segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Cindy Jacobs profetiza: “Deus não vai parar até que o Brasil seja reformado”

Profetiza ficou famosa por profecia sobre fim da corrupção
Durante as comemorações dos 500 anos da Reforma Protestante, muitos líderes evangélicos do mundo todo foram até Wittemberg, na Alemanha, onde Martinho Lutero deu início ao movimento.
No dia 31 de outubro, a profetiza Cindy Jacobs, líder do ministério de intercessão Generals International, estava em Wittemberg e enviou uma mensagem para o Brasil.
“O Senhor diz que vocês passaram por uma estação muito difícil e muita corrupção foi exposta. Mas não foi terminado ainda, pois Deus não vai terminar até que o Brasil seja reformado. Vai ser um pouco difícil por algum tempo”, afirmou ela, sendo traduzida por uma pessoa ligada à Comunidade das Nações, de Brasília.
A profetiza que ficou famosa por ter anunciado em 2013 que Deus iria pôr fim à corrupção no Brasil, algo que muitos acreditam estar se cumprindo através da Operação Lava Jato e outras similares, conduzida por uma força tarefa onde vários integrantes são evangélicos.
“Deus vai levantar novos líderes. Deus está ouvindo as orações do povo no Brasil e eles vão ver a economia curada… O reavivamento e a economia serão milagrosos. Deus irá dar uma resposta à pobreza no Brasil. É um tempo maravilhoso de Reforma”, enfatizou.
Cindy voltou afirmar sua crença que o Brasil será “a maior nação cristã da América do Sul”. “Não vamos parar de crer”, pediu ele no encerramento da mensagem.
Assista:

 Fonte: Gospel Prime

Ex-professor de estudos bíblicos abre fogo em igreja e deixa 26 mortos, nos EUA

Devin Patrick Kelley, de 26 anos, chegou a atuar como professor de estudos bíblicos, dando aulas para crianças de 4 a 6 anos. (Foto: Now The End Begins)
Devin Patrick Kelley atirou contra dezenas de pessoas na Primeira Igreja Batista de Sutherland Springs. Pelo menos 20 ficaram feridos.

Pelo menos 26 pessoas foram mortas e 20 ficaram feridas no Texas, depois que um homem armado abriu fogo em uma igreja, próxima à cidade de San Antonio, no último domingo, segundo confirmaram os investigadores.
Diversas fontes falaram com a Fox News e identificaram o atirador como Devin Patrick Kelley, de 26 anos. O tiroteio em massa ocorreu por volta das 11:30 da manhã na Primeira Igreja Batista de Sutherland Springs, que fica a cerca de 30 milhas a sudeste de San Antonio.
Os investigadores disseram em uma coletiva de imprensa na noite de domingo que as idades das vítimas variavam entre 5 e 72 anos. Um funcionário disse que cerca de 20 pessoas foram hospitalizadas com lesões, variando de "pequenas" a "muito graves".
O massacre de domingo foi o tiroteio mais mortal da história moderna dos EUA, ocorrido em uma igreja. É também, de acordo com o governador Greg Abbott, o maior tiroteio em massa na história do Texas.
Um possível motivo para o tiroteio ainda não está claro. Kelley morava em um subúrbio de San Antonio e não parecia estar vinculado a grupos terroristas organizados, disse um funcionário público dos EUA à The Associated Press. Surpreendentemente, o atirador chegou a atuar como professor de estudos bíblicos para crianças de quatro a seis anos, como ele mesmo descreveu em seu perfil da rede profissional LinkedIn.
Um porta-voz da Força Aérea dos EUA também confirmou à Fox News que Kelley serviu na Base da Força Aérea Holloman, no Novo México, a partir de 2010 até ser dispensado por má conduta em 2014.
Ele foi julgado em 2012 por agredir sua esposa e filho e, quando recebeu alta, passou 12 meses confinado, além de ter uma redução em sua classificação militar.
"É horrível", disse o Comissário do Condado de Wilson Larry Wiley a Fox News sobre o massacre. "Parece que alguém simplesmente entrou e começou a atirar".
Por volta das 11h20, Kelley chegou a um posto de gasolina de Valero em frente à Primeira Igreja Batista, vestido com uma roupa negra, como das forças táticas e um colete à prova de balas. Ele atravessou a rua e começou a atirar com um rifle Ruger AR contra igreja, disseram autoridades. Então ele entrou no prédio e continuou atirar nas pessoas que estavam lá dentro.
Ele foi confrontado por um morador armado que o perseguiu. Kelley foi mais tarde encontrado morto, a cerca de cinco milhas de distância no condado de Guadalupe, de acordo com Wiley. Não está claro se Kelley foi morto pela polícia, pelo residente armado ou se cometeu suicídio.
Algumas vítimas foram transportadas para o Centro Médico do Exército Brooke em San Antonio, segundo informou a KSAT.
Funcionários disseram que 23 pessoas foram encontradas mortas dentro da Primeira Igreja Batista, enquanto duas foram encontradas mortas fora do templo. Uma pessoa que foi transportada para um hospital ainda com vida, morreu mais tarde.
Uma das pessoas que morreram no tiroteio foi Annabelle Pomeroy, de apenas 14 anos. Ela era filha do pastor da igreja.
O FBI está investigando o tiroteio, além de várias outras agências, incluindo o Escritório do Álcool, Tabaco, Armas de Fogo e Explosivos. O jornal 'San Antonio Express-News' informou que a polícia estava checando a casa do atirador, buscando por explosivos, após o tiroteio.

Fonte: Guiame

Cuidados com as permissões de aplicativos

Cuidados com as permissões de aplicativos
Você baixou um aplicativo novo para o seu celular. Algum amigo seu indicou ou você viu em um vídeo. Feliz da vida, você passa a usá-lo e nenhum problema acontece. Se a realidade fosse assim, não haveria motivo para escrever essa nota. Há um detalhe que muito dono de smartphone ou tablet esquece quando faz o download de aplicativos: a permissão deles.
Todo aplicativo instalado pede permissão para acessar diversos recursos do seu aparelho. Ele chega a declarar explicitamente quais são na hora da instalação, mas se o usuário faz esse processo com pressa (e só aperta o botão de ok várias vezes até estar pronto) é capaz de não ter visto. Isso acaba expondo a privacidade de qualquer um.
Para evitar esse tipo de risco, é essencial saber o que seus aplicativos estão acessando dentro do seu telefone. Confira um resumo das permissões mais importantes e o que elas significam para você e o seu aparelho:

Discagem direta aos seus contatos
Essa permissão deixa que os aplicativos disquem para números do seu telefone sem notificá-lo sobre isso. Geralmente é exigida por ferramentas como o Skype ou o Google Talk/Hangout que necessitam disso para, obviamente, fazer chamadas. Porém, certos aplicativos maliciosos podem explorar a autorização para ligar secretamente a números pagos sem o seu conhecimento.

Envio de mensagens SMS
Alguns aplicativos precisam enviar mensagens de texto, mas nem todos! Por isso, cuidado com qualquer aplicativo diferente pedindo essa permissão, o que pode acabar gerando contas altíssimas.
Edição ou exclusão de conteúdo de armazenamento USB
Com essa permissão, um aplicativo acessa toda a memória do seu aparelho, podendo ler, editar e até mesmo excluir dados que você tenha armazenado. Seja cuidadoso com a autorização desse pedido: combinado com o acesso à internet, ele permite que o aplicativo faça o upload de fotos privadas, por exemplo.

Leitura e edição de contatos
Esse tipo de solicitação, geralmente, é feito por aplicativos de mensagens de texto, redes sociais e agendas de contatos. Em outros casos, é desnecessário. Por isso, fique atento.

Histórico de páginas visitadas
Com esta autorização, os aplicativos acessam o histórico completo das páginas que você visita a partir de seu dispositivo móvel. Essa permissão é comumente exigida por navegadores alternativos, ferramentas de backup e até mesmo por aplicativos de redes sociais. Para um aplicativo diferente desses, seja criterioso: ele pode querer espionar os seus comportamentos de navegação.

Leitura de identidade e status do telefone
Essa permissão pode ser bastante confusa: se por um lado é normal que o aplicativo leia o status do seu aparelho, por outro ele ganha acesso a dois números de dispositivos individuais: o IMEI e o IMSI. Muitos desenvolvedores de aplicativos usam esses números como proteção contra pirataria, mas também podem utilizá-los para localizar você.

Especificação de localização (GPS)
Obviamente, essa autorização permite que o aplicativo diga onde você está. É importante para aplicativos que tenham como base a sua localização, mas também pode ser usada para fins publicitários.

Fechamento de aplicativos de fundo
Isso permite que um aplicativo possa parar outros que estão em funcionamento. É essencial tomar muito cuidado com essa permissão, uma vez que ela pode levar à perda de dados.

Acesso à câmera
Aplicativos de câmera alternativos exigem essa permissão, assim como os de redes sociais. Porém, na teoria, um aplicativo malicioso com essa autorização pode tirar fotos sem o seu conhecimento para depois distribuí-las pela rede.

Fonte: Uol Segurança

Ex-vangélicos? Movimento quer desassociar “evangélico” de “conservador”

“Eu não me identifico mais com esse termo”, explica Tullian ‘Boz’ Tchividjian ao jornal The Guardian. Neto do famoso evangelista Billy Graham e um dos principais responsáveis pela popularização do movimento evangélicos nos EUA.
A trajetória do neto de Graham é complicada. Ele já foi considerado um dos pastores mais promissores de sua geração. Liderava uma grande igreja, mas adulterou e foi deposto do cargo em 2015. Assumiu um novo ministério no ano seguinte, mas acabou se envolvendo em outro caso de adultério. Veio a público pedir perdão ao corpo de Cristo, mas sequer usa o sobrenome famoso.
Para ele “As palavras importam, pois ‘evangélico’ não é como ‘batista’ ou ‘episcopal’, que podem ser facilmente definidas. Quando você usa esse termo, acaba sendo definido pela forma que a pessoa o interpreta”.
A associação de líderes evangélicos com ideais políticos, na maioria conservadores, tem incomodado um número crescente de pessoas nos Estados Unidos. Em especial por que muitos desses líderes apoiam Donald Trump, como Franklin Graham, tio de Tullian.
Adepta a décadas da teologia liberal, a Sociedade Evangélica da Universidade de Princeton removeu recentemente o “evangélica” do nome, alegando que não representa mais sua visão. Com 80 anos de fundação, passou a se chamar Sociedade Cristã de Princeton.
William Boyce, secretário-executivo da instituição, explicou assim a mudança: “nos últimos anos… estamos vendo mais estudantes que não se definem como ou não compreendem corretamente o termo evangélico”.
Tony Campolo, pastor liberal conhecido por sua posição esquerdista, tomou a mesma decisão. Segundo ele, muitas conotações negativas foram atribuídas ao termo. “Nos sentimos desconfortáveis em nos chamarmos de evangélicos, pois o público em geral pensa coisas sobre nós que não são verdadeiras. Não concordamos com a pena de morte, não somos a favor da guerra, não odiamos gays e não somos antifeministas”, resume.
Seu filho, Bart, desde 2011 é um ativista ateu que critica constantemente os ministérios com quem trabalhou, inclusive o de Tony.
Na maior parte da América Latina, o termo “evangélico” é um sinônimo de protestante, que mantém a tradição que os reformadores iniciaram 500 anos atrás. Contudo, nos Estados Unidos e na Europa, onde há uma clara distinção entre protestantes tradicionais e os do movimento pentecostal, a ideia de evangélico também é política, pois eles geralmente defendem o conservadorismo, algo que a mídia vem tentando rotular como “extrema-direita”.
“Com uma definição tão ampla e vaga do evangélico, as pessoas podem presumir automaticamente que todo evangélico é defensor do Trump”, reclama Tchividjian. “Estamos vendo a fé através de uma lente política, e isso é perigoso”.
Christopher Stroop, um “ex-evangélico” que se tornou um feroz crítico desse segmento religioso, enfatiza que a eleição de Trump e sua associação com os evangélicos, fez com que milhares abandonassem o rótulo “evangélico”.
Ele diz que o grupo “Exvangelical”, criado no Facebook, mostra como há um movimento crescente que procura se distanciar do meio ao qual pertenciam. Contudo, não se trata de uma massa uniforme. “Muitos líderes apenas querem fugir das associações negativas, mas continuam votando contra os direitos LGBT ou das mulheres”, critica Stroop.
O outro lado da questão
Todd Stiles, pastor evangélico do Iowa, um estado-chave para os votos evangélicos, analisou essa questão. “Parece que as pessoas estão menos propensas a se identificar como evangélicos nos dias de hoje”, reconhece. Mas ele vê por um outro ângulo.
“Muitos candidatos à presidência afirmaram ser evangélicos, mas não vivem suas vidas de acordo com a Bíblia”, resume. Segundo ele, foram alguns pastores e políticos que estão distorceram o significado com sua postura incongruente com a fé. “Eles realmente forçaram uma definição da palavra. Quando um termo se torna tão abrangente que engloba tudo, acaba não abrangendo nada”.
Leith Anderson, presidente da Associação Nacional de Evangélicos, diz que para os ativistas liberais, a palavra “evangélico” tornou-se uma ferramenta para se opor a políticas conservadoras. Contudo, muitas dessas críticas são injustificadas pois acabam tentando rotular todo mundo por conta da atuação de alguns.
“Há pessoas que se identificam como evangélicas e então fazem coisas estranhas. De alguma forma isso é projetado sobre todos”, disse ele. “Há alguns anos, o pastor de uma pequena igreja na Flórida decidiu que iria queimar o Alcorão como forma de protesto. Passei a receber muitas ligações de agências governamentais e imprensa. Nunca tinha ouvido falar de um líder de respeito que quisesse queimar o Alcorão, era apenas esse cara! Se eu lesse essa história nos jornais e não soubesse nada sobre os evangélicos, poderia pensar que todos eles pensam assim”.
O jogo da mídia em tentar classificar o todo por causa de um ou outro é conhecido. Em agosto, 150 líderes evangélicos assinaram a ‘Declaração de Nashville’, um documento que reafirma o casamento bíblico e se opõe ao ativismo LGBT. Foram imediatamente criticados, chamados de homofóbicos, de espalharem discurso de ódio e todos esses termos comuns para os liberais.
Conforma lembra Anderson, a associação de evangélicos representa cerca de 40 denominações diferentes e muitos grupos que mantém escolas, hospitais e editoras. A definição mais básica de “evangélico” seria alguém que teve uma experiência de conversão pessoal, é “nascido de novo”. Acredita que só é possível ir para o céu através de Jesus Cristo; que a Bíblia é a palavra de Deus; e que é o mandato de todo cristão é anunciar a mensagem do evangelho.
“Ex-vangélicos” no Brasil
Não é surpresa notar que o mesmo tipo de tática vem sendo usada por aqui. O jornal O Globo publicou a matéria do The Guardian adulterada. Cortou as falas dos pastores conservadores e ignorou as graves questões ministeriais envolvendo os dois pastores liberais a quem deu voz.
A associação com ideais “radicais” e o rótulo de “extrema-direita” são igualmente impostos pela grande mídia sobre as lideranças evangélicas no Brasil. Toda vez que surge uma declaração polêmica ou questão pessoal, o assunto é explorado exaustivamente, onde se trata o todo pelas partes. Já quando falam de islâmicos, por exemplo, fazem questão de separar o indivíduo do grupo religioso ao qual ele pertence.
Embora o termo “ex-vangélico” não tenha se popularizado no Brasil, alguns pastores liberais tem insistido nessa desassociação. Ricardo Gondim, da Igreja Betesda de São Paulo, chegou a escrever um livro chamado “Orgulho de Ser Evangélico” no início dos anos 2000. Porém, cerca de uma década depois, anunciou que estava fora do “movimento evangélico”.
O mesmo fez Ariovaldo Ramos, que durante anos foi um dos pregadores mais presentes em grandes encontros de lideranças evangélicas. Separado da esposa após um escândalo de infidelidade, ele atraiu muitos seguidores ao publicar um ‘desabafo’, onde dizia “Não quero mais ser evangélico”.
Sua postura atual, defensor de Lula e Dilma e atacando todos os pastores conservadoresque repudiam as ideias marxistas, mostram que ele só usa o título de “pastor evangélico” quando lhe interessa dar legitimidade ao discurso da esquerda.

Fonte: Gospel+

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Série da Globo mostra um Deus bêbado e um céu sem Jesus

O novo projeto do Globo Lab, um centro de produções experimentais da rede Globo, estreou esta semana no GloboPay.

Põe na Conta é uma websérie de sete capítulos que conta a história de Lázaro, um advogado, que vai para o purgatório após sua morte. Só que este local que faz parte da teologia católica, é um bar.

Assim como no dogma católico, é preciso “pagar uma penitência” para se chegar ao paraíso. Lázaro precisa atender bem os “clientes”, almas que também estão presas no purgatório, para receber gorjetas. Somente quando encher o pote de dinheiro finalmente poderá ir para o céu.

No bar, ele convive com Mariana (Julianne Trevisol), Gabriel (Nigel Goodman) que seria um tipo de anjo, sempre sendo observado por São Pedro. O local também é frequentado por Tobias (Wanderley Martins), que seria a encarnação de Deus.

A série pretende ser de humor, mas se perde em piadas sem objetividade. O que mais chama atenção é que Tobias/Deus é um bêbado que fica o dia todo no bar sem fazer nada. Nesse conflito de ações boas e más envolvendo todos que passam por ali, fala-se de um céu que é dado por merecimento. Não há nenhuma menção a Jesus ou sua obra na cruz.

Curiosamente, “Põe na Conta”, que ainda não tem data para ser exibido na TV, foi lançado na mesma semana em que se comemoram os 500 anos da Reforma Protestante, ocasião em que Martinho Lutero publicou suas teses que questionavam vários ensinamentos católicos, entre eles a existência do purgatório e a ideia que o céu era alcançado por merecimento.

Como forma de lançamento do programa, a globo criou um jogo online onde é possível fazer um teste, para ver onde alguém vai após a morte: céu, inferno ou purgatório.

Fonte: Gospel+

Brasil! O caminho da saída.

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Brasil é o 60º colocado em ranking mundial de educação
Desempenho do País está entre os mais baixos, em ranking internacional que avaliou 76 países; melhor avaliado é Cingapura.

SÃO PAULO - O Brasil ficou na 60.ª posição no ranking mundial de educação, divulgado nesta quarta-feira, 13, pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Foram avaliados 76 países - um terço das nações do mundo - por meio do desempenho de alunos de 15 anos em testes de Ciências e Matemática.
Apesar de estar entre os países com pior desempenho, a organização avaliou no relatório que o Brasil tem grande potencial de crescimento econômico se conseguir proporcionar educação básica universal para todos os adolescentes de 15 anos.
O relatório aponta ainda que o Brasil registrou melhoras “notáveis” na performance dos adultos na última década. No entanto, o relatório ressalta o grande número de estudantes que abandonam a escola e chama a atenção para a qualidade do ensino ofertado. “Apesar de praticamente todas as crianças entre 7 e 14 anos de idade ingressarem nas escolas no começo do ano, nem todos continuam até o final. Eles abandonam porque o currículo escolar não é atrativo, porque precisam trabalhar ou por ter dificuldade em acompanhar as aulas.”
No ranking, o Brasil aparece com desempenho pior do que o de países como o Irã (51.º), que enfrentou uma guerra de grandes proporções nas últimas décadas, e os vizinhos Chile (48.º) e Uruguai (55.º), que têm economias mais fracas do que a brasileira. Outros três sul-americanos ficaram entre os 15 piores colocados na avaliação: Argentina (62.º), Colômbia (67.º) e Peru (71.º). No ranking de 2012, que avaliou 65 países, o Brasil havia ficado em 58.º lugar.
A assessoria de imprensa do Ministério da Educação (MEC) informou que só vai comentar os dados após a apresentação oficial do relatório, que ocorrerá na próxima semana durante o Fórum Mundial de Educação, na Coreia do Sul.
No evento, líderes mundiais vão traçar metas de educação para os próximos 15 anos. Os últimos objetivos foram traçados em 2000, mas alguns deles - como fornecer ensino primário a todas as crianças - não foram completamente alcançados.
“A tarefa para os governos é ajudar os cidadãos a se desenvolver e garantir que em 2030 todos eles tenham os conhecimentos e habilidades necessários para ter uma educação, trabalho e vidas adequados”, avalia a OCDE, no relatório.
Posições. As cinco melhores colocações ficaram para países asiáticos, Cingapura, Hong Kong, Coreia do Sul, Japão e Taiwan, na sequência. 
Segundo o diretor educacional da OCDE, Andreas Schleicher, é a primeira vez que o ranking consegue ter uma escala “verdadeiramente global” sobre a qualidade da educação. “A ideia é dar a mais países, ricos e pobres, a possibilidade de comparar a si mesmos com os líderes mundiais em educação para descobrir pontos fracos e fortes e ver os ganhos econômicos a longo prazo gerados pela melhoria da qualidade da educação.”
Schleicher chamou a atenção para o caso de Cingapura, que nos anos 1960 tinha altos índices de analfabetismo, mas conseguiu uma recuperação nas últimas décadas.
Nas três piores posições do ranking estão Gana, África do Sul e Honduras.

Determinacao da nacão em progredir. O Japão, antes da guerra, investiu pesado em educação...tanto que a maioria dos imigrantes que vieram pra cá eram formados: médicos, dentistas etc.
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     Depois da guerra eles receberam uma ajuda muito grande dos EUA, um Plano Marshall do oriente, pra frear o comunismo. Eles investiram e se desenvolveram, com mão-de-obra qualificada e educação de primeira ficou mais fácil. O Japão como nenhum outro país investiu absurdamente em uma simples aréa : TECNOLOGIA. Soube utilizar os aportes financeiros do Estados Unidos, no após guerra e aliado a sólida observância as leis e tradição milenar, alicerçada no nivel cultural da população, transformam a Nação do sol nascente, em potência internacional. Povo de garra e tradição.

     Durante alguns anos após a derrota japonesa na Segunda Guerra Mundial, a economia da nação ficou quase totalmente paralisada em virtude da destruição causada pela guerra, com uma séria escassez de alimentos, uma inflação descontrolada e um agressivo mercado negro. A nação perdeu todos os seus territórios de além-mar e a população ultrapassou a marca dos 80 milhões de habitantes, com o acréscimo de cerca de seis milhões de repatriados do exterior. Fábricas foram destruídas pelo fogo dos ataques aéreos. A demanda interna caíra com a cessação das encomendas militares e o comércio exterior era restrito pelas forças de ocupação. Mas o povo japonês começou a reconstruir a economia devastada pela guerra, auxiliado no início pela ajuda à reabilitação dos Estados Unidos. Em 1951, o Produto Nacional Bruto foi recuperado ao nível de 1934-36. O crescimento populacional inibiu a recuperação da renda per capita da nação, mas em 1954 esse indicador também recobrou o nível de 1934-36 em termos reais. O pessoal militar desmobilizado e os civis desconvocados juntaram-se ao mercado de trabalho proporcionando uma larga oferta de trabalhadores para a reconstrução econômica no início do período do pós-guerra.

      Várias reformas sociais realizadas após a guerra ajudaram a moldar uma estrutura básica para o subsequente desenvolvimento econômico. A desmilitarização do pós-guerra e a proibição de rearmamento estabelecidas pela nova Constituição eliminaram o pesado ônus provocado pelos gastos militares sobre os recursos econômicos da nação. A dissolução dos Zaibatsu (enormes monopólios empresariais) libertou as forças da livre concorrência, e a propriedade da terra cultivável foi redistribuída em grande quantidade entre os antigos arrendatários agricultores, dando-se a eles novos incentivos para a melhoria de seus lotes. Também foram removidos os obstáculos às atividades sindicais, tendo como resultado o fato de a segurança de emprego dos trabalhadores tornar-se mais protegida e abriu-se o caminho para o aumento constante dos níveis salariais.
Com o 'sistema de produção prioritária', deu-se ênfase ao aumento da produção do carvão e do aço, os dois principais focos do esforço industrial do país. A elevação da produção do aço estabeleceu a base para uma decolagem global da produção, caracterizando um impulso no investimento de capital, sustentado pela recuperação do consumo. Em seguida, a produção foi incrementada não apenas nas indústrias de base, tais como a do aço e dos produtos químicos, mas também em novas indústrias produtoras de vens de consumo, tais como as de aparelhos de televisão e de automóveis.

      A economia japonesa continuou a expandir-se rapidamente de meados dos anos 50 até a década de 1960, tendo sofrido apenas duas breves recessões, em 1962 e em 1965. A taxa média de crescimento anual esteve próxima dos 11% em termos reais, durante a década de 1960. Compare-se isto com os 4,6% da República Federal da Alemanha e os 4,3% dos Estados Unidos, no período de 1960 a 1972. E essa taxa também ficou bem acima do dobro da média da taxa de crescimento do próprio Japão de antes da guerra, que era cerca de 4% ao ano. Organização,competência,força de vontade política e para mostrar aos EUA e ao mundo que aquele pais renasceria e seria o melhor,que ninguém derrubaria os niponicos... O nível educacional e de escolaridade da população era muito alto. Existe uma tradição milenar de hierarquia e obediência às leis em todos os níveis. Os americanos queriam uma força para conter o comunismo na China e na Coreia. Construiram bases no Japão e injetaram muito dinheiro na reconstrução. Receberam uma grande quantidade de dinheiro dos EUA, que embora tenham se divertido destruindo e matando japoneses, não queriam uma nação miseravel ao lado das duas maiores potencias socialistas do mundo, a URSS e a China. Além disso, ter no Japão um aliado politico era estratégicamente interessante aos EUA, da mesma forma que Cuba era interessante à URSS. Passaram então a enviar dinheiro e investir no Japão, de forma ao pais não ficar tentado a se tornar socialista.

      Os japoneses pegaram quase todo o dinheiro e investiram em educação. Assim, em uma geração, já tinham profissionais altamente capacitados trabalhando na área tecnológica, desenvolvendo novas pesquisas e produtos. Com isso, o Japão conseguiu não só se reerguer, mas se tornar uma das maiores potencias economicas da atualidade.

 Conheça os 5 vilões que dificultam desenvolvimento do Brasil
Embora já tenha conquistado o posto de sexta maior economia do mundo em 2011, o Brasil ainda se vê às voltas com dificuldades estruturais, burocráticas e econômicas que destoam do papel assumido pelo país na cena internacional nos últimos anos
Segundo especialistas, o recente cenário da queda dos juros deixou tais entraves ainda mais evidentes.
“Por muito tempo, as empresas aproveitaram-se dos juros altos para ganhar dinheiro, aplicando seus lucros no mercado financeiro com vistas a maiores retornos. Porém esse cenário está mudando”, afirmou André Perfeito, economista-chefe da Gradual Investimentos.
Na prática, com essas aplicações agora menos rentáveis, as empresas começam a deslocar o excedente de capital do setor financeiro para o setor produtivo, investindo na expansão dos próprios negócios.
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1) Infraestrutura precária
Segundo um estudo do Departamento de Competitividade de Tecnologia (Decomtec), da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), as empresas têm uma despesa anual extra de R$ 17 bilhões devido à precariedade da infraestrutura do país, incluindo péssimas condições das rodovias e sucateamento dos portos.
Como resultado, os custos logísticos acabam encarecendo o produto final. De acordo com um levantamento do instituto ILOS, cerca de 30% do preço da tonelada soja produzida em Mato Grosso e exportada do porto de Santos, por exemplo, referem-se apenas aos gastos com transporte do grão.
“O Brasil também fez uma opção pelo transporte rodoviário, mais caro do que outros meios, como ferrovias ou hidrovias”, afirmou Márcio Salvato, coordenador do curso de Economia do Ibmec.
Além da infraestrutura, o país também sofre com as altas tarifas de energia elétrica, apesar de cerca de 70% de sua matriz energética ser proveniente de hidrelétricas, consideradas mais limpas e baratas.
Uma pesquisa da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Fierj), publicada no ano passado, mostrou que o custo médio de energia no Brasil é 50% superior à média global e mais do que o dobro de outras economias emergentes.
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2) Déficit de mão de obra especializada
Em alguns setores da indústria, o Brasil já vive “um apagão de mão de obra”, com falta de profissionais qualificados capazes de executar tarefas essenciais ao crescimento do país.
Segundo o mais recente levantamento feito pela consultoria Manpower com 41 países ao redor do mundo, o Brasil ocupa a 2ª posição entre as nações com maior dificuldade em encontrar profissionais qualificados, atrás apenas do Japão.
Entre os empresários brasileiros entrevistados para a pesquisa, 71% afirmaram não ter conseguido achar no mercado pessoas adequadas para o trabalho.
Para efeitos de comparação, na Argentina o índice é de 45%, no México, de 43% e na China, de apenas 23%.
“Se no Japão o maior entrave é o envelhecimento da população, o problema no Brasil é a falta de qualificação profissional”, afirmou à BBC Brasil Márcia Almström, diretora da Recursos Humanos da filial brasileira da Manpower.
De acordo com uma pesquisa divulgada neste ano pelo Ipea, o governo direcionou apenas 5% do PIB em 2010 para a educação, contra 7% do padrão internacional.
“Sofremos com a falta de profissionais de nível técnico, de operações manuais e de engenheiros”, acrescentou Almström.
Atualmente, segundo a consultoria McKinsey, apenas 7% dos trabalhadores brasileiros têm diploma universitário, atrás da África do Sul (9%) e da Rússia (23%).

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3) Sistema tributário complexo
Segundo o relatório ‘Doing Business’ do Banco Mundial, são necessárias 2.600 horas por ano para empresas de médio-porte brasileiras somente para pagar impostos, contra 415 na Argentina, 398 na China e 254 na Índia.
“Já passou da hora para que o Brasil simplifique seu sistema tributário”, disse André Perfeito, economista-chefe da Gradual Investimentos.
Um dos exemplos da alta complexidade tributária no Brasil pode ser verificado no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
Como está presente em todos as etapas da cadeia produtiva, seu recolhimento ocorre diversas vezes e leva à cobrança de imposto sobre imposto, também conhecido de “imposto em cascata”.
“São 27 legislações, uma para cada estado, além de alíquotas diferentes para cada produto. Isso sem falar na alíquota interestadual”, afirmou Felipe Salto, economista da Tendências Consultoria e professor da FGV-SP. “Isso dificulta a vida do empresariado brasileiro”, acrescentou.
O resultado são produtos menos competitivos, que chegam mais caros às gôndolas e sofrem maior concorrência dos estrangeiros.

4) Baixa capacidade de investimentos público e privado
Historicamente, a taxa de investimentos tanto pública quanto privada é baixa no Brasil, em torno de 18% do PIB.
Especialistas consideram que seria necessário elevar esse patamar para, pelo menos, 25% do PIB, de forma a permitir um crescimento sustentável da economia.
Isso porque, sem investimentos, para a compra de novos maquinários ou para a construção de novas rotas de escoamento, por exemplo, há uma menor eficiência produtiva, o que encarece e diminui a competitividade dos produtos brasileiros.
“É preciso que o governo faça os ajustes necessários para aumentar a confiança do empresariado e, assim, incentivar o investimento”, acrescentou Salto.

5) Burocracia excessiva
Segundo o Banco Mundial, entre 183 países o Brasil ocupa o 126º lugar quando se analisa a facilidade de se fazer negócios, abaixo da média da América Latina (95º) e atrás de países como Argentina (115º), México (53º), Chile (39º) e Japão (22º).
Até obter retorno sobre seus investimentos, cabe aos empresários brasileiros vencer uma via-crúcis, que, inclui, entre outras etapas, 13 procedimentos apenas para abrir um negócio, ou 119 dias.
Na Argentina, são necessários 26 dias, no Chile, 7 e na China, 14.
Entre tais procedimentos estão, por exemplo, a homologação da empresa em diferentes órgãos de supervisão, o registro dos funcionários e licenças ambientais.
“Ao fim e ao cabo, o custo das empresas é extremamente alto, antes mesmo que elas produzam qualquer centavo”, afirmou Salvato.

 Fontes:
Estadão
Com informações do site LASBLOG
Luis Guilherme Barrucho, BBC Brasil

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Canadá “confiscará” crianças de famílias que se recusam a aceitar a ideologia de gênero

Por 63 votos a 23, o governo confiscará crianças de famílias que se recusam a aceitar a "Identidade de gênero" ou "expressão de gênero" da sua criança
A província de Ontário, no Canadá aprovou uma nova lei que permite ao governo retirar as crianças de famílias que se recusam a aceitar a opção dos filhos por determinada “identidade de gênero” ou “expressão de gênero”.
O que foi chamado de “Ato de Apoio a Crianças, Jovens e Famílias”, ou Lei 89/2017, acabou aprovada em votação de 63 favoráveis a 23 contrários, registra o The Christian Times.
Ele exige que os serviços de proteção a crianças, serviços de adoção e juízes levem em consideração e respeitem a “raça, ancestralidade, local de nascimento, cor, origem étnica, cidadania, diversidade familiar, deficiência, crença religiosa, sexo, orientação sexual, Identidade de gênero e expressão de gênero”.
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“Eu acredito ser uma forma de abuso, quando uma criança se identifica de um jeito e um cuidador diz a ela que não, que ela precisa fazer as coisas de uma maneira diferente”, explicou Michael Coteau, ministro dos Serviços para Crianças e Famílias, que apresentou o projeto de lei.
“Se é abuso, e estiver dentro dessa definição, uma criança pode ser removida desse ambiente e colocada em um local protegido, onde o abuso não tem vez”.
O projeto de lei substitui a Lei de Serviços à Criança e à Família, ou Lei 28, que determinava até recentemente como seriam os serviços de proteção à criança, serviços de acolhimento e adoção.
A Lei 28 garantia que o pai ou mãe da criança possuía o direito de “direcionar a educação e a formação religiosa da criança”. Já a nova lei diz que isso pode ser feito “desde que siga a crença da criança ou do jovem, sua identidade comunitária e identidade cultural”.
Ou seja, não são mais os pais que determinam como a criança será criada e sim ela mesma.
Irwin Elman, advogada provincial dos direitos de crianças e jovens de Ontario, afirmou em um comunicado: “Acredito que este novo Ato, em seus princípios, representa uma mudança de paradigma para a província, mostrando seu compromisso com a participação de crianças e jovens em todas as decisões que as afetam, a criação de um sistema de serviço centrado na criança e o compromisso com o antirracismo e as escolhas das crianças”.
Jack Fonseca, estrategista político da Campaign Life Coalition, discorda e desabafou: “Com a passagem da Lei 89, adentramos em uma era de poder totalitário do Estado, algo nunca antes testemunhado no Canadá. Não se engane, a Lei 89 é uma grave ameaça para os cristãos e todas as pessoas religiosas que têm filhos ou que desejam criar uma família através da adoção”.
Em abril, um casal cristão apresentou uma ação judicial contra Hamilton Children’s Aid Society por ter retirado de sua casa duas crianças adotivas porque eles se recusaram a mentir para as meninas, dizendo que o coelhinho da Páscoa era real.
“Nós temos uma política de não mentir”, justificou Derek Baars, um dos pais adotivos, denunciando que uma pessoa que trabalhava no serviço de apoio à criança insistiu que ele e sua esposa, Frances Baars, dissessem para as meninas, de 3 e 4 anos, que o coelhinho da Páscoa era de verdade.
“Nós explicamos à agência que não estamos preparados para dizer às crianças uma mentira. Se as crianças pedissem, não mentiríamos para elas, mas nós não a levantaríamos”.
Os Baars, que são membros da Igreja Presbiteriana Reformada, perderam a guarda das crianças. O argumento da agência governamental de cuidado infantil é que o coelhinho da Páscoa era uma “parte importante da cultura canadense” e por isso os pais tinham de admitir sua existência.

Com informações Christian Post 
Imagem: Reuters/Ben Nelms