sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Pastor que “não é homem, nem mulher” é ordenado ao ministério em igreja pró-LGBT

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Uma denominação pautada pela teologia inclusiva, que prega a aceitação da homossexualidade como uma condição não reprovada pela Bíblia Sagrada, anunciou a ordenação ao pastorado da primeira pessoa sem sexo definido.

O termo contemporâneo usado para definir pessoas que se identificam dessa forma é “não binário”, alguém que não se vê apenas como masculino ou feminino. O pastor, chamado Peta Evans, é uma pessoa nascida como mulher que adotou a aparência masculina, e vai comandar uma das filiais da Comunidade Metropolitana em Brighton.

“Estou entusiasmado em servir de novo na comunidade que primeiro me acolheu e me apoiou tanto na minha jornada ministerial quanto na minha transição de gênero. Eu adoraria ver a paixão sincera e a integridade dessa igreja aumentar seu alcance para pessoas de todas as idades e identidades de gênero”, afirmou Evans, de acordo com informações do portal The Christian Post.

A postura incomum se estende à forma como Evans prefere ser tratado em conversas informais. Em inglês, o pronome “they” é aplicado para se referir a “eles”. E é dessa forma que o novo pastor adepto da teologia inclusiva se enxerga: mais de um.

Sua proposta, de acordo com a visão adotada, é “resgatar a Bíblia daqueles que tentaram fazer dela uma arma contra os que são diferentes”, como os homossexuais. “Estou começando um grupo para pessoas trans, o ReTranslation, para examinar o texto sem interpretações antigas”, acrescentou.

A Comunidade Metropolitana – já presente no Brasil – se define como uma denominação que sempre procurou “estar na vanguarda dos movimentos civis e de direitos humanos, abordando questões de raça, gênero e orientação sexual”, sendo a primeira a realizar cerimônias de casamento gay e a pregar que a homossexualidade não é um pecado.

Fonte: Gospel+

Professor satanista gera fúria de cristãos ao incentivar alunos a adorarem ao anticristo

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A iniciativa de um professor satanista em promover o proselitismo religioso em favor de sua crença vem revoltando cristãos de uma cidade no estado da Flórida (EUA). Além disso, ele pretende erguer um monumento em louvor ao diabo.

Preston Smith dá aula de artes na escola Boca Ratón Community Middle School e causou furor ao incentivar estudantes a adorarem satanás em uma de suas aulas. Ele anunciou que pretende construir um pentagrama de metal, símbolo do satanismo, com mensagens como “Que as crianças louvem a Satanás”; “Em Satanás nós confiamos”; e “Uma nação sob o Anticristo”.

De acordo com informações do portal WND, a fúria da comunidade cristã de Boca Ratón gerou uma resposta dura do pastor Mark Boykin, líder da Church of All Nations: “Eles estão estendendo um tapete de boas vindas para Satanás. Eu acho que isso é condenável. Eu acho que é um insulto à nossa cidade. É a essência do mal”, disparou.

As autoridades da cidade se veem sem possibilidade de impedir a iniciativa do professor, mesmo com todo distúrbio que o anúncio causou: “Acho isso extremamente ofensivo, mas devemos honrar a liberdade de expressão”, disse Susan Haynie, prefeita de Boca Ratón.

Kim Bremer, presidente da Associação de Pais e Mestres, disse que os pais querem a demissão de Preston Smith: “Um professor em quem confiamos nossos filhos não deve estar colocando uma placa como esta em nenhum lugar”, protestou.

O monumento satanista deverá ser instalado na Praça Sanborn, mesmo local onde o professor fez uma performance ritualística em dezembro de 2016, o que gerou incômodo nos pais por causa das palavras de louvor e adoração ao diabo proferidas por Smith na ocasião.

O superintendente da escola Palm Beach County, Robert Avossa, comentou a situação dizendo que não podia controlar o que o professor faz fora do horário de trabalho: “Estou ciente da situação. Esta não é a primeira vez que este indivíduo participa de uma atividade como essa. O que fazemos é responder às perguntas que vão aparecendo na escola”, pontuou.

Gospel+

Por que as igrejas deixaram de pregar sobre a volta de Jesus Cristo? Pastor lista 4 motivos

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“Por que vocês estão olhando para o céu? Este mesmo Jesus, que dentre vocês foi elevado aos céus, voltará da mesma forma como o viram subir (Atos 1:9-11)”. A pregação de que Cristo voltará sumiu dos púlpitos das igrejas evangélicas contemporâneas, e esse comportamento despertou a preocupação em um pastor brasileiro, que listou quatro motivos principais para essa mudança.

O pastor Renato Vargens usou seu blog para contar que na sua infância e adolescência “era muito comum os pastores e igrejas pregarem sobre a volta de Cristo”, mas que com o “advento do terceiro milênio, boa parte dos pastores […] deixou de tratar efetivamente desta verdade bíblica”.

“Por quais motivos as igrejas deixaram de tratar desse ensinamento bíblico? Sem querer ser simplista, penso que existe pelo menos quatro motivos para a igreja não tratar mais da volta de Jesus em seus púlpitos”, ponderou o pastor.

Confira a lista de motivos que Renato Vargens enxerga para a formação do cenário atual:

1) As mensagens pregadas nas igrejas estão muito mais focadas no aqui e agora do que na eternidade, o que se deve em parte, à teologia da prosperidade, que ao ser pregada e defendida pelos pastores tem introjetado no ouvinte a esperança de que uma vida de alegria e plenitude encontra-se nessa terra onde o crente em Jesus pode desfrutar de prosperidade e bençãos materiais;

2) Em segundo lugar, o secularismo, [que] foi introduzido aos púlpitos das igrejas evangélicas levando boa parte dos pastores a substituírem pregações que tratam de questões escatológicas por mensagens relacionadas a uma vida de sucesso nesse mundo;

3) Em terceiro lugar o hedonismo. Essa talvez seja uma das mais fortes características de uma igreja que deixou de pregar sobre a volta de Cristo, isso porque, devido ao antropocentrismo reinante em nos púlpitos, Cristo foi trocado pela satisfação humana o que se faz perceptível pela ênfase das pregações onde o foco está no prazer e alegria do fiel;

4) Em último lugar, o desconhecimento bíblico dessa doutrina. Lamentavelmente a maior parte dos pastores desconhecem as principais doutrinas das Escrituras. Na verdade, como podem ensinar o que não entendem? As estatísticas por exemplo afirmam que 50,6% dos pastores nunca leram a Bíblia toda. Ora, se não leram vão pregar o que? Nada, não é mesmo?

O pastor ainda acrescentou à sua reflexão quatro passagens bíblicas que evidenciam que “nosso Senhor prometeu que voltará e isso se dará em breve”:

“Tendo dito isso, foi elevado às alturas enquanto eles olhavam, e uma nuvem o encobriu da vista deles. E eles ficaram com os olhos fixos no céu enquanto ele subia. De repente surgiram diante deles dois homens vestidos de branco, que lhes disseram: “Galileus, por que vocês estão olhando para o céu? Este mesmo Jesus, que dentre vocês foi elevado aos céus, voltará da mesma forma como o viram subir” (Atos 1:9-11);

“Pois, dada a ordem, com a voz do arcanjo e o ressoar da trombeta de Deus, o próprio Senhor descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que estivermos vivos, seremos arrebatados com eles nas nuvens, para o encontro com o Senhor nos ares. E assim estaremos com o Senhor para sempre” (I Tessalonicenses 4:16-17);

“Da mesma forma, como o homem está destinado a morrer uma só vez e depois disso enfrentar o juízo, assim também Cristo foi oferecido em sacrifício uma única vez, para tirar os pecados de muitos; e aparecerá segunda vez, não para tirar o pecado, mas para trazer salvação aos que o aguardam” (Hebreus 9:27-28 );

“Quanto ao dia e à hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão somente o Pai. Como foi nos dias de Noé, assim também será na vinda do Filho do homem. Pois nos dias anteriores ao Dilúvio, o povo vivia comendo e bebendo, casando-se e dando-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca; e eles nada perceberam, até que veio o Dilúvio e os levou a todos. Assim acontecerá na vinda do Filho do homem” (Mateus 24:36-39).

Fonte: Gospel+

Vídeo que mostra pai consagrando filha recém-nascida a Deus, ainda no hospital, emociona milhões de pessoas

A tradição evangélica de apresentar uma criança a Deus logo após seu nascimento é, geralmente, uma cerimônia realizada durante um culto, com a presença dos familiares, amigos e irmãos na fé. No entanto, um pai decidiu consagrar sua filha logo após o parto, a cena foi filmada e se tornou um viral.

O curto vídeo mostra o pai, identificado como Marcos Vinicius, consagrando a filha recém-nascida ainda na maternidade, na presença dos médicos e enfermeiros e também da mãe, que filmou o momento. Com uma breve oração, ele entrega a filha a Deus e pede que ela seja cheia do Espírito Santo.

O cantor Josias Lemes publicou o vídeo em sua página no Facebook, e até agora, mais de 5,4 milhões de pessoas visualizaram o momento, sendo que 99 mil usuários da rede social compartilharam.

De acordo com informações do portal Padom, o vídeo foi gravado em 2011, mas somente agora se tornou público. A menina consagrada se chama Anna Clara, e de acordo com o que o próprio pai diz em sua oração, é um “milagre”, pois o casal, supostamente, não poderia ter filhos. A esposa de Marcos Vinicius é a cantora e missionária Flávia Afonso.

“Te apresento e consagro a Ti nessa hora, Jesus, a Anna Clara, a sua serva. Que o Senhor possa enchê-la de unção, intrepidez, ousadia, que possa abençoa-la muitíssimo, alargar suas fronteiras, aparta-la de todo mal. Que as tuas potentes mãos sejam sempre com ela, Pai. Em nome de Jesus, que ela seja cheia do Teu Espirito Santo. Eu e a mãe dela Te agradecemos por essa benção, em nome de Jesus, porque ela é um milagre. Saber que não poderíamos tê-la, mas o Senhor nos concedeu essa benção. Tegradecemos e nome de Jesus. Amém!”, orou o pai.

Assista ao vídeo singelo e emocionante:

Veja publica artigo com discriminação a evangélicos: “Gente incômoda”; Pastores reagem

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A revista Veja publicou um artigo na última quarta-feira, 04 de outubro, assinado pelo jornalista J. R. Guzzo, classificando os evangélicos como “essa gente incômoda”, por conta da postura irredutível contra a ideologia de esquerda.

Ao longo do texto, Guzzo dispara contra os evangélicos de forma generalizada e expõe toda sua irritação com a liberdade religiosa, aparentando apoiar o fim desse direito. A certa altura, suas palavras tomam uma conotação ainda mais preconceituosa: “Esse povo, em grande parte do ‘tipo moreno’, ou ‘brasileiro’, vem sendo visto com horror crescente pela gente de bem do Brasil”, escreveu o jornalista, sugerindo de forma pejorativa um estereótipo racial para os fiéis.

Na vião de J. R. Guzzo, a “gente de bem” não são necessariamente classificadas por sua honestidade e conduta irrepreensível. Ele explica: “Sabe-se quem são: os mais ricos, mais instruídos, mais viajados, mais capacitados a discutir política, cultura e temas nacionais. São geralmente descritos como esclarecidos, liberais, intelectuais, modernos, politizados, sofisticados e portadores de diversas outras virtudes. Toda a esquerda nacional, por definição, está aí dentro”, argumenta.

O “gente de bem”, na visão de J. R. Guzzo, seria o oposto do que são os evangélicos, e o jornalista não se contenta com pouco no que se refere à crítica a esse setor da sociedade: “Retrógrados, reacionários, repressores, fascistas e inimigos da democracia. Já foram condenados como machistas, homofóbicos e fanáticos”.

Indo além, o colunista da revista Veja diz que o que torna os evangélicos incômodos “está nas suas convicções como cidadãos”. Sem falar francamente, Guzzo dá indícios de quais pontos o incomodam na forma de ver, ser e pensar dos evangélicos: a oposição ao “progressismo”, à relativização de valores e a desidratação da família como instituição.
Resposta

A reação à postura do jornalista foi automática da parte de fiéis, nas redes sociais, e lideranças religiosas de diversas denominações. O deputado Ezequiel Teixeira (Podemos-RJ); o apóstolo Rina, da Igreja Bola de Neve; e o pastor e escritor Asaph Borba foram alguns dos que repudiaram as colocações do jornalista.

Teixeira – que também lidera o Ministério Projeto Vida Nova – destacou que o artigo publicado pela Veja é uma incitação ao “ódio a pessoas que são pacíficas e estão na vanguarda dos princípios e valores éticos desta nação”.

O deputado afirmou que os evangélicos realmente são um “povo que incomoda”, porém só se sentem incomodados os que se opõem à moralidade: “Somos um povo que verdadeiramente luta pelos valores da família, contra o lixo moral e a pedofilia. E nós vamos continuar incomodando, doa a quem doer”, avisou o parlamentar.

Rina levantou questões sobre o objetivo do jornalista e da revista com o artigo: “Por que o esforço em ridicularizar um povo que só promove o bem e o amor ao próximo, que atua diariamente e longe dos holofotes e do reconhecimento da mídia, a serviço das reais necessidades da sociedade, que inspira o altruísmo, ensina valores e princípios morais e éticos, como honestidade, integridade e lealdade, que recupera e reintegra vítimas das drogas e de tantas outras mazelas?”, questionou.

“Porque esse povo não concorda com a agenda de destruição da família? Porque são os poucos que se opõe? Onde está a liberdade de expressão que tanto se defende?”, contrapôs o apóstolo da Bola de Neve, em sua coluna no portal Guia-me.

“Numa democracia todos são livres para expressar e defender suas ideias e ninguém é obrigado a concordar com elas. Estamos incomodando? E aí vale usar termos preconceituosos na tentativa de desqualificar os cristãos diante do restante da sociedade? Como se não houvesse contribuição nenhuma dessa parcela da população na construção e evolução da nação? Aqui estão alguns morenos, dessa ‘incômoda religião’, que segundo a matéria, se tornou um ‘problema sem solução'”, acrescentou.

Asaph Borba pontuou que Guzzo foi infeliz de diversas formas: “Como evangélico e jornalista, quero dizer que o artigo é muito mal escrito, pois é confuso em sua abordagem e, comete erros básicos, como se referir ao público em questão com termos discriminatórios de raça e cor e ainda com uma conotação pejorativa”, pontuou.

“O articulista não deixa claro quais são as pessoas de bem a quem os evangélicos tanto perturbam. Fico livre, então, para imaginar quem seriam esses baluartes da honestidade e da intelectualidade que estão perturbados pelo aumento da fé evangélica. Quem são os políticos preocupados com o aumento da bancada evangélica? Essa gente ‘de bem’, por certo, deve ser a elite que cuida e direciona a educação e a cultura brasileira e quer impor goela abaixo da população suas práticas liberais, contrárias à Palavra de Deus, e que não são defendidas pelos evangélicos”, criticou Borba.

Fonte: Gospel+

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Governador do DF ordena demolição de templo da AD Madureira e bispo Manoel Ferreira protesta

O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), determinou a demolição de um templo da Assembleia de Deus MInistério de Madureira localizado em Vila Planalto, um bairro de Brasília que é vizinho aos palácios do Planalto e da Alvorada, e tombado pelo patrimônio histórico.

O presidente do Ministério de Madureira, bispo Manoel Ferreira, gravou um vídeo tecendo duras críticas ao governador Rollemberg e à decisão de demolir o templo, que supostamente não teria sido comunicada à direção da igreja em tempo hábil.

“O que tem aqui é exatamente a força do mais forte. Como o governo é forte, ele está derrubando tudo o que pertence aos mais pobres. Aqui é um bairro pobre, sem nenhuma possibilidade e infelizmente é isso que estamos vendo”, afirmou Ferreira, enquanto os funcionários do governo faziam o trabalho de demolição.

O bispo Manoel Ferreira alega que a denominação não teve espaço para negociar ou mesmo conquistar um prazo para a saída: “É tudo feito na base do sufoco, impiedosamente”, lamentou.

“Aqui vale quem tem força, o infeliz do pobre que não tem pra onde ir e se abriga em determinados lugares, chega uma hora dessas e é impiedosamente castigado, é jogado fora como um lixo”, declarou o bispo no vídeo, publicado no Facebook, sem maiores informações a respeito do motivo da demolição.

Como Vila Planalto é uma área residencial tombada pelo patrimônio histórico, há a suspeita nas redes sociais de que a ordem de demolição tenha sido emitida porque o templo não se enquadra no tipo de construção definido pela legislação. Assista ao vídeo com a demolição:
Fonte: Gospel+

domingo, 1 de outubro de 2017

Elias e o ribeiro de Querite!

Introdução
Um dia eu estava em uma reunião de diretoria da Igreja a qual eu trabalhei como “Missionário” por cerca de quase 25 anos e aconteceu uma coisa que jamais esqueci. E agora escrevendo este artigo veio a minha mente outra vez a cena:
Uma determinada igreja estava sem pastor e foi colocado lá na reunião que se alguém quisesse ir para o GRANDE DESAFIO a proposta estava na mesa e a Igreja oferecia:
Casa
Um bom salário
Gasolina
E algumas coisas que não me lembro mais, além dessa Igreja estar localizada no Paraná, ou seja na em uma das regiões mais ricas do Brasil. E a resposta de um dos pastores foi exatamente essa.

“Se a minha esposa topasse eu enfrentaria esse desafio” Que grande desafio! Quando olharmos a situação de Elias logo a seguir dá até vergonha.
Imagem relacionada
Elias permanece as margens deste riacho pouco tempo, assim que suas águas desaparecem com o verão ele se transfere para o território da Fenícia
O Ribeiro de Querite
O ribeiro de Querite é um riacho que nasce nos montes de Efraim e, percorre na região da Alta Galiléia e deságua no rio Jordão. Esta região se chama de  Transjordânia, mais precisamente ao oriente desta região, a leste do rio Jordão (1 Rs 17,3). Seu nome “Querite” deriva do verbo hebraico “Cha-Vath” que significa “Cortar, colocar no tamanho certo”.

Elias permanece as margens deste riacho pouco tempo, assim que suas águas desaparecem com o verão ele se transfere para o território da Fenícia

Onde se localiza a cidade de Sarepta?
Nos Mapas Bíblicos que  geografia apresenta temos a informação que Sarepta era uma pequena localidade não distante de Sidon acerca de 15 Kms, também ela é “conhecida como Zarefate em algumas versões Bíblicas e como Sarepta no Novo Testamento (Lc 4.26), situada na terra natal de Jezabel (1 Rs 16,31).

O nome “Sarepta” significa em hebraico “lugar de fundição”. Com certeza, o Senhor ao conduzir Elias para o ‘lugar de fundição’ tinha o propósito de prepará-lo para seu grande desafio, mas também fundir (derreter) a vã e velha fé daquela viúva nos deuses pagãos para uma fé viva e eficaz no único e verdadeiro Deus o Deus de Elias. 

Entenda o cenário de Israel: ( Caos político, idolatria, pecados)
1.      Uma palavra profética muito dura.
A.    A posição de autoridade de Elias
       a. Conhecimento de Deus
       b. Intimidade com Deus
B.     A palavra profética.
a.       Orvalho: 
O orvalho, sereno ou rocio é um fenômeno físico no qual a umidade do ar precipita por condensação na forma de gotas, pela diminuição da temperatura ou em contato com superfícies frias. É o processo contrário ao da evaporação.

b. Chuva: 
A chuva é importante porque lava o ar, fazendo assentar as poeiras e outras impurezas que nele existem. 
A chuva ajuda a regar plantações , plantas e florestas , sem falar que ela e uma fonte muito importante para os seres vivos . 
As chuvas reabastece rios e lagos e brota nascentes , com ela podemos aproveitar da agua da chuva economizando e ajudando o Meio - ambiente. 
Em alguns lugares como no nordeste onde é muito raro chove , e a causa de tantas secas e uma grande falta de água para os animais e moradores sofrem com isso tudo trazendo só prejuizo . Enfim todos sabem a importância da água, e que precisamos dela para absolutamente tudo em nossas vidas. desde água para tomar, para produzir os alimentos. Então o mundo não sobreviveria sem água.
C.     O impacto na economia de Israel
a.       Fome
b.      Seca
c.       Desabastecimento

2.      A ordem de Deus.
A.    Uma ordem estranha. 2, 3 e 4
B.     Esconder-se

3.      Elias no Ribeiro de Querite.
A.    Beberás do ribeiro
B.     Comerás do que os corvos trouxessem.
C.     As águas secando
D.    A solidão.
E.     As dúvidas.
F.     Então Deus dá o próximo passo! To be continued!

Pastor Wanderlei Marcelo Vieira
Igreja Batista Ágape de Uberlândia
01 de outubro de 2017