Ego.


Após a onda do desafio do gelo, nova moda nas redes sociais é o desafio da blasfêmia contra Deus

O desafio do balde de gelo inaugurou uma onda de desafios nas redes sociais. No Brasil, internautas desafiam umas às outras a publicarem fotos sem maquiagem. Nos Estados Unidos, a nova moda agora entre os adolescentes é desafiarem uns aos outros a amaldiçoar Deus.
A “brincadeira” iniciada por jovens ateus é chamada de “The Blasphemy Challenge” (“desafio da blasfêmia”, em tradução do inglês), e tem se espalhado entre adolescentes norte-americanos.
A ideia basicamente é desafiar outras pessoas a publicar um vídeo amaldiçoando a Deus ou renunciando à obra do Espírito Santo em sua vida. Entre os mais ousados, há afirmações de que se a pessoa assumir as consequências dessa fala, incluindo a perda da Salvação, descobrirá na verdade que Deus não existe.
Entre os críticos da brincadeira, a jovem Perri Frost, 17 anos, foi ouvida pelo Charisma News e destacou que enxerga uma contradição no desafio da blasfêmia: “Alguns dos adolescentes que parecem mais hostis para com Deus são os mesmos que enfatizam que eles são pensadores racionais. Parece estranho querer insultar alguém que supostamente não está lá”, argumentou.
Os idealizadores do desafio da blasfêmia não negam que seu propósito é promover o ateísmo entre adolescentes cristãos. “É uma forma de expor o barro que é a doutrina cristã”, disse um dos principais divulgadores da “brincadeira” numa entrevista à Fox News.
A ideia surgiu a partir da leitura de Marcos 03:29, em que Jesus diz que “quem blasfemar contra o Espírito Santo nunca terá perdão: é culpado de pecado eterno”. A partir disso, os ativistas ateus querem divulgar o conceito de que se Deus é “incapaz” de perdoar um pecado específico, talvez Ele não perdoe nenhum pecado, ou não exista.
Com esses argumentos, os ativistas ateus desenvolveram o desafio da blasfêmia a fim de levar desprezo e descrédito à fé cristã e os relatos bíblicos.


Pesquisa mostra que a maioria dos brasileiros é contra o casamento gay e a legalização do aborto e da maconha

Um levantamento realizado pelo instituto de pesquisa Ibope revelou que a maioria dos brasileiros é contra a legalização do aborto e da maconha, e a liberação do casamento gay.
A pesquisa foi realizada paralelamente à aferição das intenções de voto nos candidatos a presidente que foi divulgada na noite de ontem pelo jornal O Estado de S. Paulo e pela TV Globo.
79% dos brasileiros é contrário à legalização do aborto, enquanto que 16% se diz à favor. O tema é uma das principais bandeiras de partidos de esquerda e movimentos feministas, e foi o centro de uma das principais batalhas travadas pela bancada evangélica nos últimos quatro anos.
O mesmo índice se repete no quesito liberação da maconha: 79% a favor e 16% contra. O tema vem sendo debatido de forma mais frequente na sociedade como uma sugestão de combate ao tráfico de drogas, que tem na maconha seu produto mais popular. Os argumentos favoráveis à descriminalização da erva apontam para uma possível redução dos crimes cometidos para torná-la disponível aos usuários. Os contrários, apontam os danos à saúde que o consumo em excesso pode causar.
O casamento gay é motivo de divisão na sociedade brasileira: 53% manifesta opinião contrária à liberação da união entre pessoas do mesmo sexo, enquanto 40% defende a ideia de que homossexuais têm esse direito. Recentemente, o tema foi motivo de polêmica na campanha de Marina Silva (PSB), com críticas dos ativistas gays ao programa de governo da candidata.
A pena de morte é outro tema que divide a opinião pública no Brasil, país que é formado por maioria cristã – religião que defende a valorização da vida. 49% dos brasileiros é contrário à pena de morte, enquanto 46% defende a adoção da sentença máxima em casos de crimes hediondos.
Essa divisão não existe quando o assunto é a redução da maioridade penal: 80% dos brasileiros é favorável à mudança na lei que permita um adolescente ser julgado como adulto se cometer crime direta ou indiretamente.
A pesquisa mostrou ainda que os brasileiros são favoráveis à manutenção do programa família. 75% dos entrevistados aprovam a iniciativa de distribuição de renda às famílias mais pobres, enquanto que 22% reprova.
Uma das bandeiras defendidas pelo candidato do PSC à presidência da República, pastor Everaldo, a privatização de 100% do capital da Petrobrás é rejeitada por 59%, enquanto 22% se manifesta a favor.